Achillea millefolium L.

Família 
Informações gerais 

Nativa da Europa, Norte da Ásia e bem adaptada no Brasil, cresce espontaneamente nos campos. Cultivada para fins medicinais, suas principais indicações são: anti-inflamatória, cicatrizante, hemostática, antiespasmódica, antipirética, antialérgica, antitrombótica, hipotensiva, diurética, antidispéptica, carminativa, orexígena, antisséptica urinária e antidismenorreica[1,2,3,4,5,6,7,8].

Referências informações gerais
1 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 1. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 14-20.
2 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 11-14.
4 - WEDLER, E. Atlas de las plantas medicinales silvestres y cultivadas em la zona tropical. 2 ed. Colômbia: Todográficas Ltda, 2017, p. 54.
7 - TESKE, M. & TRENTINI, A. M. M. Compêndio de Fitoterapia. 4 ed. Curitiba: Herbarium Lab. Bot. Ltda, 2001, p. 217.
8 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 203.
21 - DE SOUZA, P. et al. Involvement of bradykinin and prostaglandins in the diuretic effects of Achillea millefolium L. (Asteraceae). J Ethnopharmacol, v. 149, n. 1, p.157-161, 2013. doi: 10.1016/j.jep.2013.06.015
29 - MORADI, M. T. et al. Antispasmodic effects of yarrow (Achillea millefolium L.) extract in the isolated ileum of rat. Afr J Tradit Complement Altern Med, v. 10, n. 6, p.499-503, 2013. doi: 10.4314/ajtcam.v10i6.19
Descrição da espécie 

Planta herbácea perene, ereta, entouceirada, caules aéreos, com 30 a 70 cm de altura, coberto de pelos; possui rizomas horizontais resistentes; folhas verdes a verdes acinzentadas, aromáticas, pecioladas, lanceoladas, compostas, alternadas, finamente multi-pinadas e levemente pilosas, com até 9 cm de comprimento; as flores são brancas ou levemente rosadas, em capítulos, com cerca de 3 a 5 mm de diâmetro, reunidos em uma panícula terminal; os frutos são longos medindo de 1,5 a 2 mm de comprimento[1,2,3,4].

Referências descrição da espécie
1 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 1. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 14.
2 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 11-12.
3 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil. Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 109.
4 - GRUENWALD, J. et al. PDR for Herbal Medicines. Montvale: Economics Company, Inc, 2000, p. 833-834.
Nome popular Local Parte da planta Indicação Modo de preparo Forma de uso Restrição de uso Referências
Milenramas e yerba del carpinteiro Colômbia (Zona Tropical) Flor

Anti-hemorrágica, antigripal, antidiarreica, no tratamento de enfermidades do sistema reprodutor feminino, digestiva, antisséptica, anti-inflamatória e anti-hemorroidária.

Infusão.

Uso interno.

-

[ 1 ]
Milenramas e yerba del carpinteiro Colômbia (Zona Tropical) Flor

No tratamento de feridas, úlceras, inflamação ocular e sangramento nasal.

Infusão.

Uso externo.

-

[ 1 ]
Milenrama - -

Orexígena e antidispéptica.

-

Uso interno. 

-

[ 2 ]
Milenrama - -

No tratamento de inflamações pélvicas.

-

Uso externo, na forma de banho de assento.

-

[ 2 ]
Mil-folhas Brasil Sumidade florida

Carminativa.

Tintura.

Tomar 5 mL em meio copo de água, 3 vezes ao dia, entre as refeições.

Cautela em pacientes que fazem uso de anticoagulantes e psicotrópicos. Pode causar dermatite de contato, alergia, vertigem e fotossensibilidade. Não indicado o uso na gravidez e lactação.

[ 3 ]
Mil-folhas Brasil Sumidade florida

Orexígena, antidispéptica, antitérmica, anti-inflamatória e antiespasmódica.

Infusão: 1 a 2 g (1 a 2 colheres de chá) do material vegetal em 150 mL (xícara de chá).

Tomar 1 xícara de chá de 3 a 4 vezes ao dia.

Uso com cautela em pacientes que fazem uso de anticoagulantes e psicotrópicos. Pode causar dermatite de contato, alergia, vertigem e fotossensibilidade. Não indicado o uso na gravidez e lactação.

[ 3 ]
- Grâ-Bretanha e Irlanda Parte aérea

Anti-hemorrágica (feridas, nasal e uterina), anti-hipertensiva, antitérmica, antirreumática e no tratamento de infecções respiratórias.

-

-

-

[ 4 ]
- Itália Parte aérea

Hemostática, diurética, diaforética, anti-hemorroidária, no tratamento de doenças gastrointestinais e feridas.

-

-

-

[ 4 ]
- Portugal Parte aérea

Sudorífica, antitérmica, anti-inflamatória, emenagoga, antiespasmódica, diurética, anti-hemorroidária e estomacal.

-

-

-

[ 4 ]
- Argélia Parte aérea

Tônica digestiva.

-

-

-

[ 4 ]
- Sudhan Parte aérea

Laxativa, diurética, tônica (cerebral e sistema reprodutor feminino).

-

-

-

[ 4 ]
- Botsuana e África do Sul Parte aérea

Antimalárica.

-

-

-

[ 4 ]
- Nova Iorque Parte aérea

Analgésica, antidiarreica, antiemética, anti-helmíntica, antipirética, antirreumática, no tratamento de doenças gastrointestinais, venéreas e do sistema reprodutor feminino.

-

-

-

[ 4 ]
- México Parte aérea

Antidiarreica e antiespasmódica.

-

-

-

[ 4 ]
Mil-em-ramas Brasil Parte aérea

Antitérmica, antidiarreica, no tratamento de doenças de pele, gastrointestinais, dor de cabeça e feridas.

-

-

-

[ 4 ]
- Norte do Amazonas (Brasil) Parte aérea

Anti-hemorroidária, emenagoga e estimulante.

-

-

-

[ 4 ]
- Peru Parte aérea

Hipoglicemiante, hipocolesterolemiante, no tratamento de infecções de pele e gastrite.

-

-

-

[ 4 ]
- Tribos nativas americanas Parte aérea

Anti-hemorrágica, tônica, digestiva, antitérmica, no tratamento de problemas de pele (feridas, hematomas e lesões), dor de garganta e resfriado.

-

-

-

[ 4 ]
- China, Pérsia, México e Colorado Folha

Anti-hemorroidária, antiofídica, anti-inflamatória, antiespasmódica e no tratamento de feridas.

-

-

-

[ 5 ]
- Itália Parte aérea (seca e triturada)

Cicatrizante.

-

-

-

[ 5 ]
- Bálcãs -

Tratamento de feridas.

-

-

-

[ 5 ]
Parastais pelašķis Letônia (Europa) Parte aérea, Flor e raiz

Antidiarreica, carminativa, anti-hemorrágica, antiespasmódica, calmante, antifúngica, antitussígena, analgésica (cabeça, dente, ouvido e garganta), no tratamento de problemas cutâneos (furúnculo, sarna, pele seca e lesões) e tuberculose.

Decocção, suco, infusão ou tintura.

Uso externo ou interno.

-

[ 6 ]
Mil-folhas Romênia e outros países do Leste Europeu Parte aérea e seiva

Adstringente, anti-inflamatória, anti-infecciosa, hemostática, regenerativa, anticoagulante, importante no tratamento de enfermidades cutâneas (eczemas, queimaduras, feridas, ulcerações, rachaduras, abscesso, impetigo e tinha).

-

Uso externo.

-

[ 7 ]
- Fronteira Geórgia-Turquia (Cáucaso Menor Ocidental) Parte aérea

No tratamento de doenças de pele e do sistema digestório.

Infusão ou decocção. 

-

-

[ 8 ]
- Aldeia Kel (Vale Neelum, Caxemira Azad, Paquistão) Folha e fruto

Cicatrizante de feridas, digestiva, analgésica (dor de ouvido e dente), antitérmica e no tratamento da tuberculose.

Infusão, suco ou in natura (mastigação das folhas).

-

-

[ 9 ]
Mil-folhas e erva-de-cortadura Brasil Folha e flor

Antidiarreica, no tratamento de doenças cutâneas (feridas e úlceras) e desordens gastrointestinais.

-

-

-

[ 10 ]
Hajducˇka trava, stolisnik e sporis Distrito de Zlatibor (Sérvia) Parte aérea

Orexígena e no tratamento de distúrbios estomacais.

Infusão. 

-

-

[ 11 ]
Krwawnik e derewec Czyszki, Bratkowice, Ostróg (Ucrânia e Polônia) -

Emoliente (suco), antidisentérica, antiespasmódica, anti-hemorrágica, no tratamento de feridas cutâneas com sangramento e no pós-parto.

-

-

-

[ 12 ]
- Rawalakot (Azad Kashmir, Paquistão) Rizoma

No tratamento de infecção da língua.

Maceração em água.

Bochecho.

-

[ 13 ]
- Rawalakot (Azad Kashmir, Paquistão) Flor e fruto (moídos)

Estimulante.

Misturar com linhaça e leite.

-

-

[ 13 ]
Barëpezmatimi Sul de Kosovo (povos albaneses, bósnios, gorani e turcos) Parte aérea

Anticolesterolemiante.

Infusão. 

-

-

[ 14 ]
Hajducka trava Montanha Kopaonik (Sérvia Central) Parte aérea

Hemostática, anti-hemorroidária, no tratamento de feridas e úlceras cutâneas.

-

Uso externo.

-

[ 15 ]
Ratti boti Paquistão (Ásia) Parte aérea

Antitérmica, antirreumática, no tratamento do resfriado comum, doenças ginecológicas, câncer de pulmão, cardiopatias, enxaqueca e tontura.

Decocção.

-

-

[ 16 ]
- Paquistão (Sul da Ásia) Parte aérea

Carminativa e anti-inflamatória.

-

-

-

[ 19 ]
- Estônia (Norte da Europa) Folha, inflorescência e planta toda

Antitérmica, antianêmica, tônica, antitussígena, anti-hemorrágica, no tratamento do resfriado e dor de garganta.

-

-

-

[ 20 ]
- Oeste da Georgia -

Antianêmica, hipoglicemiante, anti-hipertensiva, antimicrobiana, antisséptica, emenagoga, anticoncepcional e no tratamento de doenças gastrointestinais.

-

-

Não indicado na gravidez.

[ 21 ]
Hajducka trava Montanha Kopaonik (Sérvia Central) Parte aérea

Hemostática, anti-hemorroidária, no tratamento de feridas e úlceras cutâneas.

-

Uso externo.

-

[ 15 ]
Gandhni e darey di jadi Kathua (Jammu e Caxemira, Índia) Folha

No tratamento de doenças de pele e analgésica.

Pasta.

-

-

[ 17 ]
Gandhni e darey di jadi Kathua (Jammu e Caxemira, Índia) Raiz

No tratamento de doenças de dor de dente.

Pasta. 

Embeber um pedaço de algodão com a pasta e aplicar no local.

-

[ 17 ]
Commom yarrow Haudenosaunee (nativos Norte Americanos) Folha, Raiz, galho ou planta toda

Analgésica, antidiarreica, antiemética, anti-hemíntica, antipirética, antirreumática, no tratamento de doenças gastrointestinais e venéreas.

-

-

-

[ 18 ]

Referências bibliográficas

1 - WEDLER, E. Atlas de las plantas medicinales silvestres y cultivadas em la zona tropical. 2 ed. Colômbia: Todográficas Ltda, 2017, p. 54.
2 - GUPTA, M. P. (Ed.). Plantas medicinales ibero-americanas. Bogotá: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología, Cyted, Convenio Andrés Bello, 2008. p. 106.
3 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 203.
4 - SALEHI, B. et al. Achillea spp.: a comprehensive review on its ethnobotany, phytochemistry, phytopharmacology and industrial applications. Cell Mol Biol (Noisy-le-grand), v. 66, n. 4, p.78-703, 2020.
5 - JARIC, S. et al. Traditional wound-healing plants used in the Balkan region (Southeast Europe). J Ethnopharmacol, v. 211, p.311-328, 2018. doi: 10.1016/j.jep.2017.09.018
6 - SILE, I. et al. Medicinal plants and their uses recorded in the Archives of Latvian Folklore from the 19th century. J Ethnopharmacol, v. 249, p.1-30, 2020. doi: 10.1016/j.jep.2019.112378
7 - GILCA, M. et al. Traditional and ethnobotanical dermatology practices in Romania and other Eastern European countries. Clin Dermatol, v. 36, n. 3, p.338-352, 2018. doi: 10.1016/j.clindermatol.2018.03.008
8 - KAZANCI, C. et al. Medicinal ethnobotany of wild plants: a cross-cultural comparison around Georgia-Turkey border, the Western Lesser Caucasus. J Ethnobiol Ethnomed, v. 16, n. 1, p.1-20, 2020. doi: 10.1186/s13002-020-00415-y
9 - AHMAD, K. S. et al. Ethnopharmacological studies of indigenous plants in Kel village, Neelum Valley, Azad Kashmir, Pakistan. J Ethnobiol Ethnomed, v. 13, n. 1, p.1-16, 2017. doi: 10.1186/s13002-017-0196-1
10 - HOLETZ, F. B. et al. Screening of some plants used in the Brazilian folk medicine for the treatment of infectious diseases. Mem Inst Oswaldo Cruz, v. 97, n. 7, p.1027-1031, 2002. doi: 10.1590/s0074-02762002000700017
11 - SAVIKIN, K. et al. Ethnobotanical study on traditional use of medicinal plants in South-Western Serbia, Zlatibor district. J Ethnopharmacol, v. 146, n. 3, p.803-810, 2013. doi: 10.1016/j.jep.2013.02.006
12 - KUJAWSKA, M. et al. Fischer's Lexicon of Slavic beliefs and customs: a previously unknown contribution to the ethnobotany of Ukraine and Poland. J Ethnobiol Ethnomed, v. 11, p.1-15, 2015. doi: 10.1186/s13002-015-0073-8
13 - HUSSAIN, S. et al. Conservation of indigenous knowledge of medicinal plants of Western Himalayan region Rawalakot, Azad Kashmir, Pakistan. Pak J Pharm Sci, v. 30, n. 3, p.773-782, 2017. 
14 - MUSTAFA, B. et al. A cross-cultural comparison of folk plant uses among Albanians, Bosniaks, Gorani and Turks living in south Kosovo. J Ethnobiol Ethnomed, v. 11, p.1-26, 2015. doi: 10.1186/s13002-015-0023-5
15 - JARIC, S. et al. An ethnobotanical study on the usage of wild medicinal herbs from Kopaonik Mountain (Central Serbia). J Ethnopharmacol, v. 111, n. 1, p.160-175, 2007. doi: 10.1016/j.jep.2006.11.007
16 - AHMAD, M. et al. Ethnopharmacological survey on medicinal plants used in herbal drinks among the traditional communities of Pakistan. J Ethnopharmacol, v. 184, p.154-186, 2016. doi: 10.1016/j.jep.2016.02.039
17 - RAO, P. K. et al. Ethnomedicinal plants of Kathua district, J&K, India. J Ethnopharmacol, v. 171, p.12-27, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.05.028
18 - FREY, F. M.; MEYERS, R. Antibacterial activity of traditional medicinal plants used by Haudenosaunee peoples of New York State. BMC Complement Altern Med, v. 10, p.1-10, 2010. doi: 10.1186/1472-6882-10-64
19 - ZAIDI, S. F. et al. Anti-inflammatory and cytoprotective effects of selected Pakistani medicinal plants in Helicobacter pylori-infected gastric epithelial cells. J Ethnopharmacol, v. 41, n. 1, p.403-410, 2012. doi: 10.1016/j.jep.2012.03.001
20 - SÕUKAND, R.; KALLE, R. Where does the border lie: locally grown plants used for making tea for recreation and/or healing, 1970s-1990s Estonia. J Ethnopharmacol, v. 150, n. 1, p.162-174, 2013. doi: 10.1016/j.jep.2013.08.031
21 - MARTKOPLISHVILI, I.; KVAVADZE, E. Some popular medicinal plants and diseases of the Upper Palaeolithic in Western Georgia. J Ethnopharmacol, v. 166, p.42-52, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.03.003

Ansiolítica

Ansiolítica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: maceração do material vegetal (pó) em etanol a 90%. Rendimento: 17,4%. Concentrações para ensaio: 1 a 100 µg/mL. Doses para ensaio: 30 a 600 mg/kg.

 

In vitro:

Em homogenato cerebral incubado com [3H]-flunitrazepan e extrato vegetal, com posterior análise de ligação a membrana (receptor GABA A).

 

In vivo:

Em camundongos Swiss submetidos a administração do extrato vegetal (aguda e crônica), flumazenil e picrotoxina, com posterior análise dos testes de campo aberto, labirinto de cruz elevado e enterramento de esferas de mármore.

Observou-se que A. millefolium apresenta efeito ansiolítico, independente do receptor GABA, além da ausência tolerância após repetidas doses.

[ 19 ]
Ansiolítica
Flor

Extrato aquoso. Dose para ensaio: 0 a 12 mg/kg.

In vivo:

Em ratas Wistar em diferentes fases do ciclo estral (proestro tardio e diestro), tratadas com extrato vegetal e submetidas, posteriormente, ao procedimento de treinamento de conflito.

O extrato aquoso de A. millefolium apresenta ação ansiolítica, dependente da fase do ciclo estral, contudo a dose de 12 mg/kg demonstra efetividade em ambos os ciclos.

[ 42 ]
Ansiolítica

Anti-inflamatória

Anti-inflamatória
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica

Extrato: 5 g do material vegetal (pó) em 100 mL de etanol. Extrato: 100 g do material vegetal (pó) em 1,5 L de água. Rendimento: 3%. Concentrações para ensaio: 0,1 a 100 µg/mL. Outra espécie em estudo: Menyanthes trifoliata.

In vitro:

Em células dendríticas imaturas (imDCs) de monócitos CD14+ de humanos, incubadas com os extratos vegetais, IL-1, TNF-α e LPS, com posterior análise da maturação celular por citometria de fluxo (expressão de moléculas) e ELISA (excreção de citocinas); em células dendríticas maturas (DCs) pré-incubadas com células CD14+ alogênicas, com posterior análise da expressão de células T (citometria de fluxo), secreção de citocinas (ELISA) e proliferação celular (3H-timidina).

 

Observou-se que os extratos vegetais aquosos apresentam atividade anti-inflamatória, pois reduzem, principalmente, os níveis dos linfócitos Th1 e Th17.

[ 2 ]
Anti-inflamatória
Parte aérea

Extrato: 5 g do material vegetal (seco) em 500 mL de etanol a 50%. Rendimento: 14,6% (p/v). Concentrações para ensaio (in vitro): 1 a 100 µg/mL. Concentrações para ensaio (in vivo): 0,1% e 1%.

In vitro:

Em cultura de macrófagos murino (Raw 264.7) e de queratinócitos humanos (HaCaT), estimulados por LPS e TNF-α/IFN-γ, respectivamente, incubados com extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular, níveis de óxido nítrico, produção e expressão de proteínas (MDC/CCL22, TARC/CCL17, IL-6 e IL-8).

 

In vivo:

Em camundongos Nc/Nga, submetidos a lesões cutâneas induzidas por Biostir-AD®, tratados topicamente com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros macroscópicos, histológicos, comportamental, níveis plasmáticos de IgE, funções fisiológicas da pele e expressão de proteínas.

Observou-se que A. millefolium apresenta ação anti-inflamatória, sendo promissora para o tratamento da dermatite atópica, além da ausência de toxicidade.

[ 8 ]
Anti-inflamatória
Parte aérea

Extrato: 35 g do material vegetal (pó) em 1500 mL de metanol a 20% (v/v). Rendimento: 12,7 g. Concentrações para ensaio: 3 a 100 µg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade da enzima elastase, em neutrófilos de humanos incubados com extrato vegetal, por Espectrofotometria.

Determinar atividade de metaloproteinases (MMPP 2 e 9) isoladas de humanos e incubadas com o extrato vegetal, por Fluorescência.

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta ação anti-inflamatória, dose-dependente, por inibir a ação de enzimas proteolíticas.

[ 10 ]
Anti-inflamatória
Parte aérea

Extrato: 200 g do material vegetal (pó) em água. Doses para ensaio: 1 a 10 mg/animal.

In vivo:

Em camundongos C57BL/6 portadores de encefalomielite autoimune experimental (EAE), induzida por MOG35-55, tratados com extrato vegetal, com posterior análise histopatológica, deficiências comportamentais, níveis séricos de IL-10, IL-12 e TGF-β.

Observou-se que A. millefolium apresenta efetividade no tratamento da EAE, pois reduz a inflamação e as lesões desmielinizantes.

[ 30 ]
Anti-inflamatória

Antibacteriana

Antibacteriana
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Flor

Extrato: 4 g do material vegetal (fragmentado) em 40 mL de água. Concentrações para ensaio: 3,124 a 100 mg/mL.

In vitro:

Em cultura de Escherichia coli, Salmonella typhimorium, Staphylococcus aureus e Streptococcus lactis, submetidos aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, com posterior análise da zona de inibição (mm) e concentração inibitória mínima (CIM), respectivamente.

 

Neste estudo, das 15 espécies analisadas, Achillea millefolium, Ipomoema pandurata, Hieracium pilosella e Solidago canadenses, Herperis matronalis e Rosa multiflora, apresentam ação antibacteriana significativa, principalmente contra S. typhimorium.

[ 13 ]
Antibacteriana

Antiespasmódica e Hepatoprotetora

Antiespasmódica e Hepatoprotetora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato metanólico a 70%. Rendimento: 18%. Concentrações para ensaio (in vitro): 0,1 a 10 mg/mL. Doses para ensaio (in vivo): 150 a 600 mg/kg.

In vitro:

Em jejuno isolado de coelho incubado com o extrato vegetal e solução de K+ e Ca++, com posterior análise da contratilidade muscular.

 

In vivo:

Em camundongos Balb/c portadores de lesões hepáticas induzidas por D-galactosamina (D-GaIN) e lipopolissacarídeo (LPS), pré-tratados com extrato vegetal, com posterior análise dos níveis plasmáticos de ALT e AST, e exame histopatológico hepático.

Observou-se que A. millefolium apresenta atividade hepatoprotetora e antiespasmódica, mediada pelo bloqueio dos canais de cálcio.

[ 28 ]
Antiespasmódica e Hepatoprotetora

Antiestrogênica

Antiestrogênica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Óleo essencial: por hidrodestilação. Outras espécies em estudo: Rosmarinus officinalis, Salvia somalensis, Tymus vulgaris, Helichrysum italicum, Pistacia lenticus e Myrtus communis. Concentrações para ensaio: 0,00001 a 1,0 µL/mL.

In vitro:

Em linfócitos periféricos de humanos, incubados com óleos essenciais, submetidos ao ensaio de micronúcleos com bloqueio de citocalasina B (CBMN), com posterior análise do índice de citotoxicidade e genotoxicidade.

Em células de carcinoma de ovário humano (A2780), incubadas com óleos essenciais, com posterior análise da citotoxicidade, CI50 e CI70.

Em cultura de Saccharomyces cerevisiae, estimulada por estrogênio, incubada com os óleos essenciais e O-nitrofenil-β-D-galactopiranosídeo, com posterior análise da expressão de ERα, lacZ e níveis de β-galactosidase.

 

Os óleos de H. italicum, M. communis e P. lentiscus apresentam atividade citotóxica (A2780) mais potente, enquanto que H. italicum, S. somalensis e A. millefolium, apresentam atividade antiestrogênica relevante.

[ 9 ]
Antiestrogênica

Antifertilidade

Antifertilidade
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Flor

Extrato: 50 g do material vegetal (pó) em 500 mL de etanol a 96%. Rendimento: 9%. Dose para ensaio: 200 mg/kg.

Extrato: 100 g do material vegetal (pó) em 800 mL de etanol a 80%. Rendimento: 14,8%. Dose para ensaio: 300 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos Swiss tratados com os extratos vegetais, com posterior análise de peso dos testículos e vesícula seminal, e testes histológicos dos testículos e epidídimos.

Os extratos etanólico e hidroalcoólico de A. millefolium apresentam atividade antiespermatogênica.

[ 40 ]
Antifertilidade
Flor

Extrato: 100 g do material vegetal (pó) em 1000 mL de etanol a 96%. Doses para ensaio: 200 a 800 mg/kg. Concentrações para ensaio: 200 a 400 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar tratados com extrato vegetal (e após suspensão do tratamento), com posterior análise da espermatogênese, parâmetros macroscópicos e microscópicos.

O extrato de A. millefolium apresenta atividade antifertilidade reversível, na dose de 400 mg/kg.

[ 34 ]
Antifertilidade

Antileishmaniose

Antileishmaniose
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato: percolação de 50 g do material vegetal (pó) em 300 mL de etanol a 80%. Outra espécie em estudo: Thymus vulgaris.

In vivo:

Em camundongos Balb/c infectados por Leishamania major (forma promatigota), tratados com extratos vegetais, com posterior análise das lesões cutâneas.

Os extratos de A. millefolium e T. vulgareis apresentam eficácia para o tratamento da leishmaniose cutânea.

[ 23 ]
Antileishmaniose
Folha e flor

Óleo essencial: por destilação a vapor. Concentrações para ensaio: 1,0 a 1000 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de Leishamania amazonensis (forma promastigota) incubadas o óleo vegetal, com posterior análise da concentração inibitória média (CI50) e de alterações ultraestruturais por Microscopia Eletrônica de Varredura.

Em cultura de macrófagos peritoneais murino (J774G8) infectados com L. amazonensis (forma promastigota/amastigota), incubados com óleo vegetal, com posterior análise do índice de sobrevivência do microrganismo e citotoxicidade.  

 

Observou-se que o óleo essencial de A. millefolium apresenta atividade antileishmania significativa, além de baixa citotoxicidade.

[ 27 ]
Antileishmaniose

Antinociceptiva

Antinociceptiva
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Folha

Extrato aquoso (RDE: 1:10). Rendimento: 8% (p/p). Extratos encapsulados em nanopartículas de lipossoma. Concentrações para ensaio: 5,6 a 316 mg/kg. Associação com: Origanum vulgare.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos ao teste de nocicepção (neurogênica e anti-inflamatória) induzida por formalina, pré-tratados com os extratos vegetais encapsulados, e análise do mecanismo de ação (naloxone, antagonista opioide; e L-NAME, bloqueador da síntese de óxido nítrico).

Observou-se que os extratos encapsulados demonstram sinergismo quanto a ação antinociceptiva, provavelmente, por interação em receptores opioides.

[ 18 ]
Antinociceptiva
Parte aérea (exceto flores)

Extrato: 100 g do material vegetal (pó) em 1000 mL de etanol a 50%. Rendimento: 12-16%. Doses para ensaio: 10 a 1000 mg/kg. Outra espécie em estudo: Artemisia vulgaris.

In vivo:

Em camundongos Swiss tratados com os extratos vegetais, submetidos aos testes rota-rod, atividade motora espontânea, placa quente, contorções abdominais induzidas por ácido acético, formalina e trânsito intestinal.

Observou-se que ambos os extratos vegetais apresentam atividade antinociceptiva leve, contudo, não alteram a motilidade intestinal.

[ 26 ]
Antinociceptiva

Antioxidante

Antioxidante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Folha

Extrato aquoso. Dose para ensaio: 1 g/kg.

In vivo:

Em ratos normais submetidos a administração do extrato vegetal, com posterior análise da atividade de GSH, níveis de NQO1 e GST; e em ratos portadores de lesões hepáticas induzidas por acetaminofeno, com posterior análise dos níveis de AST, ALT e LDH.

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade antioxidante, contudo, atua como potencializador da hepatotoxicidade por acetaminofeno, via glutationa.

[ 39 ]
Antioxidante
Parte aérea

Extrato: 5 a 50 g do material vegetal (pó) em 50 a 100 mL água/etanol (30:70). Concentrações para ensaio: 3,12 a 100 µg/mL.

In vitro:

Em células de câncer gástrico de humanos (AGS), pré-tratadas com os extratos vegetais, incubadas com Helicobacter pylori ou TNF-α, com posterior análise de fragmentação do DNA, níveis de IL-8 e EROs intracelular.

 

Neste estudo, dentre as 24 espécies vegetais, Cinnamomum cassia, Myrtus communis, Syzygium aromaticum e Terminalia chebula apresentam atividade anti-inflamatória mais potente, enquanto que Achillea millefolium, Berberis aristata, Coriandrum sativum, Foeniculum vulgare, Matricaria chamomilla e Prunus domestica reduzem os níveis de EROs intracelular, significativamente.

[ 14 ]
Antioxidante
Inflorescência

Extrato: infusão do material vegetal (seco) metanol a 70%. Dose para ensaio: 120 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar expostos a nicotina, tratados com extrato vegetal, com posterior análise dos espermatozoides (morfologia, viabilidade e motilidade), do tecido testicular (TTM, MDA e NO2- e morfohistológica), parâmetros bioquímicos plasmáticos (FSH, LH, testosterona, LDH e SOD) e capacidade antioxidante (FRAP).

Observou-se que A. millefolium reduz os danos provocados pela nicotina no sistema reprodutor masculino, devido a atividade antioxidante significativa.

[ 31 ]
Antioxidante

Antioxidante e Antiplasmódica

Antioxidante e Antiplasmódica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: 112 g do material vegetal (pó) em metanol.

In vitro:

Em cultura de Plasmodium falciparum (resistente ou não à cloroquina), incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da concentração inibitória mínima (CI50).

Determinar atividade antioxidante através do radical DPPH, redução de cobre (TAC) e peroxidação lipídica (TABRS).

 

O extrato metanólico de A. millefolium apresenta atividade antioxidante e antiplasmódica.

[ 1 ]
Antioxidante e Antiplasmódica

Antioxidante e Antitumoral

Antioxidante e Antitumoral
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: 1 g do material vegetal em 30 mL de metanol. Extrato: infusão e decocção de 1 g do material vegetal (pó) em 200 mL de água.

In vitro:

Determinar atividade antioxidante dos extratos vegetais através do radical DPPH, redução do íon férrico, branqueamento do β-caroteno e peroxidação lipídica (TBARS).

Em células de câncer de mama (MCF-7), de pulmão (NCI-H460), do cólon (HCT-15), cervical (HeLa) e hepatocelular (HepG2), incubadas com extratos vegetais, com posterior análise de citotoxicidade (corante Sulforodamina B).

Em células hepáticas suínas, incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise de citotoxicidade.

 

Os extratos de A. millefolium apresentam atividades antioxidante e antitumoral.

[ 5 ]
Antioxidante e Antitumoral
-

Extrato: maceração, decocção e infusão de 2,0 g material vegetal (seco) em 200 mL de água. Outras espécies em estudo: Crataegus oxyacantha, Glechoma hederacea e Olea europea.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante dos extratos vegetais através da redução do íon férrico (FRAP) e eliminação do radical ABTS.

Em células de carcinoma da laringe humana (HEp2), incubadas com extratos vegetais, com posterior análise da viabilidade celular e nível de espécies reativas ao oxigênio (EROs).

 

Observou-se que os extratos de A. millefolium e G. hederacea apresentam atividades antioxidante e antitumoral, mais potentes.

[ 16 ]
Antioxidante e Antitumoral

Antioxidante e Gastroprotetora

Antioxidante e Gastroprotetora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: maceração do material vegetal em etanol a 90%. Rendimento: 17,4%. Concentrações para ensaio: 0,1 a 300 mg/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante do extrato vegetal através do radical DPPH.

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões gástricas agudas e crônicas, induzidas por etanol e ácido acético, respectivamente, pré-tratados com o extrato vegetal, com posterior análise dos níveis do antígeno nuclear de proliferação celular (PCNA) por imuno-histoquímica, de GSH e atividade de SOD e MPO em homogenato gástrico, e parâmetros histológicos.

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade gastroprotetora, dose-dependente, além da ação antioxidante.

[ 36 ]
Antioxidante e Gastroprotetora

Antioxidante e Hipoglicemiante

Antioxidante e Hipoglicemiante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato P-9801091: associação dos extratos etanólicos de Vaccinium myrtillus, Taraxacum officinale, Cichorium intybus, Juniperus communis, Centaurium umbellatum, Phaseolus vulgaris, Achillea millefolium, Morus nigra, Valeriana officinalis e Urtica dioica. Dose para ensaio: 20 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos NOD portadores de diabetes induzido por aloxana, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise dos níveis de MDA (homogenato hepático), GSTs e proteínas (citosol hepático).

Observou-se que o extrato em estudo apresenta atividade hipoglicemiante e antioxidante.

[ 38 ]
Antioxidante e Hipoglicemiante

Antitérmica

Antitérmica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Folha

Extrato: 500 g do material vegetal (pó) em 2 L de etanol a 70%. Doses para ensaio: 250 e 500 mg/kg. Outras plantas em estudo: Taraxacum officinale, Salix alba e Trigonella foenum.

In vivo:

Em ratos albinos portadores de pirexia induzida por levedura de cerveja, tratados com os extratos vegetais, com posterior análise da temperatura retal.

Observou-se que os extratos vegetais em estudo apresentam atividade antitérmica promissora, principalmente na dose de 500 mg/kg.

[ 35 ]
Antitérmica

Antitumoral

Antitumoral
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato: maceração de 1,5 g do material vegetal (pó) em etanol/água (80:30 v/v). Concentrações para ensaio: 25 a 400 µg/mL.

In vitro:

Em células de câncer de pulmão (NCI-H460) e adenocarcinoma colorretal (HCT-15) de humanos, incubadas com extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (corante Sulforodamina B), ciclo celular e apoptose (citometria de fluxo), e expressão de proteínas (Western blotting).

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta ação antitumoral, mediada pela via p53 (NCI-H460) e regulação negativa de XIAP (HCT-1).

[ 3 ]
Antitumoral
Folha

Extrato: material vegetal em etanol, etanol/água (50:50) ou extraído com CO2 supercrítico. Concentrações para ensaio: 0 a 100 µg/mL. Outras espécies em estudo: Calendula officinalis, Melissa officinalis e Origanum majorana.

In vitro:

Em células de câncer pancreático humano (MIA PaCa-2 e PANC-1), incubadas com extratos vegetais, com posterior análise de viabilidade celular (MTT), apoptose (citometria de fluxo), ativação das caspase 3 e 7 (Caspase-Glo 3/7) e teste de sinergismo com 5-fluororacil.

 

Os extratos supercríticos de A. millefolium e C. officinalis apresentam efeito antitumoral mais potente, além de sinergismo.

[ 12 ]
Antitumoral

Broncodilatadora e Vasodilatadora

Broncodilatadora e Vasodilatadora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato:1500 g do material vegetal (pó) em metanol a 70%. Rendimento: 18%. Doses para ensaio (in vivo): 1 a 100 mg/kg.

In vitro:

Em átrio isolado de porquinhos-da-Índia incubados com o extrato vegetal, com posterior análise dos efeitos cronotrópico e inotrópico; em segmentos da traqueia de porquinhos-da-Índia cobaia incubados com cloreto de carbacol, potássio e extrato vegetal, com posterior análise de contratilidade; e em anéis aórticos isolados de coelho (com ou sem endotélio), incubados com fenilefrina, cloreto de potássio, L-NAME e extrato vegetal, com posterior análise da contratilidade muscular.

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley tratados com extrato vegetal, acetilcolina e norepinefrina, com posterior análise da pressão arterial.

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade broncodilatadora, hipotensora e vasodilatadora.

[ 22 ]
Broncodilatadora e Vasodilatadora

Cicatrizante

Cicatrizante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Flor

Extrato: 50 g do material vegetal (pó) em 650 mL de etanol. Creme: extrato incorporado em 10% de lanolina.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de diabetes induzido por estreptozotocina, com lesões cutâneas por queimadura de 2º grau, tratados com o fitoterápico, com posterior análise histopatológica e imuno-histoquímica.

Observou- se que o creme a 10% de A. millefolium apresenta atividade cicatrizante, contudo, demoradamente em ratos diabéticos.

[ 32 ]
Cicatrizante
Folha

Extrato: maceração de 1 g do material vegetal (pó) em 10 mL de etanol/água (8:2 v/v). Concentrações para ensaio: 0,19 a 25 mg/mL.

In vitro:

Em cultura em monocamada de fibroblastos de pele humana (HSF-PI-16), incubados com extrato vegetal, com posterior análise da proliferação, estimulação e crescimento celular, por microscopia invertida.

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta ação cicatrizante, principalmente nas concentrações de 6,25 a 25 mg/mL, além da ausência de citotoxicidade.

[ 4 ]
Cicatrizante

Diurética

Diurética
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: infusão de 2,5, 5 e 10 g do material vegetal (pó) em 100 mL de água. Doses para ensaio: 125 a 500 mg/kg. Subfrações: hidroalcoólica e diclorometano. Concentrações para ensaio: 10 a 500 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos a administração dos extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros urinários (volume, condutividade, pH, densidade, concentração de Na+ e K+) e receptores de bradicinina B2 e prostaglandinas.

Observou-se que as subfrações hidroalcoólica e de diclorometano de A. millefolium apresentam atividade diurética.

[ 21 ]
Diurética

Espasmogênica

Espasmogênica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica

Extrato: 165,2 g do material vegetal (seco) em água/metanol (1:1). Rendimento: 12,9 g. Concentrações para ensaio (in vitro): 1 a 30.000 μg/mL. Doses para ensaio (in vivo): 1 a 30 mg/kg.

In vitro:

Em seguimentos do antro gástrico de camundongos Swiss e de humanos (com anormalidade gástrica por quimioterapia), incubados com extrato vegetal, tetrodotoxina, hexametônio e atropina, com posterior análise de contratilidade.

 

In vivo:

Em camundongos Swiss submetidos a administração do extrato vegetal, carboximetilcelulose e corante vermelho fenol, com posterior análise de esvaziamento gástrico.

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta ação espasmogênica, estimulando esvaziamento gástrico mesmo em condições patológicas.

[ 6 ]
Espasmogênica

Gastroprotetora

Gastroprotetora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea (exceto flores)

Extrato aquoso (1:10 p/v): por infusão. Rendimento: 36%. Doses para ensaio: 100 a 2000 mg/kg.

 

 

 

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões gástricas crônicas (ácido acético) e agudas (etanol e indometacina) induzidas, com posterior análise do Índice de Danos na Mucosa (IMD).

O extrato de A. millefolium apresenta atividade gastroprotetora.

[ 24 ]
Gastroprotetora

Hipoglicemiante

Hipoglicemiante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extratos etanólicos a 60% (filtrado ou liofilizado) (P-9801091): associação de Vaccinium myrtillus, Taraxacum officinale, Cichorium intybus, Juniperus communis, Centaurium umbellatum, Phaseolus vulgaris, Achillea millefolium, Morus nigra, Valeriana officinalis e Urtica dioica. Dose para ensaio: 20 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos NOD portadores de diabetes induzido por aloxana, tratados com extratos vegetais, com posterior análise dos níveis plasmáticos de glicose e frutosamina (e após administração de acarbose).

O extrato etanólico liofilizado apresenta atividade hipoglicemiante mais potente.

 

[ 43 ]
Hipoglicemiante
Parte aérea

Extrato: maceração de 500 g do material vegetal (seco) em etanol a 70%. Rendimento: 18,6%. Concentração para ensaio: 100 μg/mL. Doses para ensaio: 33 a 330 mg/kg.

In vitro:

Em homogenato do intestino (borda em escova) de ratos Sprague-Dawley, em células 3T3-L1 e em células produtoras de insulina (RINm5F), incubados com o extrato vegetal, com posterior análise da atividade inibitória da enzima α-glicosidase, expressão de PPARγ e GLUT4; e), níveis de cálcio intracelular e secreção insulina.

 

In vivo:

Em camundongos CD1 normoglicêmicos ou diabéticos induzidos por estreptozotocina, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do nível glicêmico.

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade hipoglicemiante, pois inibe a atividade da enzima α-glicosidase, além de estimular a secreção de insulina.

[ 33 ]
Hipoglicemiante

Hipoglicemiante e Hipolipemiante

Hipoglicemiante e Hipolipemiante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato: 300 g do extrato vegetal em 1000 mL de etanol a 70%. Doses para ensaio: 25 e 100 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de diabetes por estreptozotocina, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do peso corporal e parâmetros bioquímicos (glicemia, triglicerídeos, LDL, HDL, ALT e AST).

Observou-se que o extrato hidroalcoólico de A. millefolium apresenta atividade hipoglicemiante, hipolipemiante e hepatoprotetora.

[ 17 ]
Hipoglicemiante e Hipolipemiante

Hipotensora

Hipotensora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato etanólico a 90%. Rendimento: 17,39%. Concentrações para ensaio: 30 a 300 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar normotensos submetidos a administração do extrato vegetal, com posterior análise dos níveis da pressão arterial.

Observou-se que o extrato etanólico de A. millefolium apresenta atividade hipotensora.

[ 25 ]
Hipotensora

Relaxante muscular

Relaxante muscular
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: maceração de 500 g do material vegetal (pó) em hexano, diclorometano e metanol. Extrato: maceração de 50 g do material (pó) em 1000 mL em etanol a 70%. Rendimento: 1,96%, 1,76%, 4,28% e 35%, respectivamente.

In vitro:

Em anéis traqueais isolados de ratos Wistar, incubados com carbacol, extratos vegetais, isoproterenol, L-NAME, ODQ e CaCl2, com posterior análise de contratilidade da musculatura lisa e mecanismo de ação (cGMP, cAMP e NO).

 

Observou-se que o extrato hexânico de A. millefolium apresenta atividade relaxante da musculatura mais potente, por bloqueio dos canais de cálcio e liberação de óxido nítrico.

[ 20 ]
Relaxante muscular
Parte aérea

Extrato etanólico a 70%. Concentrações para ensaio: 2 a 4 mg/mL.

In vitro:

Em íleo isolado de ratos Wistar incubados com acetilcolina, cloreto de potássio, propranolol, L-NAME e extrato vegetal, com posterior análise da contratilidade muscular.

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade relaxante muscular, principalmente por bloqueio de canais de cálcio.

[ 29 ]
Relaxante muscular

Supressora da produção de melanina

Supressora da produção de melanina
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Óleo essencial: por destilação a vapor. Concentrações para ensaio: 0 a 20 µg/mL.

In vitro:

Em células de melanoma murino (B16), incubadas com o óleo vegetal e hormônio estimulante de α-melanócitos (α-MSH), com posterior análise da viabilidade celular, nível de melanina, ânion superóxido e peroxidação lipídica, atividade da tirosina celular, GSH, SOD, CAT e GPx, e expressão de proteínas (tirosinase, p-JNK, p-p38 e pERK).

 

Observou-se que o óleo essencial de A. millefolium suprime a produção de melanina, por regulação das vias de sinalização JNK e ERK.

[ 7 ]
Supressora da produção de melanina

Vasoprotetora

Vasoprotetora
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato: 50 g do material vegetal (pó) em 150 mL de metanol. Rendimento: 27% (p/p).

In vitro:

Em células do músculo liso vascular (VSMCs) de ratos Sprague-Dawley, incubadas com antagonista de receptores estrogênicos e extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT).

Em células endoteliais da veia umbilical de humanos (HUVECs), estimuladas por interleucina-1β e extrato vegetal, com posterior análise da expressão de IkBα (Western blotting) e NF-kB (Imunocitoquímica).

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta atividade vasoprotetora, pois estimula o crescimento de VSMCs e reduz a modulação da via NF-kB em HUVECs.

 

 

[ 11 ]
Vasoprotetora

Vasorrelaxante

Vasorrelaxante
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato: 50 g do material vegetal (pó) em 700 mL de etanol a 50%. Concentrações para ensaio: 0,2 a 0,8 mg/mL.

In vitro:

Em músculo liso da traqueia de porquinhos-da-Índia incubados com propranolol, clorfeniramina, atropina, metacolina e extrato vegetal, com posterior análise da contratilidade muscular.

 

Observou-se que o extrato de A. millefolium apresenta efeito vasorrelaxante, principalmente, por antagonismo dos receptores muscarínicos.

[ 37 ]
Vasorrelaxante
Ensaio Toxicológico

Genotóxica

Genotóxica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato: infusão de 20 ou 40 g do material vegetal (seco) em 100 ou 500 mL de água. Rendimento: 20 e 40%, respectivamente. Outras espécies em estudo: Camellia sinensis, Calendula officinalis e Urtica dioica.

In vitro:

Em células somáticas de Drosophila melanogester incubadas com extratos vegetais e submetidas ao teste de mutação e recombinação somática (SMART).

 

Observou-se que os extratos das espécies A. millefolium, U. dioica e C. sinensis apresentam genotoxicidade leve.

[ 45 ]
Genotóxica

Toxicidade aguda

Toxicidade aguda
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea

Extrato metanólico a 70%. Rendimento: 18%. Dose para ensaio: 3 g/kg.

In vivo:

Em camundongos Balb/c submetidos ao teste de toxicidade.

O extrato de A. millefolium na dose indicada não apresenta sinais de toxicidade.

[ 28 ]
Toxicidade aguda

Toxicidade aguda e crônica

Toxicidade aguda e crônica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
-

Extrato etanólico a 60% (P-9801091): associação de Vaccinium myrtillus, Taraxacum officinale, Cichorium intybus, Juniperus communis, Centaurium umbellatum, Phaseolus vulgaris, Achillea millefolium, Morus nigra, Valeriana officinalis e Urtica dioica. Dose para ensaio: 20 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos CBA/HZg saudáveis submetidos a administração crônica do extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (ureia, creatinina, colesterol total, AST e ALT) e histológicos (rins, fígado, baço, pâncreas e testículos).

A combinação dos extratos vegetais, na dose de 20 mg/kg, não apresenta toxicidade significativa, em ratos saudáveis.

[ 44 ]
Toxicidade aguda e crônica

Toxicidade crônica

Toxicidade crônica
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea (exceto flores)

Extrato aquoso (1:10 p/v): por infusão. Rendimento: 36%. Doses para ensaio: 0,3 a 1,2 g/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar normais submetidos a administração do extrato vegetal por 28 e 90 dias consecutivos (teste de toxicidade).

Observou-se que o extrato de A. millefolium não apresenta toxicidade, mesmo quando administrado por longo período de tempo.

[ 24 ]
Toxicidade crônica

Toxicidade materna e fetal

Toxicidade materna e fetal
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Parte aérea (exceto flores)

Extrato (1:2): material vegetal (seco) em etanol a 45%. Dose para ensaio: 2,8 g/kg/dia.

In vivo:

Em ratas Sprague-Dawley prenhes submetidas a administração do extrato vegetal, nos períodos pré-organogênico, organogênico e precoce, com posterior análise de implantações, reabsorções, número de corpos lúteos, fetos (vivos ou mortos) e malformações fetais, parâmetros de toxicidade materna (rim e fígado) e análise histológica da placenta.

O extrato das folhas de A. millefolium não deve ser indicado durante gravidez, pois reduz o peso fetal e aumenta o peso placentário.

[ 15 ]
Toxicidade materna e fetal

Toxicidade materna e paterna

Toxicidade materna e paterna
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências Atividade Farmacológica
Folha

Extrato: 10 g do material vegetal (seco) em 3 L de água. Doses para ensaio: 0,3 a 1,2 g/kg/dia.

In vivo:

Em ratos Wistar e em ratas imaturas tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do peso dos órgãos reprodutores, número e morfologia dos espermatozoides e espermátides, e ensaio uterotrófico.

Observou-se que A. millefolium não apresenta toxicidade significativa (sistema reprodutor masculino), além da ausência de atividade estrogênica/antiestrogênica (sistema reprodutor feminino).

[ 41 ]
Toxicidade materna e paterna

Referências bibliográficas

1 - VITALINI, S. et al. Phenolic compounds from Achillea millefolium L. and their bioactivity. Acta Biochim Pol, v. 58, n. 2, p.203-209, 2011. 
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4 - BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira 2ª edição. Brasília: Anvisa, p. 18, 2021.

Farmácia da Natureza
[ 1 ]

Fórmula

Tintura

Alcoolatura

Componente

Quantidade

Componente

Quantidade*

Etanol/água 70%

1000 mL

Etanol/água 80%

1000 mL

Planta seca

100 g

Planta fresca

200 g

* Após a filtragem ajustar o teor alcoólico da alcoolatura para 70%, com adição de etanol a 98%, se necessário. 
Modo de Preparo

Tintura: pesar 100 g de parte aérea da planta seca fragmentada e colocar em frasco de vidro âmbar; em seguida adicionar 1000 mL de etanol a 70%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.

Alcoolatura: pesar 200 g de parte aérea da planta fresca, lavar e picar, colocar em frasco de vidro âmbar, adicionar 1000 mL de etanol a 80%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.

Principais indicações

Inapetência, dispepsia, cólicas gastrointestinais e dismenorreia (BLUMENTHAL, 1998). Dismenorreia primária (JENABI & FEREIDOONY, 2015). Auxiliar no alívio dos sintomas dispépticos, flatulência, inflamação, como colerético e antiespasmódico (BRASIL, 2018).

Posologia

Uso oral: tomar de 1 a 3 gotas por quilo de peso, divididas em 3 vezes ao dia, sempre diluídas em água (cerca de 50 mL ou meio copo).

Farmácia da Natureza
[ 2 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Tintura de Achillea millfolium e tintura de Sambucus autralis

1:1

Modo de Preparo

Em uma proveta graduada, medir as quantidades de tinturas desejadas e verter em frasco de vidro âmbar esterilizado. Tampar, agitar e rotular.

Principais indicações

Processos alérgicos, principalmente respiratórios e cutâneos.

Posologia

Uso oral: Tomar 60 gotas, 2 vezes ao dia, por 45 dias.

Farmácia da Natureza
[ 3 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Achillea millefolium (tintura parte aérea)

10 mL

Sambucus australis (tintura flor) 

10 mL

Gel base aniônico

80 g

 
Modo de Preparo

Pesar o gel base, acrescentar as tinturas e homogeneizar.

Principais indicações

Dermatite atópica.

Posologia

Uso externo: Passar na área afetada 2 vezes ao dia.

Farmácia da Natureza
[ 4 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Base de sabonete de glicerina (hipoalergênica)

1 kg

Achillea millefolium (tintura ou alcoolatura)

20 mL

Matricaria chamomilla (tintura)

20 mL

Sambucus australis (tintura ou alcoolatura)

20 mL

Essência para sabonete (opcional)

3 mL

 
Modo de Preparo

Picar a base em pedaços pequenos e levar para derreter em banho-maria ou chapa elétrica. Se for em chapa, o recipiente deve ser de ágata ou Becker. Quando estiver derretido, colocar as tinturas ou alcoolaturas, misturar bem e retirar do fogo. Adicionar a essência (opcional). Envasar o sabonete em formas próprias. Depois de esfriar, desenformar, embalar com filme plástico e etiquetar.

Principais indicações

Anti-inflamatório e antialérgico.

Posologia

Uso externo: passar na área afetada 1 a 2 vezes ao dia, deixando agir por 1 minuto e enxaguar.

Farmácia da Natureza
[ 5 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Folha e inflorescência secas íntegras

0,4 a 0,6 g ou 1 colher de sopa caseira cheia

Água q.s.p.

150 mL

 
Modo de Preparo

Preparar por infusão, por 5 minutos.

Principais indicações

Inapetência, dispepsia, cólicas gastrointestinais e dismenorreia (BLUMENTHAL, 1998). Dismenorreia primária (JENABI & FEREIDOONY, 2015). Auxiliar no alívio dos sintomas dispépticos, flatulência, inflamação, como colerético e antiespasmódico (BRASIL, 2018).

Posologia

Uso oral: adultos devem tomar 150 mL (1 xícara de chá) do infuso duas a três vezes ao dia.

Uso oral: crianças acima de 3 anos devem tomar 3 mL (1 colher de chá caseira) do infuso por quilograma de peso corporal por dose, duas a três vezes ao dia.

Uso tópico: fazer bochechos ou gargarejos duas a três vezes ao dia.

Uso tópico: aplicar o infuso sobre a pele ou úlcera duas a três vezes ao dia.

Uso tópico: borrifar o infuso sobre as lesões de pele duas a três vezes ao dia.

Uso tópico: fazer banhos de assento duas a três vezes ao dia com volume suficiente do infuso.

Referências bibliográficas

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Dados Químicos
[ 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 , 12 , 13 , 14 , 15 , 16 , 17 , 18 ]
Marcador:
azuleno
Principais substâncias:

Ácidos

salicílico, succínico, valeriânico e fórmico.

Ácidos graxos

linoleico, linolênico, mirístico, oleico, palmítico e esteárico.

Ácidos orgânicos

ferúlico, oxálico, fumárico, gálico e cítrico succínico.

Açúcares

arabinose, frutose, galactose, dextrose, dulcitol, glicose, inositol, maltose, manitol, rafinose, sacarose e trealose.

Alcaloides

aquileína, betonicina, estaquidrina, trigonelina, betaína e colina.

Aminoácidos

alanina, ácido aspártico, ácido glutâmico, histidina, leucina, lisina, betaína, prolina e valina.

Compostos fenólicos

ácido clorogênico, ácido caféico, ácido siríngico, pirocarboxílico, ácido 3,5-dicafeoilquínico, ácido 5-O-cafeoilquímico, ácido 3,4-dicafeoilquínico e ácido 4,5-dicafeoilquínico.

Cumarinas

Fitosteróis

β-sitosterol.

Flavonoides

apigenina, luteolina, artemetina, casticina, rutina, isoramnetina, kaempferol, vicenina, quercetina, centaureidina, resveratrol, 5-hidroxi-3,6,7,4-tetrametoxiflavona, vicenina-2, luteolina-3',7-D-O-glucosídeo, luteolina-7-O-glucosídeo, apigenina-7-O-glucosídeo, luteolina-O-acetilhexosídeo, apigenina-O-acetilhexosídeo, 6-hidroxiluteolina-7-O-glucosídeo, apigenina-7-O-β-D-glucosídeo, apigenina-4-O-β-D-glucosídeo, luteolina-7-O-β-D-glucosídeo, luteolina-4-O-β-D-glicosídeo, quercetina 3-O-glucosídeo, luteolina-7-O-glucuronida, quercetina O-hexosídeo, quercetina O-acetilhexosídeo, luteolina O-acetilhexosídeo, apigenina O-acetilhexosídeo, apigenina-7-O-β-D-glucopiranosídeo, luteolina-7-O-β-D-glucopiranosídeo, luteolina-4’-O-β-D-glucopiranosídeo, luteolina-7-malonilglucosídeo e apigenina-7-malonilglucosídeo.

Heterosídeos cianogênicos

prunasosideo.

Lactonas sesquiterpênicas

eucodina, desacetilmatricarina, milefina e dihidropartenolídeo.

Minerais

Óleos essenciais

germacreno D, borneol, eudesnol, acetato de bornil, alcanfor, 1,8-cineol, eucaliptol, α e β-pineno, β-mirceno, α-felandreno, α-terpineol, p-cimeno, β-cubebeno, limoneno, canfeno, sabineno, linalol, γ-terpineno, terpinen-4-ol, terpineol, α-tuiona, mentol, globulol, eugenol, β-cariofileno, α-cadinol, α-bisabolol, aquilicina, aquilina, milefina, azuleno, camazuleno, isoartemisia cetona, derivados dos guaianolideos eudesmanolideos, longipinenos, paulitina, isopaulitina, psilostaquina C, matricarina e sintenina.

Saponinas

Substâncias amargas

aquileína.

Taninos

condensados e hidrolisáveis.

Vitaminas

B9, C, E.

Referências bibliográficas

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13 - CSUPOR-LÖFFLER, B. et al. Antiproliferative effect of flavonoids and sesquiterpenoids from Achillea millefolium s.l. on cultured human tumour cell lines. Phytother Res, v. 23, n. 5, p.672-676, 2009. doi: 10.1002/ptr.2697
14 - MOUHID, L. et al. Yarrow supercritical extract exerts antitumoral properties by targeting lipid metabolism in pancreatic câncer. PLoS One, v. 14, n. 3, p.e0214294, 2019. doi: 10.1371/journal.pone.0214294
15 - CONTINI, A. et al. Assessing the cytotoxic/genotoxic activity and estrogenic/antiestrogenic potential of essential oils from seven aromatic plants. Food Chem Toxicol, v. 138, p.1-11, 2020. doi: 10.1016/j.fct.2020.111205
16 - DALL’ACQUA, S. et al. Vasoprotective activity of standardized Achillea millefolium extract. Phytomedicine, v. 18, n. 12, p.1031-1036, 2011. doi: 10.1016/j.phymed.2011.05.005
17 - SETZER, W. N. et al. The phytochemistry of cherokee aromatic medicinal plants. Medicines (Basel), v. 5, n. 4, p.121, 2018. doi: 10.3390/medicines5040121
18 - SALEHI, B. et al. Achillea spp.: a comprehensive review on its ethnobotany, phytochemistry, phytopharmacology and industrial applications. Cell Mol Biol (Noisy-le-grand), v. 66, n. 4, p.78-703, 2020.

Propagação: 

a porcentagem de germinação por sementes é baixa, sendo recomendada a reprodução por estacas ou divisão de touceiras. Devem ser mantidas em ambientes de meia sombra (sombrite 50%) por 60 dias, e posteriormente realiza-se o plantio em local definitivo, com espaçamento de 30 cm entre as plantas e 30 cm entre linha e a pleno sol. A irrigação deve ser realizada diarimente. Cresce melhor em solos ricos em matéria orgânica, bem drenados. Desenvolve-se melhor em clima temperado, entretanto suporta temperaturas elevadas de até 38ºC e reduzidos períodos de estiagem [ 1 , 2 , 4 ] .

Achillea millefolium

Divisão de touceiras

Achillea millefolium

Divisão de touceiras

Propagação

Touceira para propagação

Propagação

Touceira para propagação

Propagação

Preparo da muda

Propagação

Preparo da muda

Propagação

Muda

Propagação

Muda

Tratos culturais & Manejo: 

o florescimento ocorre o ano todo, principalmente no verão [ 3 ] .

Colheita: 

a colheita deve ser realizada no estágio de florescimento, 5 cm acima do solo, no período de 9 a 10 horas da manhã [ 1 ] .

Pós-colheita: 

a secagem do material vegetal, deve-se utilizar estufa com ar circulante a temperatura de 45°C/36 horas. A droga vegetal deve ser moída em moinho de faca, até granulometria de 40 mesh. O armazenamento (planta seca) deve ser em ambiente não úmido, por um período de até 6 meses  [ 1 ] .

Problemas & Soluções: 

a reprodução por sementes não é indicada, pois apresenta capacidade de hibridização e as plantas obtidas expressam alterações significativas quanto aos constituintes químicos em relação à planta mãe. É considerada planta útil quando cultivada em hortas e jardins, pois aumenta a concentração de óleos essenciais de outras plantas [ 1 ] .

Referências bibliográficas

1 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 1. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 11-13.
2 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 15-17.
3 - GUPTA, M. P. (Ed.). Plantas medicinales ibero-americanas. Bogotá: Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología, Cyted, Convenio Andrés Bello, 2008. p. 106.
4 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 109-110.

Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Agência Europeia de Medicamentos

Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Organização Mundial de Saúde