Cuphea carthagenensis (Jacq.) J. F. Macbr.

Sete-sangrias.

Família 
Informações gerais 

Nativa da América do Sul. Suas principais indicações são: anti-hipertensiva, anti-inflamatória, antisséptica, hipolipemiante, antiespasmódica, emenagoga, diurética e depurativa[1,2,3,4].

Referências informações gerais
1 - PEREIRA, A. M. S. (Org.). Formulário de Preparação Extemporânea: Farmácia da Natureza – Chás Medicinais. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2017, p.61-62.
2 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 231.
3 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 348.
4 - PEREIRA, A. M. S. et al. Formulário Fitoterápico da Farmácia da Natureza. 2 ed. São Paulo: Bertolucci, 2014, p. 97-99.
Descrição da espécie 

Planta anual, herbácea, medindo cerca de 20 a 50 cm de altura, ereta, pouco ramificada, de caule avermelhado, pilosidade glandulosa e áspera; folhas simples, opostas, ásperas, de cor mais clara na fase abaxial, com 1,5 a 3,5 cm de comprimento; as flores são de cor lilás, agrupadas de 2 a 4 nas axilas foliares[1].

Referências descrição da espécie
1 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 348.
Nome popular Local Parte da planta Indicação Modo de preparo Forma de uso Restrição de uso Referências
Sete-sangrias Brasil Planta toda

No tratamento de acne e furúnculos.

Tintura.

Ingerir 30 a 40 gotas em 1 xícara de água (200 mL) antes das principais refeições até 4 vezes ao dia.

Esta planta deve ser usada para problemas de baixa gravidade e por até 30 dias. Não utilizar durante a gravidez e lactação.

[ 1 ]
Sete-sangrias, pé-de-pinto, erva-de-sangue e guanxuma-vermelha Brasil Planta toda

diurética, anti-hipertensiva, e no tratamento da aterosclerose e palpitações do coração.

Chá: 1 colher (chá) da planta picada em 1 xícara de água.

Tomar 1 xícara de 1 a 3 vezes ao dia.

Não é indicado o uso em crianças.

[ 2 ]
Sete-sangrias, pé-de-pinto, erva-de-sangue e guanxuma-vermelha Brasil Planta toda

Para aliviar a sensação de respiração difícil, irritação das vias respiratórias, tosse dos cardíacos e insônia.

Xarope: preparar o chá de 1 colher (chá) da planta picada em 1 xícara de água, e adicionar 1 xícara de açúcar, levar ao fogo até a dissolução.

Tomar 1 colher (sopa) de 2 a 3 vezes ao dia.

Não é indicado o uso em crianças.

[ 2 ]
Sete-sangrias, pé-de-pinto, erva-de-sangue e guanxuma-vermelha Brasil Planta toda

diurética, depurativa, ativadora da circulação sanguínea e da função intestinal, e contra o nervosismo.

Extrato alcoólico: maceração por 8 dias de 2 colheres (sopa) da planta inteira picada em 1 xícara (média) de álcool de cereais à 70%.

Tomar 1 colher (café) em água, de 2 a 3 vezes ao dia.

Não é indicado o uso em crianças.

[ 2 ]
Sete-sangrias, pé-de-pinto, erva-de-sangue e guanxuma-vermelha Brasil Planta toda

No tratamento de infecções da pele em geral.

Decocção: 1 colher (sopa) da planta picada em 1 copo de leite, cozinhar por 3 minutos.

Aplicar na área afetada 2 vezes ao dia (manhã e noite).

Não é indicado o uso em crianças.

[ 2 ]
Sete-sangrias Porto Alegre-RS (Brasil) -

Antisifilítica, diaforética, laxativa, diurética e febrífuga.

-

-

-

[ 3 ]
Sete-sangrias Brasil Planta toda

No tratamento de doenças cardiovasculares, anti-hipertensiva, laxativa, diaforética e febrífuga.

-

-

-

[ 4 ]

Referências bibliográficas

1 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 231.
2 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 348-349.
3 - DICKEL, M. L. et al. Plants popularly used for loosing weight purposes in Porto Alegre, South Brazil. J Ethnopharmacol, v. 109, n. 1, p.60-71, 2007. doi: 10.1016/j.jep.2006.07.003
4 - ANDRIGHETTI-FRÖHNER, C. R. et al. Antiviral evaluation of plants from Brazilian Atlantic Tropical Forest. Fitoterapia, v. 76, n. 3-4, p.374-378, 2005. doi: 10.1016/j.fitote.2005.03.010

Antioxidante

Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: maceração do material vegetal em etanol à 70%. Frações: butanol e acetato de etila. Concentrações para ensaio: 0,1 a 100 mg/mL.

In vitro:

Determinar a capacidade antioxidante através da eliminação de radical superóxido (enzima xantina oxidase), produção de TBARS, ensaio de desoxirribose (FeCl3 e NTA) e peroxidação lipídica (TBA).

 

Os extratos das folhas de C. carthagenensis apresentam atividade antioxidante potente, principalmente o hidroalcoólico (extrato bruto).

[ 6 ]

Antioxidante e Hipocolesterolemiante

Antioxidante e Hipocolesterolemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: infusão de 60 g do material vegetal (pó) em 1 L de água fervente, com posterior precipitação com etanol. Rendimento: 10,34%. Doses para ensaio: 30, 100 e 300 mg/kg.

In vitro:

Em segmentos aórticos, torácicos, abdominais e ilíacos para análises macroscópica e histopatológica.

 

In vivo:

Em coelhos da Nova Zelândia portadores de dislipidemia e aterogênese induzidas por dieta hipercalórica, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do peso corporal, dos níveis plasmáticos de TG, CT, LDL, VLDL, HDL, TBARS e nitrato/nitrito, e GSH, GST, SOD e CAT em homogenato hepático.

Observou-se que o extrato de C. carthagenensis apresenta atividade hipocolesterolemiante e antioxidante, reduzindo o desenvolvimento da aterosclerose.

[ 2 ]

Antioxidante e Vasodilatadora

Antioxidante e Vasodilatadora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: infusão de 60 g do material vegetal (pó) em 1 L de água fervente, com posterior precipitação com etanol. Rendimento: 10,34%. Doses para ensaio: 30, 100 e 300 mg/kg.

In vitro:

Em vasos mesentéricos e anéis da aorta de ratas normotensas, incubados com o extrato vegetal, para avaliar a resposta vasodilatadora.

 

In vivo:

Em ratas Wistar ovariectomizadas e com hipertensão renal induzida por obstrução do fluxo sanguíneo (clipe prata introduzido no rim esquerdo), com posterior análise da função renal, parâmetros cardiológicos e vasodilatadores, ensaios bioquímicos (ureia, creatinina, sódio, potássio, nitrito e ácido tiobarbitúrico), imunossorventes (nitrotirosina, vasopressina e aldosterona) e fluorimetria indireta (angiotensina), e quantificação dos níveis de SOD, LPO e GSH nos rins, aorta e coração.

Observou-se que o extrato de C. carthagenensis apresenta atividade antioxidante e vasodilatadora, reduzindo a progressão da doença cardiorrenal.

[ 1 ]

Antiviral

Antiviral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Parte aérea

Extrato: 1575 g do material vegetal em etanol/água (70:30). Rendimento: 3,0%. Frações: diclorometano, acetato de etila e n-butanol. Rendimento: 0,09, 0,1 e 0,4%, respectivamente. Outras espécies em estudo: Lippia alba (folha), Tillandsia usneoides (parte aérea), Bromelia antiacantha (fruto), Araucaria angustifolia (folha) e Wilbrandia ebracteata (raíz).

In vitro:

Em cepas de Vírus do Herpes Simples tipo I (HSV-1 - KOS) e 29-R (aciclovir resistentes), e poliovírus tipo 2 (PV-2).

 

Observou-se que C. carthagenensis apresenta atividade potente contra o vírus HSV-1, enquanto que T. usneoides e L. alba foram efetivos para cepas 29-R e ao vírus PV-2.

[ 5 ]

Ausência de ação diurética

Ausência de ação diurética
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: infusão de 60 g do material vegetal (pó) em 1 L de água fervente, com posterior precipitação com etanol. Rendimento: 16%. Doses para ensaio: 30, 100 e 300 mg/kg. Outras espécies em estudo: Phyllanthus tenellus e Echinodorus grandiflorus. Rendimento: 15 e 13%, respectivamente.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos ao teste de atividade diurética aguda, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (níveis urinários e plasmáticos de sódio e potássio, pH e densidade da urina, concentração plasmática de proteínas totais, ureia e creatinina, atividade da Enzima Conversora de Angiotensina (ECA), e análise da secreção de sódio, potássio, cloreto e bicarbonato), estudo hemodinâmico e ensaio de eliminação de estresse oxidativo (DPPH, AAPH, NO e NOx).

Observou-se que o extrato de C. carthagenensis não apresenta atividade diurética, sendo esta ação identificada apenas para E. grandiflorus.

[ 3 ]

Hipocolesterolemiante

Hipocolesterolemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: infusão de 20 g do material vegetal (pó) em 1 L de água fervente. Outra espécie em estudo: Campomanesia xanthocarpa (folha).

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos a alimentação hipercalórica, e ao tratamento crônico (4 semanas) com os extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (colesterol total, triglicerídeos, glicose, ureia, creatinina, albumina e fosfatase alcalina) e histológicos (pulmão e fígado).

Observou que o extrato de C. carthagenensis apresenta atividade hipocolesterolemiante, enquanto que C. xanthocarpa reduz o peso corporal e os níveis glicêmicos.

[ 7 ]

Vasodilatadora

Vasodilatadora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Parte aérea

Extrato: 18 g do material vegetal (pó) em água (2%, p/v). Rendimento: 3,3 g.

Extrato: 1000 g do material vegetal (pó) em etanol. Rendimento: 171 g. Frações: em água, n-hexano, diclorometano, acetato de etila e n-butanol.

In vitro:

Em anéis da aorta de ratos Wistar com endotélio funcional pré-contraído com fenilefrina e incubados com extratos e frações da espécie vegetal em estudo.

 

Observou-se que C. carthagenensis apresenta atividade vasodilatadora, devido ao sinergismo entre as substâncias químicas como: flavonoides, proantocianidinas, taninos e fenóis.

[ 4 ]

Vasorelaxante

Vasorelaxante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Extrato hidroalcoólico. Frações: butanol e acetato de etila. Concentrações para ensaio: 0,1 µg/mL a 3 mg/mL.

In vitro:

Em anéis da aorta torácica de ratos, pré-contraídas com fenilefrina, e incubadas com extrato e frações da espécie vegetal em estudo.

 

A fração butanólica apresentou atividade vasorelaxante mais pontente (IC50 = 6,8 µg/mL),  endotélio-dependente (via NO/cGMP) ou endotélio-independente.

[ 8 ]

Referências bibliográficas

1 - SCHAEDLER, M. I. et al. Redox regulation and NO/cGMP plus K+ channel activation contributes to cardiorenal protection induced by Cuphea carthagenensis (Jacq.) J. F. Macbr. in ovariectomized hypertensive rats. Phytomed, v. 51, p.7-19, 2018. doi: 10.1016/j.phymed.2018.05.011
2 - BARBOSA, L. N. et al. Atheroprotective effects of Cuphea carthagenensis (Jacq.) J. F. Macbr. in New Zealand rabbits fed with cholesterol-rich diet. J Ethnopharmacol, v. 187, p.134-145, 2016. doi: 10.1016/j.jep.2016.04.027
3 - PRANDO, T. B. L. et al. Ethnopharmacological investigation of the diuretic and hemodynamic properties of native species of the Brazilian biodiversity. J Ethnopharmacol, v. 174, p.369-378, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.08.029 
4 - KREPSKY, P. B. et al. Chemical composition and vasodilatation induced by Cuphea carthagenensis preparations. Phytomed, v. 19, n. 11, p.953-957, 2012. doi: 10.1016/j.phymed.2012.05.011
5 - ANDRIGHETTI-FRÖHNER, C. R. et al. Antiviral evaluation of plants from Brazilian Atlantic Tropical Forest. Fitoterapia, v. 76, n. 3-4, p.374-378, 2005. doi: 10.1016/j.fitote.2005.03.010
6 - SCHULDT, E. Z. et al. Comparative study of radical scavenger activities of crude extract and fractions from Cuphea carthagenensis leaves. Phytomed, v. 11, n. 6, p.532-529, 2004. doi: 10.1016/j.phymed.2003.05.005
7 - BIAVATTI, M. W. et al. Preliminary studies on Campomanesia xanthocarpa (Berg.) and Cuphea carthagenensis (Jacq.) J. F. Macbr. aqueous extract: weight control and biochemical parameters. J Ethnopharmacol, v. 93, n. 2-3, p.385-389, 2004. doi: 10.1016/j.jep.2004.04.015
8 - SCHULDT, E. Z. et al. Butanolic fraction from Cuphea carthagenensis Jacq McBride relaxes rat thoracic aorta through endothelium-dependent and endothelium-independent mechanisms. J Cardiovasc Pharmacol, v. 35, n. 2, p.234-239, 2000. doi: 10.1097/00005344-200002000-00009

Farmácia da Natureza
[ 1 ]

Fórmula

Tintura

Alcoolatura

Componente

Quantidade

Componente

Quantidade*

Etanol/água 70%

1000 mL

Etanol/água 80%

1000 mL

Parte aérea seca

100 g

Parte aérea fresca

200 g

                                                                    * Após a filtragem ajustar o teor alcoólico da alcoolatura para 70%, com adição de etanol 98%, se necessário.
Modo de preparo

Tintura: pesar 100 g de parte aérea seca, fragmentada e colocar em frasco de vidro âmbar; em seguida adicionar 1000 mL de etanol a 70%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.

Alcoolatura: pesar 200 g de parte aérea fresca, lavar, picar e colocar em frasco de vidro âmbar; em seguida adicionar 1000 mL de etanol a 80%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.

Principais indicações

Hipertensão arterial leve a moderada.

Posologia

Uso oral: tomar de 1 a 3 gotas por quilo de peso, divididas em 3 vezes ao dia, sempre diluídas em água (cerca de 50 mL ou meio copo).

Farmácia da Natureza
[ 2 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Parte aérea seca rasurada

0,4 a 0,6 g ou uma colher de chá caseira cheia

Água q.s.p.

150 mL

 
Modo de preparo

Preparar por infusão, por 5 minutos.

Principais indicações

Hipertensão arterial leve a moderada.

Posologia

Uso oral: adultos devem tomar 150 mL (1 xícara de chá) do infuso três a quatro  vezes ao dia.

Referências bibliográficas

1 - PEREIRA, A. M. S. et al. Formulário Fitoterápico da Farmácia da Natureza. 3 ed. São Paulo: Bertolucci, 2020, p. 103-105.
2 - PEREIRA, A. M. S. (Org.). Formulário de Preparação Extemporânea: Farmácia da Natureza. 2 ed. São Paulo: Bertolucci, 2020, p. 59-60.

Dados Químicos
[ 1 , 2 , 3 , 4 , 5 ]
Marcador:
Principais substâncias:

Ácidos graxos livres

ácido láurico e ácido mirístico.

Fitosteróis

β-sitosterol, estigmasterol e ergosterol.

Flavonoides

apigenina, luteolina, campferol, quercetina, quercetina-5-O-glucopiranósideo, quercetina-3-O-arabinofuranosídeo, quercetina-3-sulfato, ramnetina, isoramnetina e miricetina.

Mucilagens

Polissacarídeos

manitol.

Proantocianidinas

Saponinas

Taninos

Triterpenos pentacíclicos

β-amirina, ácido betulínico, ácido ursólico, epifriedehnol e cartagenol.

Referências bibliográficas

1 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 231.
2 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 349.
3 - PRANDO, T. B. L. et al. Ethnopharmacological investigation of the diuretic and hemodynamic properties of native species of the Brazilian biodiversity. J Ethnopharmacol, v. 174, p369-378, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.08.029
4 - ANDRIGHETTI-FRÖHNER, C. R. et al. Antiviral evaluation of plants from Brazilian Atlantic Tropical Forest. Fitoterapia, v. 76, n. 3-4, p.374-378, 2005. doi: 10.1016/j.fitote.2005.03.010
5 - GONZÁLEZ, A. G. et al. Chemical Components of Cuphea Species. Carthagenol: a new triterpene from C. carthagenensis. Planta Med, v. 60, n. 6, p.592-593, 1994. doi: 10.1055/s-2006-959585

Propagação: 

por sementes [ 1 ] .

Referências bibliográficas

1 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2008, p. 348.

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