Assim para atualizarmos os conteúdos dessa terceira edição contamos com os alunos de graduação e pós, os parceiros internos e externos, de muita vivencia em campo. Foi difícil controlar essa grande bola de neve que é o amplo universo dos conhecimentos sobre plantas medicinais, ainda temos muito para repartir e divulgar mas por enquanto ficamos com essa terceira edição revisada e ampliada dentro de limites possíveis.
Biblioteca Virtual
Considerando a constante necessidade de novas informações de pesquisa dos Biomas Nacionais e dos grupos brasileiros que atuam na área de Farmácia com Plantas Medicinais, a PNBio teve como uma de suas metas iniciais compilar informações em uma coleção de livros com os objetivos de informação e ensino. Nesta edição, os leitores terão acesso a algumas coletâneas realizadas, por pesquisadores da área vinculados ao INCT, versando sobre atividade de plantas do Brasil.
Uma planta conhecida e utilizada desde os tempos remotos, sendo difundida em todo o mundo, é o alecrim (Rosmarinus officinalis L.), classificada como medicinal e aromática. Glória (1995) relata que por seu alto poder aromático, é largamente utilizado, tanto suas folhas frescas como dessecadas, na culinária; seu aroma é forte, dono de agradável perfume adocicado de incenso e cânfora. Isso é possível graças a suas estruturas que excretam substâncias lipofílicas, através dos tricomas secretores de...
Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de criar vocabulários controlados (padronização de termos, conceitos e abreviações) para serem utilizados como referência primária, principalmente no registro e pós-registro de medicamentos, nas suas bulas e rótulos, nos sistemas de informações e em outras atividades que necessitam de informações padronizadas sobre embalagens, vias de administração e formas farmacêuticas de medicamentos, como na certificação de Boas Práticas de Fabricação (por isso...
A presente edição da Lista do Brasil, hoje com cerca de 41.000 espécies validadas e com tendência de forte crescimento em função da existência de grandes porções do território nacional ainda inexploradas, confirma que neste país ocorre a maior diversidade florística do planeta. A presente publicação deve ser vista como o início, e não o fim, de um longo processo para sistematizar o conhecimento da vegetação brasileira. Esta é uma obra que deverá ser continuamente atualizada nos próximos anos e...
Quando se fala de cultivo de plantas medicinais está-se conservando a biodiversidade, a saúde humana, o alimento, a economia, o resgate do conhecimento popular, a organização, a participação social, o gênero e a geração.
RDC nº 49 de 23 de Novembro de 2010, aprova a Farmacopeia Brasileira, 5ª edição, constituída de Volume 1 – Métodos Gerais e textos.
RDC nº 49 de 23 de Novembro de 2010, aprova a Farmacopeia Brasileira, 5ª edição, constituída Volume 2 – Monografias.
A Resolução Nº 04 de 2009 que dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos de uso humano, demandou a necessidade do desenvolvimento de Guias para complementação da norma. Esses guias foram desenvolvidos dentro de um prazo de 180 dias da data de sua publicação. Foi constituído um grupo coordenado pela Gerência de Farmacovigilância do Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária, com a participação de...
Esta diretriz diz respeito à condução de estudos de toxicidade de dose repetida de substâncias ativas destinadas ao uso humano.
A publicação deste livro decorre da elaboração de um material instrucional de uso interno, inicialmente uma apostila de apoio para o “Curso de Plantas Medicinais”, voltado a programas de capacitação de multiplicadores, e que foi criado em resposta à demanda dos alunos da Escola Municipal de Jardinagem, da população e de funcionários públicos da Prefeitura da Cidade de São Paulo.
Procurou-se discutir algumas das tecnologias utilizadas na pós colheita de vegetais, com potencial terapêutico ou não, com vistas a apresentar vantagens e desvantagens das mesmas e contribuir com a conscientização e informação dos segmentos da sociedade envolvidos e ou interessados na cadeia de plantas medicinais, aromáticas e condimentares.
Este documento de reflexão aplica-se a extratos usados como substâncias ativas em medicamentos à base de plantas (HMPs) tanto para uso humano e veterinário como em medicamentos tradicionais à base de plantas (THMPs) para uso humano. O objetivo deste trabalho de reflexão é considerar aspectos relacionados aos diferentes níveis de purificação de extratos e fornecer critérios para distinguir entre os extratos que podem ser considerados como preparações fitoterápicas e aqueles que podem ser, mais...
As monografias dos Novos Estados Independentes (NEI) incluem informações cientificas abrangentes sobre segurança, eficácia e qualidade de plantas medicinais. O formato destas monografias é o mesmo quando comparado as monografias da OMS sobre plantas medicinais. Cada monografia segue um formato padrão, com informações apresentadas em duas partes, seguidas de uma lista de referência. A primeira parte apresenta resumos farmacopeicos para garantia de qualidade, enquanto a segunda parte inclui...
A Farmacopeia Francesa contém textos e monografias exclusivamente nacionais complementares à Farmacopeia Europeia. Os princípios gerais e prescrições da Farmacopeia Europeia aplicam-se a todas monografias e textos da Farmacopeia Francesa.
O objetivo deste Glossário Ilustrado de Morfologia é suprir o analista de laboratório com informações sobre definições de termos utilizados na morfologia das espécies botânicas (plantas, frutos, sementes e plântulas).
O objetivo deste documento é recomendar padrões internacionais e promover a harmonização dos estudos de segurança não clínica recomendados para apoiar ensaios clínicos humanos de um determinado escopo e duração, bem como autorização de introdução no mercado para produtos farmacêuticos.
Este livro foi publicado em 2009 e traz informações sobre os métodos usados pelos cientistas para transformar uma planta medicinal em medicamentos fitoterápicos. Ele traz também exemplos de espécies de plantas estudadas e que são considerados fitoterápicos pela Organização Mundial da Saúde.
O Programa define ações distribuídas por eixos, responsáveis e prazos necessários à implementação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.
Uma série de monografias de plantas medicinais selecionadas pela OMS, com o ojetivo de: fornecer informações científicas sobre segurança, eficácia e controle de qualidade de plantas medicinais amplamente utilizadas; fornecer um modelo para auxilar no desenvolvimento de monografias ou formulários de plantas medicinais que são consideradas específicas de uma determinda região; e facilitar o intercâmbio de informações entre os diversos Estados. Apesar de não serem monografias de farmacopeia, são...
O objetivo dos estudos de toxicidade reprodutiva é revelar qualquer efeito de um medicamento sobre reprodução de mamíferos.
Esta diretriz descreve uma estrutura geral e abordagens práticas sobre como testar o potencial de genotoxicidade de substâncias/preparações à base de plantas e como interpretar os resultados.
As justificativas para que sejam exigidos ensaios clínicos de um fármaco convencional envolvem, basicamente, quatro questões: o tripé da qualidade total no desenvolvimento, produção e controle de medicamentos, (do inglês Chemistry-Manufacturing-Control – CMC), os aspectos pré-clínicos, os aspectos clínicos e os questionamentos éticos. No entanto, as plantas medicinais e os fitoterápicos possuem duas características próprias: são misturas multicomponentes e, na maioria das vezes, sua...
Este manual apresenta as técnicas relacionadas aos procedimentos de coleta, armazenamento e herborização de amostras vegetais preconizadas pela Embrapa Florestas. Também são descritos os equipamentos e materiais necessários para a obtenção de coletas de qualidade que possibilitarão uma correta identificação das espécies amostradas.
As Diretrizes da OCDE para Testes de Produtos Químicos são revisadas periodicamente à luz do progresso. A Diretriz de Teste 407 original foi adotada em 1981. Em 1995, uma versão revisada foi adotada para obter informações adicionais do animal utilizado no estudo, em particular sobre neurotoxicidade e imunotoxicidade.
Com base no primeiro manual de divulgação do TRAMIL-Panamá de 2005, sob a direção de Pablo Solís, em colaboração com o Ministério da Saúde e o CIFLORPAN, este trabalho visa estender essas informações a toda a Bacia do Caribe de Língua Espanhola para o uso de Plantas Medicinais ao nível da Atenção Primária à Saúde.
Com base nas monografias da primeira edição da Caribbean Plant Pharmacopoeia (1996), CETRA (Comitê Editorial TRAMIL), formado por especialistas em fitoquímica, farmacologia, medicina e toxicologia, atualizou e revisou todas essas contribuições, complementando-as com novas referências bibliográficas, assim somente por novos resultados de pesquisas ou experimentos biológicos e toxicológicos fornecidos pela equipe científica TRAMIL. Esta edição é o resultado da implementação coletiva do programa....
O livro é feito por pessoas que trabalham pelo centenário. Com a contribuição do: TRADIF-Cuba, Meio Ambiente e Desenvolvimento, UAG, Ministério francês do MINSAP e Laboratório Central de Farmacologia da Universidade Médica de Havana.
WHO Guidelines for Assessing Quality of Herbal Medicines with Reference to Contaminants and Residues
A qualidade dos fitoterápicos tem impacto direto na sua segurança e eficácia. Existem muitas medidas de controle para fitoterápicos, e o primeiro passo importante é controlar a qualidade de plantas medicinais e materiais fitoterápicos. No entanto, este é um tarefa muito complicada e difícil, pois envolve muitas áreas diferentes, como a meio ambiente e práticas agrícolas. Pesquias tem demostrado que as ervas podem absorver metais pesados durante o crescimento. Por esta razão, existe atualmente...