Punica granatum L.

Romã, romãzeira, romeira, granada e miligrana.

Família 
Informações gerais 

Originária da Ásia, especialmente no Afeganistão, Irã, China e Índia. Encontra-se difundida pela região Mediterrânea, África, Austrália, Estados Unidos, Califórnia, México e América do Sul, sendo bem adaptada no Brasil. Esta espécie é cultivada como medicinal, ornamental e alimentícia. Suas principais indicações são: antiparasitária (tenífuga, amebas e helmintos), anti-inflamatória, antiartrítica, antidiarreica, adstringente, antisséptica, antibacteriana, antiviral, imunomoduladora, antioxidante, antiespasmódica, cicatrizante, nefroprotetora, hipotensora, hipoglicemiante, anti-hipertensiva, antidislipidêmica e antitumoral[1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21].

Referências informações gerais
1 - MATOS, F. J. A. Plantas medicinais: Guia de seleção e emprego de plantas medicinais usadas em fitoterapia no Nordeste do Brasil. 2 ed. Fortaleza: Imprensa Universitária – UFC, 2000, p. 273-274.
2 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 201-204.
3 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 3 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2021, p. 350-351.
4 - MUKHERJEE, P. K; HOUGHTON, P. J. Evaluation of Herbal Medicinal Products Perspectives on quality, safety and efficacy. London: Pharmaceutical Press, 2009, p. 273-274.
5 - GERMOSÉN-ROBINEAU, L. (Ed.). Hacia una farmacopea caribeña. Tramil 7 edición. Santo Domingo, República Dominicana: Enda-Caribe, UAG & Universidad de Antioquia, 1995, p. 526-528.
6 - GRUENWALD, J. et al. PDR for Herbal Medicines. Montvale: Economics Company, Inc, 2000, p. 605-606.
7 - EVANS, W. C. Trease and Evans Pharmacognosy. 16 ed. Philadelphia: Saunders, 2009, p. 34, 232 e 468.
8 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 3. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 122-131.
9 - NIRUMAND, M. C. et al. Dietary plants for the prevention and management of kidney stones: preclinical and clinical evidence and molecular mechanisms. Int J Mol Sci, v. 19, n. 3, p.1-24, 2018. doi: 10.3390/ijms19030765
10 - MAHDAVI, A. M.; JAVADIVALA, Z. Systematic review of the effects of pomegranate (Punica granatum) on osteoarthritis. Health Promot Perspect, v. 11, n. 4, p.411-425, 2021. doi: 10.34172/hpp.2021.51
11 - MAHDAVI, A. M. et al. Potential effects of pomegranate (Punica granatum) on rheumatoid arthritis: a systematic review. Int J Clin Pract, v. 75, n. 8, p.1-12, 2021. doi: 10.1111/ijcp.13999
12 - SAHEBKAR, A. et al. Effects of pomegranate juice on blood pressure: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Pharmacol Res, v. 115, p.149-161, 2017. doi: 10.1016/j.phrs.2016.11.018
13 - ISMAIL, T. et al. Pomegranate peel and fruit extracts: a review of potential anti-inflammatory and anti-infective effects. J Ethnopharmacol, v. 143, n. 2, p.397-405, 2012. doi: 10.1016/j.jep.2012.07.004
14 - MACHARIA, J. M. et al. Medicinal plants with anti-colorectal cancer bioactive compounds: potential game-changers in colorectal cancer management. Biomed Pharmacother, v. 153, p.1-15, 2022. doi: 10.1016/j.biopha.2022.113383
15 - JAVAN, R. et al. Herbal medicines in idiopathic heavy menstrual bleeding: a systematic review. Phytother Res, v. 30, n. 10, p.1584-1591, 2016. doi: 10.1002/ptr.5675
16 - MIRAHMAD, M. et al. Antioxidative hypoglycemic herbal medicines with in vivo and in vitro activity against C-reactive protein; a systematic review. Phytomedicine, v. 109, 2023. doi: 10.1016/j.phymed.2022.154615
17 - WONG, T. L. et al. Pomegranate bioactive constituents target multiple oncogenic and oncosuppressive signaling for cancer prevention and intervention. Semin Cancer Biol, v. 73, p.265-293, 2021. doi: 10.1016/j.semcancer.2021.01.006
18 - MARMITT, D. J. et al. Clinical trials with plants in diabetes mellitus therapy: a systematic review. Expert Rev Clin Pharmacol, v. 14, n. 6, p.735-747, 2021. doi: 10.1080/17512433.2021.1917380
19 - LORZADEH, E. et al. Does pomegranate consumption improve oxidative stress? A systematic review and meta-analysis of randomized controlled clinical trials. Clin Nutr ESPEN, v. 47, p.117-127, 2022. doi: 10.1016/j.clnesp.2021.11.017
20 - CARDOSO, V. F. S. et al. Efficacy of medicinal plant extracts as dental and periodontal antibiofilm agents: a systematic review of randomized clinical trials. J Ethnopharmacol, v. 281, p.1-13, 2021. doi: 10.1016/j.jep.2021.114541
21 - SOBHANI, Z. et al. Medicinal plants targeting cardiovascular diseases in view of Avicenna. Curr Pharm Des, v. 23, n. 17, p.2428-2443, 2017.  doi: 10.2174/1381612823666170215104101
Descrição da espécie 

Arvoreta, com até 7 m de altura, ereto, caducifólia, com ramos angulosos, e as vezes espinhosos; casca do caule de cor avermelhada nas extremidades dos galhos e acinzentadas no tronco e galhos maiores; folhas simples, inteiras, cartáceas, glabras, com nervuras pinadas, alternas ou fasciculadas, ovais, elípticas ou oblongas, obtusas ou agudas, verde-luzentes, avermelhadas quando novas, dispostas em grupos de 2 ou 3, com até 8 cm de comprimento, com pecíolos curtos; flores bissexuadas, regulares, solitárias ou em fascículos paucifloros, nas axilas superiores ou terminais, sésseis, corola vermelho alaranjadas, com cálice esverdeado duro e coriáceo, apresenta pseudofruto sincárpico seco, indeiscente, com os lóculos sobrepostos e compartimentados interiormente por meio de tabiques delgados; frutos do tipo baga globoide, com até 15 cm de diâmetro, com casca coriácea, amarelada ou avermelhada manchada de escuro, multilocular, com inúmeras sementes, possui sabor adstringente e pouco amargo; as sementes são pequenas, globosas, cobertas por arilo suculento, róseo e translúcido, de sabor doce ligeiramente[1,2,3,4,5,6,7,8].

Referências descrição da espécie
1 - MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas. 2 ed. Fortaleza: UFC, 1994, p. 143.
2 - MATOS, F. J. A. Plantas medicinais: Guia de seleção e emprego de plantas medicinais usadas em fitoterapia no Nordeste do Brasil. 2 ed. Fortaleza: Imprensa Universitária – UFC, 2000, p. 272.
3 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 201-202.
4 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 3 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2021, p. 350.
5 - GERMOSÉN-ROBINEAU, L. (Ed.). Hacia una farmacopea caribeña. Tramil 7 edición. Santo Domingo, República Dominicana: Enda-Caribe, UAG & Universidad de Antioquia, 1995, p. 526.
6 - GRUENWALD, J. et al. PDR for Herbal Medicines. Montvale: Economics Company, Inc, 2000, p. 605.
7 - FERRO, D. & PEREIRA, A. M. S. Fitoterapia: Conhecimentos tradicionais e científicos, vol. 3. 1 ed. São Paulo: Bertolucci, 2018, p. 123.
8 - MACHARIA, J. M. et al. Medicinal plants with anti-colorectal cancer bioactive compounds: potential game-changers in colorectal cancer management. Biomed Pharmacother, v. 153, p.1-15, 2022. doi: 10.1016/j.biopha.2022.113383
Nome popular Local Parte da planta Indicação Modo de preparo Forma de uso Restrição de uso Referências
Granada, granatapfel e pomegranate Colômbia (Zona Tropical) Fruto, Folha e córtex

Purgativa.

Suco ou decocção.

-

-

[ 1 ]
Granada, granatapfel e pomegranate Colômbia (Zona Tropical) Fruto

Tônico do sistema circulatório.

Suco.

-

-

[ 1 ]
Romãzeira Nordeste (Brasil) Fruto (casca fresca ou seca)

Anti-inflamatória (boca e garganta), no tratamento da dor de garganta e rouquidão.

Em pedaços ou na forma de decocção: 1 colher (de sopa) do material vegetal em 1 xícara (média) de água.

Mastigar pedaços da casca do fruto (como pastilhas) ou a decocção na forma de bochecho, gargarejo ou compressa. 

Esta espécie possui o alcaloide peletierina (tenífugo), em doses altas pode provocar náuseas, sialorreia, vômitos, dor abdominal, diarreia, confusão mental, e nos casos mais graves, hipotensão e colapso seguido de morte.

[ 2 , 3 , 4 ]
Romãzeira Nordeste (Brasil) Fruto (casca)

Anti-herpética (genital).

Decocção.

Na forma de banhos e compressas ou em creme vaginal.

-

[ 2 , 3 , 4 ]
Romãzeira Nordeste (Brasil) Caule e raiz (cascas)

Tenífuga e antidiarreica.

Decocção: 40 a 60 g de pó do material vegetal em 100 a 200 mL de água. Ferver durante 10 minutos e coar ainda quente. Pode-se misturar com suco de limão ou xarope de gengibre ou de hortelã para mascarar o sabor amargo e adstringente intenso.

Tomar em 3 a 4 porções durante 1 hora. Após a última dose tomar um agente purgante, por exemplo, folha de sena, para o tratamento tenífugo.

Esta espécie possui o alcaloide peletierina (tenífugo), em doses altas pode provocar náuseas, sialorreia, vômitos, dor abdominal, diarreia, confusão mental, e nos casos mais graves, hipotensão e colapso seguido de morte. 

[ 2 , 3 , 4 ]
Romã Ceará (Brasil) Fruto (casca)

Adstringente, hemostático, antisséptico e no tratamento de afecções na boca e garganta.

Decocção.

Uso local.

-

[ 5 ]
Romã Brasil Fruto (casca)

No tratamento de corrimento vaginal.

Decocção: 2 colheres (de sopa) da droga vegetal rasurada em 1 L de água. Ferver por 2 minutos e coar.

Fazer banhos de assento até 3 vezes ao dia.

Esta espécie possui altas quantidades de taninos, por isso não utilizar preparações concentradas por longos períodos, pois é altamente adstringente, podendo provocar prisão de ventre e irritação gastrointestinal. Cautela ao utilizar em gestantes e lactantes.

[ 6 ]
Romã Brasil Fruto (casca)

Anti-inflamatória, antisséptica e no tratamento de infecções (boca e faringe).

Decocção: 6 g (2 colheres de sopa) do material vegetal em 150 mL (1 xícara de chá) de água.

Fazer bochechos e gargarejos até 3 vezes ao dia. 

Esta espécie possui altas quantidades de taninos, por isso não utilizar preparações concentradas por longos períodos, pois é altamente adstringente, podendo provocar prisão de ventre e irritação gastrointestinal. Cautela ao utilizar em gestantes e lactantes.

[ 6 ]
Romã Brasil Fruto (casca)

Anti-inflamatória, antisséptica e no tratamento de infecções (boca e faringe).

Tintura.

Adicionar 1 colher (de sopa) da tintura em 150 mL (1 xícara de chá) de água, e fazer bochechos e gargarejos até 3 vezes ao dia. 

Esta espécie possui altas quantidades de taninos, por isso não utilizar preparações concentradas por longos períodos, pois é altamente adstringente, podendo provocar prisão de ventre e irritação gastrointestinal. Cautela ao utilizar em gestantes e lactantes.

[ 6 ]
Granada Venezuela, Guadalupe, Martinica, Guayana e Honduras Fruto (casca)

Antidiarreica.

Decocção.

-

-

[ 7 ]
Remuna e kréna Polinésia Francesa (etnia Tahitia e Marquesan) Fruto (maduro ou verde)

No tratamento da ciguatera (intoxicação por organismos marinhos).

Decocção.

Uso oral.

-

[ 8 ]
Darhou Azad Jammu e Caxemira (Paquistão) Fruto e semente

Antidisentérica, antidiarreica, no tratamento de dores estomacais e problemas cardíacos.

Pó ou suco.

Uso interno e externo.

-

[ 9 ]
Drunni Distrito de Sudhnoti (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto (casca)

No tratamento de infecções e ferimentos.

Pó.

Uso oral.

-

[ 10 ]
- Curandeiros tradicionais Bapedi (Província de Limpopo, África do Sul) Fruto (pericarpo) ou raiz

Antidiarreica.

Decocção: pegar um punhado do material vegetal, misturar com raízes de Psidium guajava (goiabeira). 

Tomar 250 mL 3 vezes ao dia até redução dos eventos diarreicos.

-

[ 11 ]
- Constantine e Mila (Nordeste da Argélia) -

Antisséptica, antianêmica, hemostática, no tratamento afecções bucais (gengiva e dentes), úlcera péptica e eczema.

-

-

-

[ 12 ]
Romã Brasil Fruto

Antidiarreica, antiparasitária (intestinal) e no tratamento de aftas.

-

-

-

[ 13 ]
Maadhulai Tribo Paliyar (Tamil Nadu, Índia) Fruto (casca)

Antidiarreica e no tratamento de dores no estômago.

Misturar o material vegetal (pó) em água.

-

-

[ 14 ]
Anar Região do Himalaia (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Folha

Antidisentérica e no tratamento de doenças de pele.

Pó.

-

-

[ 15 ]
Anar Região do Himalaia (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto

Adstringente, depurativa, laxante, anti-helmíntica, antidiarreica e antitussígena.

In natura.

-

-

[ 15 ]
Anar Região do Himalaia (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Semente

No tratamento de problemas estomacais e cardíacos.

In natura

-

-

[ 15 ]
Anar Região do Himalaia (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Casca

Adstringente e anti-helmíntica.

Decocção. 

-

-

[ 15 ]
Anar e daroona Khyber Pakhtunkhwa (Paquistão) Fruto (casca)

Anti-hemorroidária, antidiarreica, antidisentérica, antitussígena, antitérmica, depurativa, no tratamento da coqueluche, distúrbios estomacais, icterícia, vômitos, dor de dente e sangramento do nariz.

-

-

-

[ 16 ]
Mokgarenate Província do Limpopo (África do Sul) Raiz ou casca da raiz

Antidiarreica, depurativa, hipoglicemiante e no tratamento de vômitos com presença de sangue.

Decocção.

Tomar 1 xícara 3 vezes ao dia.

-

[ 17 ]
Druna Parque Nacional Toli Peer (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto

Antitussígena e tônica.

In natura.

Uso interno.

-

[ 18 ]
Druna Parque Nacional Toli Peer (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) Folha

Antidisentérica.

Suco.

Uso interno.

-

[ 18 ]
Druna Parque Nacional Toli Peer (Azad Jammu e Caxemira, Paquistão) raiz e caule (casca)

Anti-helmíntica (tênias), antisséptica (bucal) e expectorante.

Decocção.

Uso interno.

-

[ 18 ]
Chor pa lea Karen (Tailândia) Folha (jovem)

Antidiarreica.

Decocção.

Uso interno.

-

[ 19 ]
Darunni Kathua (Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto

Tônica e antianêmica.

Suco. 

-

-

[ 20 ]
Darunni Kathua (Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto

Antidisentérica.

Suco: com água morna.

Tomar 2 vezes ao dia. 

-

[ 20 ]
Darunni Kathua (Jammu e Caxemira, Paquistão) Fruto

Cardioprotetora e no tratamento da icterícia.

In natura.

Tomar 2 vezes ao dia.

-

[ 20 ]
Darunni Kathua (Jammu e Caxemira, Paquistão) Semente

Hemostática.

Torradas em pó.

-

-

[ 20 ]
Darunni Kathua (Jammu e Caxemira, Paquistão) Casca

Adstringente.

-

-

-

[ 20 ]
Romã São Luiz (Maranhão, Brasil) Folha

No tratamento de aftas e após extração de dente.

-

-

-

[ 21 ]

Referências bibliográficas

1 - WEDLER, E. Atlas de las plantas medicinales silvestres y cultivadas em la zona tropical. 2 ed. Colômbia: Todográficas Ltda, 2017, p. 407.
2 - MATOS, F. J. A. Plantas medicinais: Guia de seleção e emprego de plantas medicinais usadas em fitoterapia no Nordeste do Brasil. 2 ed. Fortaleza: Imprensa Universitária – UFC, 2000, p. 84, 273-274.
3 - MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas. 2 ed. Fortaleza: UFC, 1994, p. 144.
4 - LORENZI, H. & MATOS, F. J. de A. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 3 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2021, p. 351.
5 - MATOS, F. J. A. O formulário fitoterápico do professor Dias da Rocha: Informações sobre o emprego na medicina caseira, de plantas do Nordeste, especialmente do Ceará. 2 ed. Fortaleza: EUFC, 1997, p. 205.
6 - PANIZZA, S. T. et al. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luiz: Conbrafito, 2012, p. 222.
7 - GERMOSÉN-ROBINEAU, L. (Ed.). Hacia una farmacopea caribeña. Tramil 7 edición. Santo Domingo, República Dominicana: Enda-Caribe, UAG & Universidad de Antioquia, 1995, p. 526.
8 - CHASSAGNE, F. et al. Polynesian medicine used to treat diarrhea and ciguatera: an ethnobotanical survey in six islands from French Polynesia. J Ethnopharmacol, v. 292, p.1-46, 2022. doi: 10.1016/j.jep.2022.115186
9 - AMJAD, M. S. et al. Ethnobotanical survey of the medicinal flora of Harighal, Azad Jammu & Kashmir, Pakistan. J Ethnobiol Ethnomed, v. 16, n. 1, p.1-28, 2020. doi: 10.1186/s13002-020-00417-w
10 - KHAN, M. F. et al. An ethnopharmacological survey and comparative analysis of plants from the Sudhnoti District, Azad Jammu and Kashmir, Pakistan. J Ethnobiol Ethnomed, v. 17, n. 1, p.1-22, 2021. doi: 10.1186/s13002-021-00435-2
11 - SEMENYA, S. S.; MAROYI, A. Medicinal plants used by the Bapedi traditional healers to treat diarrhoea in the Limpopo Province, South Africa. J Ethnopharmacol, v. 144, n. 2, p.395-401, 2012. doi: 10.1016/j.jep.2012.09.027
12 - OUELBANI, R. et al. Ethnobotanical investigations on plants used in folk medicine in the regions of Constantine and Mila (North-East of Algeria). J Ethnopharmacol, v. 194, p.196-218, 2016. doi: 10.1016/j.jep.2016.08.016
13 - HOLETZ, F. B. et al. Screening of some plants used in the Brazilian folk medicine for the treatment of infectious diseases. Mem Inst Oswaldo Cruz, v. 97, n. 7, p.1027-1031, 2002.  doi: 10.1590/s0074-02762002000700017
14 - DURAIPANDIYAN, V. et al. Antimicrobial activity of some ethnomedicinal plants used by Paliyar tribe from Tamil Nadu, India. BMC Complement Altern Med, v. 6, p.1-7, 2006. doi: 10.1186/1472-6882-6-35
15 - RASHID, S. et al. Ethnobotanical survey of medicinally important shrubs and trees of Himalayan region of Azad Jammu and Kashmir, Pakistan. J Ethnopharmacol, v. 166, p.340-351, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.03.042
16 - KHAN, N. et al. Ethnobotanical and antimicrobial study of some selected medicinal plants used in Khyber Pakhtunkhwa (KPK) as a potential source to cure infectious diseases. BMC Complement Altern Med, v. 14, p.1-10, 2014. doi: 10.1186/1472-6882-14-122
17 - SEMENYA, A. et al. Medicinal utilization of exotic plants by Bapedi traditional healers to treat human ailments in Limpopo province, South Africa. J Ethnopharmacol, v. 144, n. 3, p.646-655, 2012. doi: 10.1016/j.jep.2012.10.005
18 - AMJAD, M. S. et al. Descriptive study of plant resources in the context of the ethnomedicinal relevance of indigenous flora: a case study from Toli Peer National Park, Azad Jammu and Kashmir, Pakistan. PLoS One, v. 12, n. 2, p.1-31, 2017. doi: 10.1371/journal.pone.0171896
19 - TANGJITMAN, K. et al. Ethnomedicinal plants used for digestive system disorders by the Karen of northern Thailand. J Ethnobiol Ethnomed, v. 11, p.1-13, 2015. doi: 10.1186/s13002-015-0011-9
20 - RAO, P. K. et al. Ethnomedicinal plants of Kathua district, J&K, India. J Ethnopharmacol, v. 171, p.12-27, 2015. doi: 10.1016/j.jep.2015.05.028
21 - VIEIRA, D. R. P. et al. Plant species used in dental diseases: ethnopharmacology aspects and antimicrobial activity evaluation. J Ethnopharmacol, v. 155, n. 3, p.1441-1449, 2014. doi: 10.1016/j.jep.2014.07.021

Ansiolítica

Ansiolítica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato aquoso. Padronizado com: 15,77 mg/g de ellagitaninos e 5,46 mg/g de punicalaginas. Dose para ensaio: 2 mL/kg.

In vivo:

Em ratas ovariectomizadas, portadoras de depressão, hiperlipidemia e hiperglicemia induzidas por dieta de cafeteria (CAF), tratados com o extrato vegetal, submetidas ao teste de labirinto de cruz elevado, análise da circunferência abdominal, parâmetros bioquímicos (glicose, insulina, lipídeos, corticosterona e estradiol) e expressão de PPARγ e ERK1/2 (PCR e Western blotting).

O extrato de P. granatum apresenta atividade ansiolítica, por ativação de PPARγ-ERK1/2, além de regular as alterações metabólicas.

[ 113 ]

Ansiolítica e Antidepressiva

Ansiolítica e Antidepressiva
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Suco: a partir do material vegetal (fresco) sem casca. Associação com: Citrus limon. Doses para ensaio: 0,4 + 5,0 mL/kg e 0,2 + 8,0 mL/kg (C. limon + P. granatum, respectivamente).

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos a administração do fitoterápico, com posterior análise dos testes de campo aberto, labirinto em cruz elevado, natação forçada.

A combinação de C. limon e P. granatum apresenta atividades ansiolítica e antidepressiva, principalmente, na combinação de 0,4 + 5,0 mL/kg, respectivamente.

[ 12 ]

Anti-inflamatória

Anti-inflamatória
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Suco. Doses para ensaio: 2 a 8 mL/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de colite induzida por ácido trinitrobenzeno sulfônico, pré e pós-tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros macroscópicos, histológicos e bioquímicos (MPO, GSH, ALP, PCR e nível de fibrinogênio).

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória, principalmente nas doses de 5 e 8 mL/kg, como profilaxia e tratamento.

[ 36 ]
Folha

Extrato: hidroalcóolico. Fração: acetato de etila. Concentrações para ensaio (in vitro): 50 a 100 µL/mL. Doses para ensaio (in vivo): 30 a 300 mg/kg.

In vitro:

Em cultura de macrófagos (RAW 264.7) estimulados por LPS e incubados com a fração vegetal, com posterior análise dos níveis TNF-α, IL-1β, IL-6 e IL-10 (RT-qPCR) e óxido nítrico (reagente de Griess).

 

In vivo:

Em camundongos Swiss portadores de lesão pulmonar aguda induzida por lipopolissacarídeo (LPS), pré-tratados com a fração vegetal, com posterior análise dos níveis de leucócitos, TNF-α, IL10 e albumina no fluido de lavagem broncoalveolar, expressão de TNF-α, IL-1β, IL-6 e IL-10 (RT-qPCR) e parâmetros histológico pulmonares.

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória, sendo eficaz na prevenção da lesão pulmonar aguda.

[ 77 ]
Fruto (casca)

Extrato: 0,5 kg de material vegetal (pó) em metanol a 90% (v/v). Padronizado com: 13% de ácido elágico. Formulação tópica (PEG 400/4000): contendo 1 a 5% (p/p) de extrato vegetal. Concentrações para ensaio: 1 a 5 mg/orelha.

In vivo:

Em camundongos ICR submetidos ao edema de orelha induzido por fenol, tratados com formulações tópicas, com posterior análise da espessura da orelha e atividade da mieloperoxidase.

A formulação tópica de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória, concentração dependente, sendo promissora para o tratamento da dermatite.

[ 110 ]
Flor

Extrato: material vegetal (seco) em etanol. Concentrações para ensaio: 5 a100 μg/mL.

In vitro:

Em macrófagos RAW 264.7 estimulados com LPS e incubados com o extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT), níveis de NO, PGE2, IL-6, TNF-α e IL-1β (ELISA) e expressão de iNOS, COX2, p38, p65, IkBα, JNK e ERK (Western blotting). 

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória promissora, através da modulação da síntese de vários mediadores e citocinas envolvidos no processo inflamatório.

[ 18 ]
Fruto

Suco liofilizado: a partir do fruto maduro. Dose para ensaio: 400 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de colite induzida com DNBS, pré-tratados com o suco vegetal, com posterior análise dos índices de dano da mucosa do cólon e atividade da doença, parâmetros bioquímicos (MPO, MDA, SOD e NO) e histopatológicos, e expressão de TNF-α, IL-1β, IL-18 e NF-κβ (RT-PCR).

O suco de P. granatum apresenta ação anti-inflamatória sendo promissor para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais.

[ 20 ]
Fruto (casca)

Extrato (1:12 peso/volume): material vegetal (triturado) em água. Concentrações para ensaio: 1 a 25 μg/mL.

In vitro:

Em cultura de células de câncer do cólon de humanos (Caco-2), incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (MTT), e estimuladas com TNF-α para análise da expressão de CXCL8 (ELISA).

Em tecido colônico suíno estimulado por LPS e incubado com o extrato vegetal, com posterior análise de níveis de CXCL8 (ELISA), expressão de IL-1A, IL-1B, IL-6, IL-10, IL-17A, CXCL8, IFNG, TNF-α e TGFB (RT-PCR).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória do trato gastrointestinal, principalmente na concentração de 5 μg/mL.

[ 121 ]

Anti-inflamatória (colite)

Anti-inflamatória (colite)
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato. Concentrações para ensaio: 2,5 a 10 mg/L. Outra espécie em estudo: Mangifera indica.

In vitro:

Em células humanas de miofibroblastos do cólon (CCD-18Co) estimuladas por LPS, incubadas com os extratos vegetais, para determinar expressão de IGF-1R e EGFR.

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de colite ulcerativa induzida por sulfato de dextrano de sódio, tratados com os extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros histológicos, níveis de biomarcadores inflamatórios (PCR, TNF-α, IFN-γ, IL-1β e IL-6 e IL-10) e expressão gênica de mTOR e MAPK.

Os extratos de P. granatum e M. indica apresentam atividade anti-inflamatória, além de regular a proliferação celular, sendo promissor para o tratamento da colite ulcerativa.

[ 55 ]

Anti-inflamatória e Antifibrótica

Anti-inflamatória e Antifibrótica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente

Óleo: material vegetal (seco), por prensagem a frio. Concentrações para ensaio: 0,5 a 4,5% v/v.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos a incisão abdominal e aderência intra-abdominal ao lado do ceco, tratados com o óleo vegetal por lavagem peritoneal, com posterior análise de parâmetros macroscópicos, concentração de proteínas e níveis de MDA, NO, GSH, IL-1β, IL-6, TNF-α, TGF-β e VEGF no fluido peritoneal.

O óleo das sementes de P. granatum apresenta efetividade para a prevenção da adesão peritoneal, devido as ações antioxidantes, anti-inflamatórias, antifibróticas e antiangiogênicas. 

[ 10 ]

Anti-inflamatória e Antinociceptiva

Anti-inflamatória e Antinociceptiva
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato. Doses para ensaio: 10 a 100 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos Swiss e ratos Wistar tratados com o extrato vegetal e submetidos aos testes de lesão gástrica e analgesia, induzidos por indometacina/etanol e formalina, respectivamente.

O extrato de P. granatum apresenta atividades anti-inflamatória e antinociceptiva, além da ação gastroprotetora.

[ 40 ]

Anti-inflamatória e Antioxidante

Anti-inflamatória e Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato: padronizado com 41,6% de ácido elágico, 10% de punicalagina e 5,1% de granatina 5,1%. Doses para ensaio: 100 a 300 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de dor neuropática induzida por transecção dos nervos tibial e sural, tratados com o extrato vegetal, submetidos aos testes em pista de caminhada, alodinia ao frio e mecânica dinâmica, hiperalgesia mecânica, ao calor e ao frio, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (PT, TBARS, NO, TNF-α e glutationa) em homogenato do nervo ciático e tecidos proximais.

O extrato de P. granatum apresenta atividades anti-inflamatória e antioxidante, devido ao potencial agonista de PPAR-γ e ação inibitória do óxido nítrico.

[ 54 ]
Fruto (casca)

Extrato: maceração de 100 g de material vegetal (pó) em 1000 mL de etanol a 70% (v/v). Concentrações para ensaio: 1 a 4% (p/v).

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos a adesão peritoneal induzida por procedimento cirúrgico, tratados com extrato vegetal, com posterior análise de grau de adesão, níveis de TNF-α, IL-6, VEGF, TGF-β, MDA, NO e GSH no fluido peritoneal e de glóbulos brancos e vermelhos, plaquetas, hemoglobina, AST, ALT, ALP e PCR no sangue.

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória e antioxidante, sendo promissora para a redução da adesão peritoneal pós-operatória.

[ 87 ]
Flor

Extrato: 5 g do material vegetal (pó) em etanol a 80%.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS, e inibitória da enzima 5-lipoxigenase.

Em células de câncer de mama humano (MCF-7) incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (método de incorporação de hipoxantina[3H]).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória, antioxidante e antitumoral, contudo, o local de cultivo e a composição química podem influenciar no potencial farmacológico.

[ 29 ]
Fruto

Extrato: 10 kg de material vegetal (sem casca, com semente) obtido por liquidificador. Concentrações para ensaio (in vitro): 10 a 200 µg/mL. Dose para ensaio (in vivo): 0,8 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de Leishmania major (promastigota) incubadas com extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (MTT).

 

In vivo:

Em camundongos BALB/c infectados por Leishamania major (promastigota), pré-tratados com extrato vegetal, com posterior análise da parasitemia, tamanho das lesões cutâneas, parâmetros bioquímicos (AST, ALT, TBARS, NO, SOD e CAT) e expressão genética (SOD2, CAT e GPx1).

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória e antioxidante, sendo promissor para o tratamento da leishmaniose cutânea.

[ 61 ]

Anti-inflamatória e Antitumoral

Anti-inflamatória e Antitumoral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Extrato: suco.

In vitro:

Em cultura de células de carcinoma de cólon humano (HT-29) incubadas com extrato vegetal, com posterior análise da proliferação celular.

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de carcinogênese do cólon induzido por azoximetano (AOM), tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do número de focos de criptas aberrantes (FCA), proliferação celular (imuno-histoquímica), expressão de genes (RT-PCR) e proteínas (Western blotting) e transfecção com antagomiR de miR-126.

O extrato P. granatum apresenta atividades anti-inflamatória e antiproliferativa, por envolvimento das vias miR-126/VCAM-1 e miR-126/PI3K/AKT/mTOR.

[ 111 ]

Anti-inflamatória e Cardioprotetora

Anti-inflamatória e Cardioprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo)

Extrato (suco). Dose para ensaio: 10 mL/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de obesidade induzida por dieta hiperlipídica, tratados com extrato vegetal, com posterior análise do peso corporal, teste de tolerância à glicose, pressão arterial, perfil lipídico, marcadores vasculares (E-selectina, ICAM, VWF e adiponectina) e inflamatórios (leptina, insulina, TNF-α, PAI-1, IL-1α, IL-1β, IL-6 e IL-10) em homogenato do tecido adiposo.

O extrato de P. granatum apresenta atividade anti-inflamatória e cardioprotetora, sendo promissor, como coadjuvante, para o tratamento da obesidade.

[ 95 ]

Anti-inflamatória e Hepatoprotetora

Anti-inflamatória e Hepatoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato (Pomella®): padronizado com 30% de punicalogina, 2,3% de ácido elágico e 41% de fenólicos totais. Dose para ensaio: 1% (p/p).

In vivo:

Em camundongos C57BL/6 portadores de lesões hepáticas e neurológicas, induzidas por dieta hipercalórica, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de perfil lipídico hepático e expressão de genes (hepático e hipocampo).

O extrato de P. granatum apresenta atividades hepatoprotetora e anti-inflamatória, pois suprime a expressão de genes reguladores de lipídios hepáticos (Cd36, Fas, Acot2 e Slc27a1), bem como de citocinas pró-inflamatórias (IL-1α, IL-7, IL-11, Ifnα, Tnfα e Lepr).

[ 37 ]

Antianêmica e Anticoagulante

Antianêmica e Anticoagulante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Suco: a partir do material vegetal (fresco), sem casca. Doses para ensaio: 2 a 8 mL/kg.

In vivo:

Em coelhos submetidos a administração do suco vegetal, com posterior análise de parâmetros hematológicos, coagulação, anticoagulação, agregação plaquetária e histopatológicos hepáticos.

O suco de P. granatum apresenta atividades anticoagulante, antiplaquetária e antianêmica.

[ 14 ]

Antiangiogênica e Antiproliferativa

Antiangiogênica e Antiproliferativa
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Concentrações para ensaio: 3 a 12%.

In vitro:

Em células endoteliais do cérebro humano (HBMEC) e células de mieloma múltiplo (KMS26, MM1S e U266) incubadas com o suco vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (ensaio ATPlite 1step e MTT) e ciclo celular (citometria de fluxo); e estimuladas com VEGF-A para avaliar a invasão/migração celular e formação de tubos, e expressão gênica (mRNA e PPARγ).

Em anéis de aorta torácica de coelhos (Nova Zelândia), incorporados em Matrigel (na presença ou não de VEGF-A), incubados com o suco vegetal, com posterior análise da atividade angiogênica.

 

O suco de P. granatum apresenta atividade antiproliferativa e antiangiogênica, além de otimizar a ação farmacológica de antineoplásicos, como por exemplo, o bortezomibe.

[ 22 ]

Antiartrítica

Antiartrítica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato metanólico. Frações: n-hexano, clorofórmio, butanol e água. Doses para ensaio: 50 e 75 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de artrite induzida por adjuvante completo de Freund (FCA), tratados com a fração vegetal, com posterior análise do escore artrítico, peso corporal, volume da pata, diâmetro articular e parâmetros hematológicos.

A fração butanólica de P. granatum apresenta atividade antiartrítica, principalmente na dose de 75 mg/kg.

[ 85 ]

Antiasmática

Antiasmática
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca e arilo)

Extrato (1:6 p/v): 50 g do material vegetal (pó) em metanol a 70%. Suco: a partir dos arilos, filtrado e liofilizado. Associação (1:1 p/p): extrato metanólico e extrato liofilizado.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais NO, DPPH e O-2.

Em leucócitos isolados do sangue de humanos estimulados com LPS, incubados com os extratos vegetais, com posterior análise da viabilidade celular (microscopia), citotoxicidade (MTT), níveis de NO, CXC 1 e 2, IL-6, IL-8, IL-10 e TNF-α (ELISA e qRT-PCR).

Determinar o sinergismo dos extratos, através do gráfico do índice de combinação e análise da curva-dose-efeito; e a citotoxicidade (MTT) em cultura de fibroblastos do pulmão de humanos (WI-38).

 

In vivo:

Em ratos albinos (MISR) portadores de asma brônquica induzida por ovalbumina, tratados com a combinação dos extratos vegetais (aerossol por inalação), com posterior análise de parâmetros bioquímicos do fluido de lavagem broncoalveolar (nível de mucina) e do homogenato pulmonar (ERO's, TBARS, NO, GSH, GPX e GR), expressão de genes no tecido pulmonar (GPX, SOD, NF-kB, IKK, TNF-α, COX-2, iNOS, IL-13, COL1A1 e MUC5AC) e parâmetros histopatológicos pulmonar.

A associação dos extratos de P. granatum apresenta atividade antioxidante e anti-inflamatória, sendo promissora para o tratamento da asma brônquica, contudo, o uso crônico estimula o estresse oxidativo.

[ 17 ]
Folha

Extrato: maceração de 20 g de material vegetal (fresco) em 200 mL etanol a 70%. Micropartículas biodegradáveis (ácido poliláctico-co-glicólico): contendo o extrato vegetal. Concentração para ensaio: 10 e 20 mg/mL.

In vivo:

Em ratos Balb/c portadores de asma induzida por albumina, tratados com as extrato vegetal microencapsulados ou não, com posterior análise dos níveis de leucócitos, IL-1β e IL-5 (ELISA) e proteína no fluido broncoalveolar, e histológica pulmonar.

O extrato de P. granatum microencapsulado apresenta atividade antiasmática mais potente, devido ações anti-inflamatória e antialérgica.

[ 83 ]

Antibacteriana

Antibacteriana
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Enxaguatório bucal (140 mL): contendo 15% do extrato vegetal. Outra espécie em estudo: Achyranthes aspera. Concentrações para ensaio: 15 a 100%.

In vitro:

Em cultura de Streptococcus mutans submetidas ao teste de disco-difusão para determinar a concentração inibitória mínima (CIM).

 

O enxaguatório contendo o extrato de P. granatum apresenta atividade antibacteriana mais potente.

[ 1 ]
Raiz

Extrato: 10 g do material vegetal (pó) em 150 mL de metanol, acetona, etanol e água. Concentrações para ensaio: 2,5 a 100 mg/mL.

In vitro:

Em culturas de Staphylococcus aureus, Salmonella typhy, Vibro cholera, Escherichia coli e Shigella spp. submetidos ao teste de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar o halo de inibição (mm) e a concentração inibitória mínima.

 

Neste estudo, das 21 espécies vegetais, Punica granatum, Ozoroa insignis e Indigofera daleoides apresentam atividade antibacteriana mais potente, com MIC = 0,039 a 0,625 mg/mL.

[ 2 ]
Fruto (pericarpo)

Extratos: 20 g do material vegetal (pó) em 200 mL de etanol ou água. Rendimento: 16,1 e 10,5%, respectivamente.

In vitro:

Em culturas de Streptococcus mutans e Phrophyromonas gingivalis submetidos ao teste de microdiluição, com posterior análise das concentrações inibitória mínima (CIM) e bactericida mínima (CBM).

 

Neste estudo, das 47 espécies vegetais, os extratos de Haematoxylon brasiletto, Punica granatum, Iostephane heterophyla, Bursera simaruba, Cedrela odorata, Rhus standleyi, Amphipterygium adstringens, Argemone mexicana, Eysenhardtia polystachya, Persea americana, Syzygium aromaticum, Cinnamomun zeylanicum e Cnidoscolus multilobus apresentam atividade antibacteriana mais potente.

[ 3 ]
Folha

Extrato: maceração do material vegetal em etanol a 96%. Formulação (0,5% v/v): extrato de P. granatum e E. uniflora. Outras espécies em estudo: Senna siameaSchinus terebinthifolia e Eugenia uniflora.

In vitro:

Em culturas de Staphylococcus aureusS. epidermidisPseudomonas aeruginosaEscherichia coli submetidas ao teste ao teste de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar o halo de inibição e a concentração inibitória mínima (CIM), respectivamente.

 

In vivo:

Em ratos Wistar infectados dorsalmente por S. aureusS. epidermidis, tratados com a combinação dos extratos de P. granatum e E. uniflora, com posterior análise das unidades formadoras de colônia (UFC/placa).

A combinação dos extratos de P. granatum e E. uniflora apresenta atividade antibacteriana mais potente, sendo promissor como antisséptico cutâneo.

[ 69 ]
Fruto (arilo e pericarpo)

Extrato: suco liofilizado. Extrato: 10 g de material vegetal (pericarpo, pó) em metanol ou água (decocção). Concentrações para ensaio: 0,5 a 1024 mg/mL

In vitro:

Em isolados clínicos de Mycobacterium tuberculosis e Klebsiella pneumoniae, produtoras de β-lactamase, submetidas ao teste de microdiluição em ágar, com posterior análise das concentrações inibitória mínima (CIM) e bactericida mínima (CBM).

 

Os extratos do pericarpo dos frutos de P. granatum apresentam atividade antibacteriana mais potente, com MIC = 64 a 1024 mg/mL.

[ 101 ]
Folha

Extrato: maceração de 248 g material vegetal (pó) em etanol a 70%. Rendimento: 14,6%. Concentrações para ensaio: 5 a 100 mg/mL. Outras espécies em estudo: Psidium guajava, Schinus terebinthifolius e Chenopodium ambrosioides.

In vitro:

Em cultura de Streptococcus mutans submetida aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar o halo de inibição (mm) e a concentração bactericida mínima (CBM).

 

Os extratos vegetais apresentam atividade antibacteriana comparável a clorexidina, exceto o extrato de C. ambrosioides.

[ 7 ]
Fruto (pericarpo)

Extrato: material vegetal (pó) em etanol a 95% ou água. Rendimento: 9,35 e 6,64%, respectivamente. Outras espécies em estudo: Nigella sativa, Piper retrofractum e Quercus infectoria.

Formulação (Ya-Pit-Samut_Noi): associação dos extratos vegetais (1:1:1:1), em solução etanólica ou aquosa. Rendimento: 10,27 e 7,95%, respectivamente

In vitro:

Em culturas de Staphylococcus aureus, Vibrio cholerae, V. parahaemolyticus, Chromobacterium violaceum e Escherichia coli submetidas ao teste de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar zona de inibição (mm), as concentrações inibitória mínima (CIM) e bactericida mínima (CBM), tempo de morte, ação bacteriolítica, vazamento da membrana citoplasmática, atividades antiquórum e antibiofilme, e inibição da motilidade bacteriana.

 

O fitoterápico contendo os extratos de P. granatum, N. sativa, P. retrofractum e Q. infectoria apresenta atividade antibacteriana, sendo promissor para o tratamento de doenças infecciosas gastrointestinais.

[ 104 ]
Fruto (casca e semente)

Extrato: maceração de 100 g do material vegetal (casca, pó) em etanol a 70%. Suco liofilizado: a partir das sementes.  Outras espécies em estudo: Careya arborea, Psidium guajavaHolarrhena antidysentericaAegle marmelos e Piper longum.

In vitro:

Em cultura de células de ovário de Hamster Chinês (CHO) incubadas com CFCF (células livres de Vibrio cholerae, mas contendo toxina da cólera e outros fatores virulentos potenciais) e extratos e suco vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (MTT), a atividade inibitória de ligação ao receptor GM1 e níveis de ATP (ELISA), alterações morfológicas (microscopia).

 

In vivo:

Em camundongos Swiss infectados com CFCF e tratados com extratos vegetais, com posterior análise do ensaio da alça ileal ligada, níveis de cAMP (ELISA) e parâmetros histopatológicos.

Neste estudo, os extratos de C. arborea (casca), P. granatum (casca) e P. guavaja (folha) apresentam atividade antibacteriana mais potente, sendo promissores para o tratamento da cólera.

[ 76 ]
Folha

Extrato: decocção de 10 g do material vegetal (fresco) em 200 mL de água. Nanopartículas de sílica: contendo o extrato vegetal. Concentrações para ensaio: 5 a 20 µg/mL.

In vitro:

Em culturas de Escherichia coli e Salmonella sp. submetidas ao teste de disco-difusão em ágar para determinar o halo de inibição (mm).

 

As nanopartículas de sílica contendo o extrato de P. granatum apresenta atividade antibacteriana promissora.

[ 15 ]
Fruto (casca)

Extrato: 1 kg de material vegetal em 8 L de água e etanol a 80%. Rendimento: 6600 mL. Concentrações para ensaio: 50 a 400 µL/mL. Outras espécies em estudo: Caesalpinia ferrea, Cinnamomum cassia, Mallow sylvestris, Rosmarinus officinalis, Aeolanthus suaveolens, Sysygium aromaticum e Tamarindus indica.

In vitro:

Determinar a formação de compostos sulfurados voláteis e outros odores em amostra de saliva de humanos e parâmetros organolépticos em sedimento salivar.

Em culturas de Fusobacterium nucleatum, Porphyromonas gingivalis, Prevotella intermdia e Parvimonas micra submetidas aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, com posterior análise do halo de inibição e da concentração inibitória mínima (mm), respectivamente.

 

Os extratos em estudo apresentam atividade antibacteriana, sendo as espécies P. granatumC. ferrea mais potentes na redução da halitose.

[ 80 ]
Fruto (casca, vermelha ou amarela)

Extrato: 10 g de material vegetal (pó) em 500 mL de metanol. Concentrações para ensaio: 50 e 100 µL.

In vitro:

Em cepas de Escherichia coli, Salmonella typhimurium, Shigella dysenteriae e Staphylococcus aureus submetidas ao teste de disco-difusão em ágar, para determinar concentração inibitória mínima (CIM) e zona de inibição (mm).

 

Os extratos de P. granatum apresentam atividade antibacteriana, com maior efetividade para S. aureus.

[ 16 ]
Fruto (casca)

Extrato: 10 g de material vegetal (pó) em 100 mL de etanol. Rendimento: 2,3%. Concentrações para ensaio: 1,25 a 15 mg/mL. Outras espécies em estudo: Quercus infectoria, Acacia catechu, Ocimum basilicum e Phyllanthus emblica.

In vitro:

Em cultura de Staphylococcus aureus e Escherichia coli submetidas ao teste de disco-difusão em disco, com posterior análise do halo de inibição, concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM).

 

Os extratos de P. granatum e P. emblica apresentam atividade antibacteriana (bactericida e bacteriostática) mais potente.

[ 84 ]
Fruto (casca)

Extrato: 50 g de material vegetal (pó) em etanol absoluto. Concentrações para ensaio: 2 a 50 µg/mL. Outras espécies em estudo: Commiphora molmol e Azadirachta indica.

In vitro:

Em periodontopatógenos humanos, Porphyromonas  gingivalis, Treponema  denticola, Tannerella forsythia e Aggregatibacter actinomycetemcomitans submetidos aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar zona de inibição (mm), concentração inibitória mínima (CIM), concentração bactericida mínima e o sinergismos entre os extratos vegetais.

 

Os extratos vegetais apresentam atividade antibacteriana, contudo, a ação mais potente é demonstrada com a associação de P. granatum e amoxicilina, contra A. actinomycetemcomitans.

[ 24 ]
Fruto (arilo e casca)

Extrato: 5 g de suco vegetal (arilo) em 25 mL de etanol a 50% (v/v). Extrato: 5 g do material vegetal (casca, pó) em 25 mL de etanol a 50% (v/v). Concentrações para ensaio: 0 a 140 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de bactérias cariogênicas, Streptococcus mutans e Rothea dentocariosa, submetidas ao teste de microdiluição em ágar, para determinar concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração bactericida mínima (CBM).

 

O extrato a partir das cascas de P. granatum apresenta atividade antibacteriana mais potente (MIC = 10 µg/µL e MBC = 15 µg/µL).

[ 90 ]
Fruto (arilo)

Extrato (suco). Concentrações para ensaio: 5 a 20%.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

Em isolados clínicos de Mycobacteria tuberculosis incubados com o extrato vegetal, associado aos antibióticos rifampicina e isoniazida, submetidos aos testes de sensibilidade e sinergismo (Sistema BACTEC MGIT 960), com posterior análise da concentração inibitória mínima (CIM).

 

O extrato de P. granatum apresenta sinergismo, principalmente com a rifampicina, nas concentrações de 15% e 1 µg/mL, respectivamente.

[ 94 ]

Antibacteriana e Antioxidante

Antibacteriana e Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Flor

Extrato: 1 kg de material vegetal (pó) em metanol a 80%, posteriormente, em clorofórmio. Pomada: contendo 1 a 5% do extrato vegetal. Outra espécie em estudo: Matricaria chamomilla.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH e redução do íon férrico (FRAP).

Em cepas de Staphylococcus aureus, Streptococcus epidermidis e Pseudomonas aeruginosa submetidas aos testes de microdiluição e disco-difusão em ágar, para determinar concentração inibitória (CIM) e a zona de inibição (mm).

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de feridas de excisão (2 mm de profundidade) na região dorsal, tratados com a pomada contendo o extrato vegetal (em associação ou não), com posterior analise de parâmetros histopatológicos.

Os extratos metanólicos das flores de P. granatum e M. chamomilla (em associação) apresentam atividades antioxidante e antibacteriana mais potentes (2,5 + 5%, respectivamente).

[ 8 ]

Antibacteriana e Antitumoral

Antibacteriana e Antitumoral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: decocção de 4 g do material vegetal (pó) em 40 mL de água. Nanopartículas de Ag (Ag NPs) e de óxido grafeno de prata (Ag/GO): contendo 1 a 10 mL de extrato vegetal.

In vitro:

Em culturas de Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis, Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli submetidas ao teste de disco-difusão em ágar para determinar o halo de inibição (mm).

Em células de câncer de mama humano (MCF-7) incubadas com as nanopartículas contendo o extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade (MTT).

 

Os Ag NPs e Ag/GO contendo o extrato vegetal apresentam atividades antibacteriana e antitumoral mais potentes.

[ 25 ]

Antibacteriana e Cicatrizante

Antibacteriana e Cicatrizante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: hidroalcoólico. Combinação polimérica: contendo 1,25 e 2,25% (p/v) do extrato vegetal.

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureus, S. epidermidis e Escherichia coli incubadas com o extrato vegetal e submetidas aos testes de microdiluição em ágar, para determinar concentração inibitória mínima (CIM).

Em sangue de humano incubado com a combinação polimérica contendo o extrato vegetal, com posterior análise da ação hemolítica.

Em células de fibroblasto murino (L929) incubadas com o extrato vegetal e combinação polimérica contendo o extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (MTT) e proliferação celular (ensaio raspagem).

 

A combinação polimérica contendo o extrato de P. granatum apresenta atividade cicatrizante e antibacteriana, concentração dependente, além de ausência de hemólise e citotoxicidade.

[ 128 ]
Fruto (pericarpo)

Extrato: decocção de 100 g de material vegetal (pó) em 1000 mL de água. Membrana: contendo quitosana, colágeno, amido e extrato vegetal. Concentração para ensaio (in vitro): 100 mg/mL (24 µL).

In vitro:

Em cultura de Pseudomonas aeruginosa submetida ao teste de disco-difusão em ágar para determinar o halo de inibição (mm).

 

In vivo:

Em cobaias portadoras de feridas por excisão (2 cm2), tratadas com a membrana contendo o extrato vegetal (500 µL), com posterior análise de cicatrização de ferida.

A membrana contendo o extrato de P. granatum apresenta efetividade para o processo de regeneração tecidual, além da atividade antibacteriana.

[ 19 ]

Antibacteriana e Hipoglicemiante

Antibacteriana e Hipoglicemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: decocção de 5 g de material vegetal (pó) em 100 mL de água. AgNPs: contendo o extrato vegetal (1:10). Concentrações para ensaio: 5 a 200 µg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade inibitória das enzimas α-glicosidase e α-amilase e antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS.

Em células de câncer hepático de humano (HepG2) incubadas com extrato vegetal e nanopartículas contendo o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (MTT).

Em cepas de Sthaphylococcus aureus e Escherichia coli submetidas ao teste de disco-difusão em ágar, para determinar o halo de inibição (mm).

 

As AgNPs contendo o extrato de P. granatum apresentam atividade antioxidante, hipoglicemiante, antitumoral e antibacteriana promissoras, demonstrando sinergismo com antibióticos comerciais.

[ 39 ]

Anticonvulsivante

Anticonvulsivante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente

Extrato: material vegetal (pó) em etanol a 70% (v/v). Rendimento: 18,4 g. Doses para ensaio: 150 a 600 mg/kg

In vivo:

Em camundongos NMRI portadores de convulsão induzidas por estricnina e pentilenotetrazol, pré-tratados com extrato vegetal, com posterior análise do tempo latência antes do início da convulsão, duração da convulsão, proteção contra convulsão e taxa de mortalidade.

O extrato P. granatum aumenta o tempo de latência e duração das convulsões, dose-dependente, contudo, não há proteção contra as convulsões.

[ 59 ]

Antidepressiva

Antidepressiva
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato (suco liofilizado). Concentração para ensaio: 1 mg/kg.

In vivo:

Em ratas Wistar ovariectomizadas tratadas com extrato vegetal, submetidas aos testes de natação forçada e campo aberto, com posterior análise da ativação de receptores estrogênicos, na presença de substâncias agonistas e antagonistas.

O extrato de P. granatum apresenta atividade antidepressiva, por ativação do receptor ERβ e do sistema serotoninérgico.

[ 102 ]

Antidepressiva e Anti-inflamatória

Antidepressiva e Anti-inflamatória
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (semente)

Suco liofilizado: 750 mL. Concentrações para ensaio: 1 a 1000 µg/mL; 0,001 a 1 mg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e O2-, e inibitória das enzimas COX-1 e 2, XO, AChE e MAO-A; e em cultura de cultura de células Hep-2 e Artemia salina estimuladas ou não por peroxido de oxigênio, incubadas com o suco vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT).

Em células de câncer humano (HeLa e PC-3) incubadas com o suco vegetal, com posterior análise da atividade antiproliferativa (MTT).

 

O suco de P. granatum apresenta atividades antioxidante, antitumoral moderada, anti-inflamatória (COX-2) e antidepressiva (MAO-A).

[ 47 ]

Antidiarreica

Antidiarreica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo e semente)

Extrato (suco): arilo e semente. Dose para ensaio: 4 mL/kg.

Extrato (0,067 g/mL): material vegetal (semente, pó) em metanol. Doses para ensaio: 200 a 800 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar tratados com os extratos vegetais, submetidos aos testes de diarreia induzida por óleo de mamona e propulsão gastrointestinal com carvão ativado na presença de ioimbina e clonidina.

Os extratos de P. granatum apresentam atividade antidiarreica, além de reduzir significativamente a motilidade gastrointestinal.

[ 96 ]
Fruto (casca)

Extrato: 100 g do material vegetal (pó) em 1 L de água. Rendimento: 32,4% (p/p). Frações: acetato de etila, n-butanol e água. Rendimentos: 15,25, 37,15 e 47,12%, respectivamente. Doses para ensaio: 100 a 400 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos Balb/c tratados com as frações vegetais, submetidos aos testes de diarreia induzida por óleo rícino, motilidade intestinal (CMC-Na e farinha de carvão) e método de enteropooling, com posterior análise de aspectos das evacuações (início, número e características), movimento de alimento do piloro para o ceco e acúmulo de fluido intraluminal, além de parâmetros histopatológicos.

A fração de acetato de etila das cascas de P. granatum apresenta atividade antidiarreica mais potente.

[ 53 ]

Antifúngica

Antifúngica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: a 20%, diluído em 1 mL de propilenoglicol. Outras espécies em estudo: Rosa centifolia, Curcuma longa e Rosmarinus officinalis.

In vitro:

Em culturas de Candida albicans, C. dubliniensis, C. tropicalis e C. krusei submetidas ao teste de microdiluição em ágar, para determinar as concentrações inibitória mínima (CIM) e fungicida mínima (CFM), análise de sinergismo e formação de biofilme (MTT).

 

Os extratos glicólicos vegetais apresentam atividade antifúngica, em associação ou não, sendo promissores para o tratamento da candidíase oral.

[ 68 ]
Folha, Caule e flor

Extrato: maceração de 149 g do material vegetal em etanol a 80%. Frações: hexano, diclorometano e acetato de etila. Outras espécies em estudo: Inga spp, Schinus terebinthifolius, Piper regnellii, P. abutiloides, Herissantia crispa, Rubus urticaefolius, Rumex acetosa e Baccharis dracunculifolia.

In vitro:

Em cultura de Paracoccidioides brasiliensis e macrófagos murinos, incubados com o extrato e frações vegetais, para determinar concentração inibitória mínima (CIM) e citotoxicidade.

 

As frações de hexano de P. regnellii, P. granatum e B. dracunculifolia demonstram atividade antifúngica significativa, além da ausência de citotoxicidade.

[ 123 ]

Antigenotóxica e Antioxidante

Antigenotóxica e Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: 10 g do material vegetal (pó) em 100 mL de água. Concentrações para ensaio (in vitro): 10 a100 µg/mL. Doses para ensaio (in vivo): 400 a 800 mg/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH, da redução do íon férrico (FRAP) e peroxidação lipídica (em homogenato hepático).

 

In vivo:

Em camundongos Swiss portadores de genotoxicidade induzida por ciclofosfamida, pré-tratados com o extrato vegetal, com posterior análise dos danos ao DNA (teste do micronúcleo em células da medula óssea) e parâmetros bioquímicos (TBARS, CAT, SOD, GST, GSH e proteínas).

O extrato de P. granatum apresenta atividades antigenotóxica e antioxidante promissoras, além da ausência de genotoxicidade até a dose de 800 mg/kg.

[ 125 ]

Antimalárica

Antimalárica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: material vegetal (pó) em metanol a 70%. Dose para ensaio: 300 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos Swiss portadores malária induzida por infecção com Plasmodium chabaudi (em hemácias), tratados com extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros histológicos (microscopia), apoptose (TUNEL), bioquímicos (CAT, MDA, NO) e expressão de IL-1β, TNF-α e IFN-γ (qPCR) no baço.

O extrato de P. granatum apresenta atividade antimalárica promissora, devido as ações antioxidante e anti-inflamatória.

[ 70 ]

Antimicrobiana

Antimicrobiana
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Pó. Concentrações para ensaio: 0,19 a 100 mg/mL. Outras espécies em estudo: Equisetum arvenseGlycyrrhiza glabraStryphnodendron barbatimam

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureusS. epidermidisStreptococcus mutansCandida albicansC. tropicalisC. glabra submetidas ao teste de microdiluição, para determinar concentração inibitória mínima (CIM) e concentração microbicida mínima (MMC).

 

Os extratos das espécies vegetais em estudo apresentam atividade antimicrobiana.

[ 66 ]
Fruto

Extrato: maceração do material vegetal (pó) em etanol/água (90:10).

In vitro:

Em culturas de Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Bacillus subtilis, Staphylococcus aureus e Candida spp. submetidos ao teste de microdiluição em ágar, com posterior análise da concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM).

 

Neste estudo, das 13 espécies vegetais, Psidium guajava, Piper regnellii, Eugenia uniflora e Punica granatum apresentam atividade antimicrobiana mais potentes.

[ 4 ]
-

Extrato: 50 g do material vegetal (pó) em 300 mL de hexano, posteriormente em 300 mL de metanol (resíduo). Concentrações para ensaio: 1,25 a 5 mg/disco.

In vitro:

Em culturas de Bacillus subtilis, Staphylococcus aureus, S. epidermidis, Enterococcus faecalis, Escherichia coli, Klebsiella pneumonia, Pseudomonas aeruginosa, Proteus vulgaris e Candida albicans submetidas ao teste de disco-difusão, com posterior análise do halo de inibição.

 

Neste estudo, dentre as 18 plantas medicinais, os extratos metanólicos de Acalypha fruticosa, Peltophorum pterocarpum, Toddalia asiatica, Cassia auriculata, Punica granatum e Syzygium lineare demonstram atividade antimicrobiana promissora.

[ 5 ]
Fruto (casca)

Extrato: 25 g do material vegetal em (pó) em água, etanol e n-hexano. Concentrações para ensaio: 2 a 50 mg/mL. Outras espécies em estudo: Caloptorpis procera, Artemisia maritima, Neolitsea chinenis, Azadirachta indica, Cedrela toona, Melia azedarach, Eucalyptus globulus, Nigella sativa e Bergenia ciliata.

In vitro:

Em cepas bacterianas de Bacillus subtilisStaphylococcus aureusEscherichia coliKlebsiella pneumoniaeSalmonella typhiShigella dysentriae e Sacchromyces cerevisiae submetidas aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, para determinar a zona de inibição (mm) e a concentração inibitória mínima (CIM).

 

Os extratos etanólicos de A. indica, E. globulus, B. ciliata e P. granatum apresentam atividade antimicrobiana mais potente.

[ 6 ]
Fruo (casca)

Extrato: decocção do material vegetal (fresco) em água. Outras espécies em estudo: Urtica dioica e Equisetum arvense.

In vitro:

Em cultura de patógenos orais, Streptococcus mutans e Candida albicans, submetidas ao teste microdiluição em ágar, para determinar as concentrações inibitória mínima (CIM), bactericida mínima (CBM) e fungicida mínima (CFM), ao teste de disco-difusão em ágar para determinar o halo de inibição (mm) e ao teste de formação de biofilme em microplaca com análise em Microscopia Eletrônica de Varredura.

Em culturas de células fibroblásticas gengivais de humanos (HGF) incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT).

 

Os extratos vegetais em estudo apresentam atividade antimicrobiana, além de baixa citotoxicidade.

[ 62 ]

Antimicrobiana e Hipoglicemiante

Antimicrobiana e Hipoglicemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Casca

Extrato (1:3 p/v): 500 g de material vegetal (pó) em extraído em hexano, acetato de etila e metanol. Concentrações para ensaio: 100 a 500 μg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante (radical DPPH, capacidade antioxidante total, peroxidação lipídica e poder redutor) e inibitória da enzima α-glicosidase.

Em cepas de Escherichia coli, Klebsiella pneumonia, Streptomyces diastaticus, Enterococcus faecalis, Enterobacter aerogenes, Staphylococcus epidermidis, Mycobacterium smegmatis, Curvularia lunata, Trichophyton rubrum, T. mentagrophytes, Botrytis cinerea, Aspergilus flavus e A. niger submetidas aos testes de disco-difusão e microdiluição em ágar, com posterior análise de zona de inibição (mm) e concentração inibitória mínima (CIM).

Em cultura de Caenorhabditis elegans incubada com os extratos vegetais, com posterior análise de acúmulo de triglicerídeos, quantificação de lipídeos e tempo de sobrevivência.

 

O extrato de acetato de etila apresenta atividades hipoglicemiante, antimicrobiana e antioxidante mais potentes.

[ 31 ]

Antinociceptiva

Antinociceptiva
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato: 1 kg de material vegetal (pó) em 2500 mL de etanol a 80%. Rendimento: 110 g. Doses para ensaio: 100 a 200 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos albinos e ratos Sprague-Dawley tratados com o extrato vegetal, submetidos aos testes de contorções abdominais, hiperalgesia na pata traseira e movimento da calda, induzidos por ácido acético, carragenina e imersão em água quente, respectivamente.

O extrato de P. granatum apresenta atividade antinociceptiva.

[ 99 ]
Fruto (casca)

Extrato: maceração do material vegetal (seco) em etanol. Concentração para ensaio: 4 mL/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da redução do íon férrico (FRAP) e da eliminação dos radicais ABTS e DPPH.

 

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos ao teste da formalina (inflamação e nocicepção), tratados com o extrato vegetal e ácido acetilsalicílico (AAS), com posterior análise de interação (análise isobolográfica) e envolvimento da via L-arginina/NO/cGMP.

A associação do extrato P. granatum e ácido acetilsalicílico apresenta sinergismo para a atividade antinociceptiva, provavelmente por ação da via L-arginina/NO/cGMP, além de reduzir os efeitos secundários do AAS.

[ 91 ]

Antiobesidade

Antiobesidade
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Dose para ensaio: 0,15% (peso/volume).

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de obesidade induzida por dieta hipercalórica, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do peso corporal, ingestão de alimentos, parâmetros bioquímicos (TAG, TC, glicose, insulina e leptina) e histológicos, e expressão de genes nos tecidos hepático, estomacal e adiposo branco.

Neste estudo, todos os sucos de P. granatum, variedades analisadas (Egito e Tife), apresentam atividade antiobesidade.

[ 86 ]

Antiosteoporose

Antiosteoporose
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente

Extrato seco (1:5 p/v): material vegetal (pó) em n-hexano.

In vivo:

Em ratas albinas ovariectomizadas bilateral para indução da síndrome pós-menopausa, tratadas com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (E2, BGP, PT, ALP, TRAcP, CT, TG, AST, ALT, cálcio, sódio, potássio, creatinina, ureia e ácido úrico) e histológico (crista ilíaca e tíbia direita).

O extrato das sementes de P. granatum apresenta efetividade na terapia da osteoporose relacionada a menopausa, além da ausência de efeitos adversos quando comparada a terapia reposição hormonal.

[ 38 ]
Semente

Extrato: material vegetal (pó) em etanol a 95%. Concentrações para ensaio: 0 a 100 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de células osteoblásticas isoladas da calvária de ratos neonatos, incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT), atividade da fosfatase alcalina (ALP), formação de colágeno (Sirius Red), nível de cálcio (Alizarin Red S), DNA celular (citometria de fluxo) e expressão do gene Runx2 (qPCR).

 

O extrato de P. granatum promove a proliferação e diferenciação dos osteoblastos, sendo promissor para o tratamento da osteoporose.

[ 49 ]

Antioxidante

Antioxidante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo)

Extrato (3:10 v/v): material vegetal (fresco) em metanol.

In vitro:

Determinar a capacidade antioxidante total e a atividade das enzimas SOD, CAT e GPx.

Em cultura de células HepG2 portadoras estresse oxidativo induzido por hidroperóxido de terc-butila (t-BOOH), incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da atividade metabólica (ensaio MTT), integridade da membrana plasmática (ensaio LDH), peroxidação lipídica (TBARS) e expressão de ACTB, GAPDH, HMBS, SDHA, CAT, GPx-1 e 4, SOD-1 e 2 (RT-PCR).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antioxidante, contudo, em altas concentrações pode provocar efeitos pró-oxidativos.

[ 130 ]
Fruto (casca)

Extrato: 250 g do material vegetal (pó) em 1 L de etanol/água (4:1, v/v). Rendimento: 10%.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

 

In vivo:

Em ratas Wistar portadoras de hematotoxicidade induzida por cloreto de bário, tratadas com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros hematológicos e bioquímicos (proteínas, ácido ascórbico, MDA, AOPP, CAT, GPx e GSH) e teste do micronúcleo em medula óssea.

O extrato de P. granatum apresenta atividade antioxidante potente, reduzindo assim, os efeitos hematotóxicos e genotóxicos.

[ 105 ]
Fruto

Suco (1:3): diluído em água.

In vitro:

Determinar a capacidade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH, O2- e NO, peroxidação lipídica em homogenato hepático e redução de Fe3+.

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões hepáticas induzidas por tetracloreto de carbono, pré-tratados com o suco vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (GSH, CAT, SOD, GST, GPx, ácido úrico, ureia, creatinina, nitrito/nitrato) e histopatológicos, e peroxidação lipídica em homogenato renal.

O suco de P. granatum apresenta atividade antioxidante potente, sendo promissor para o tratamento da hepatotoxicidade.

[ 78 ]
Semente (com arilo)

Extrato: 8 kg de material vegetal (fresco) em liquidificador. Dose para ensaio (in vivo): 1 mL.

In vitro:

Determinar atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de toxicidade hepática e eritrocitária induzida por fluoreto de sódio (NaF), pré-tratados com o suco vegetal, com posterior análise de parâmetros histopatológicos, bioquímicos plasmáticos (AST, ALT, ALP, LDH, PT, ALB e bilirrubina) e em homogenato de eritrócitos e hepático (MDA, GSH, GPx, SOD, CAT e proteínas).

O extrato de P. granatum apresenta atividade antioxidante, reduzindo os danos oxidativos nos tecidos hepáticos e eritrócitos.

[ 48 ]
Fruto (casca)

Extrato: 100 g de material vegetal (pó) em 600 mL de metanol. Dose para ensaio: 50 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de estresse oxidativo induzido por cloreto de mercúrio (HgCl2), tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (PMRS, FRAP, MDA, AOPP e GSH).

O extrato de P. granatum apresenta atividade antioxidante, reduzindo a ação oxidativa proveniente do HgCl2.

[ 127 ]

Antioxidante e Antiproliferativa

Antioxidante e Antiproliferativa
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente

Extrato: 20 g de material vegetal (pó) em 100 mL de metanol. Concentrações para ensaio: 5 a 100 µg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS, capacidade quelante de íons Fe2+ e branqueamento com β-caroteno.

Em cultura de células humanas de melanoma amelanótico (C32), adenocarcinoma de células renais (ACHN), carcinoma de próstata hormônio dependente (LNCaP), carcinoma de células grandes do pulmão caucasiano (COR-L23), câncer de mama (MCF-7), melanoma maligno (A375) e adenocarcinoma cervical (HeLa) incubadas com extrato vegetal, com posterior análise de atividade antiproliferativa (ensaio SRB).

 

O extrato de P. granatum apresenta ação antioxidante e antiproliferativa, principalmente contra as linhagens celulares LNCaP e MCF-7.

[ 44 ]

Antioxidante e Antitumoral

Antioxidante e Antitumoral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato (1:16 p/v): decocção de 100 g de material vegetal em água. Associação dos extratos: 33% de Punica granatum, 27% de Putranjiva roxburghii, 25% de Swertia chirata, 10% de Tinospora cordifolia e 5% de Trigonella corniculata.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através dos testes: capacidade antioxidante total, eliminação do radical DPPH, redução do íon ferricianeto, peroxidação lipídica, redução de íon cúprico e quelação de íons Fe+2.

Em cultura de eritrócitos incubados com peróxido de hidrogênio para indução de estresse oxidativo, incubados com os extratos vegetais (associados ou não), com posterior análise da ação antioxidante.

Em culturas de células de câncer humano (MG-63, A-549, HeLa, HepG2 e IMR-32) e células normais (T293), incubadas com os extratos vegetais (associados ou não), com posterior análise de viabilidade celular (resazurina), morfologia celular e nuclear (microscopia confocal), níveis de espécies reativas de oxigênio e potencial mitocondrial (ELISA).

 

A combinação dos extratos vegetais apresenta atividade antioxidante mais potente, bem como antiproliferativa contra células HepG2 (CI50 = 75,864 µg/mL).

[ 107 ]
Semente (arilo)

Suco liofilizado: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Concentrações para ensaio: 1 a 750 μg/mL

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através do radical DPPH e redução do íon férrico (FRAP).

Em cultura de células humanas de câncer de mama (MCF-7) e epiteliais não tumorais de mama (MCF-10A) incubadas com extratos vegetais, com posterior análise da proliferação celular (ELISA) e apoptose (Anexina V).

 

O extrato de P. granatum, rico em antocianinas, apresenta atividade antioxidante e anticancerígena, além de ausência de citotoxicidade para célula normal.

[ 46 ]
Semente

Óleo essencial: 20 g do material vegetal (seco) em 250 mL de éter dietílico. Fração hidrofílica: 10 g de óleo essencial em 10 mL de metanol a 80%, posteriormente diluída em etanol e água.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

Em cultura de células de câncer humano do cólon (HT29 e HCT116), fígado (HepG2 e Huh7), mama (MCF-7 e MDA-MB-231) e próstata (DU145) incubadas com a fração hidrofílica, com posterior análise da proliferação celular (Sulforodamina B), apoptose (anexina V FITC), ciclo celular (iodeto de propídio), níveis de citocinas, quimiocinas e fator de crescimento (ELISA).

 

O extrato (fração hidrofílica) de P. granatum apresenta atividade antitumoral, antioxidante e anti-inflamatória, principalmente para as linhagens MCF-7 e MDA-MB-231.

[ 112 ]
Semente

Extrato: material vegetal (pó) em metanol a 60%. Concentrações para ensaio: 5 a 1000 μg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

Em culturas de células humanas de câncer de ovário (SKOV3), de mama (MCF-7), de pulmão (A549) e de próstata (PC-3) incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (MTT).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antioxidante e antitumoral, principalmente para células SKOV3.

[ 92 ]

Antioxidante e Hepatoprotetora

Antioxidante e Hepatoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato (suco). Dose para ensaio: 2 mL/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de estresse oxidativo induzido por tetracloreto de carbono, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (AST, ALT, ALB, BT e TBARS) e histológicos (fígado, rim e cérebro).

O extrato de P. granatum apresenta atividades antioxidante e hepatoprotetora.

[ 97 ]
Fruto (casca)

Extrato: 100 g de material vegetal (pó) em etanol. Dose para ensaio: 400 mg/kg. Outra espécie em estudo: Vitis vinifera.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores câncer hepático induzido por dietilnitrosamina, tratados com os extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros bioquímicos sérico e tecidual (SGOT, SGPT, ALP, GGT, MDA, GPx, GSH, SOD, CAT, ácido ascórbico e tocoferol).  

Os extratos de P. granatum e V. vinifera apresentam atividades antioxidante e hepatoprotetora.

[ 28 ]

Antioxidante e Inibidora da agregação plaquetária

Antioxidante e Inibidora da agregação plaquetária
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha, flor e fruto (casca e semente com arilo)

Suco liofilizado: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco).

Extrato: 50 g do material vegetal, folha, flor ou casca (pó) em 250 mL de metanol.
 
Óleo: 30 g do material vegetal (pó) em 200 mL de hexano.
In vitro:

Determinar a atividade antioxidante, inibitória da peroxidação lipídica e da produção de produtos finais de glicação avançada (AGEs), através da eliminação do radical ABTS, método do tiocianato férrico e ensaio com BSA/ribose, respectivamente.

Em plasma, isolado de sangue venoso de voluntários saudáveis, incubados com os extratos vegetais, adenosina 5’-difosfato, colágeno e ácido araquidônico, com posterior análise da atividade antiplaquetária.

 

Os extratos das flores, folhas e casca de P. granatum apresentam atividade antioxidante mais potente, bem como ação inibitória da glicação proteica e agregação plaquetária.

[ 57 ]

Antiquimiotática

Antiquimiotática
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato (1:150 p/v): material vegetal (pó) em etanol a 95% (v/v). Rendimento: 50%. Concentrações para ensaio: 0,001 a 10 µg/mL.

In vitro:

Em neutrófilos polimorfonucleares isolados de ratos Wistar, estimulados com LPS e incubados com o extrato vegetal, com posterior análise de migração leucocitária (câmara de Boyden).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antiquimiotática, principalmente na concentração de 10 µg/mL.

[ 124 ]

Antisséptica

Antisséptica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: maceração a frio do material vegetal em etanol a 96º INPM. Outras espécies em estudo: Senna siamea, Schinus terebinthifolia e Eugenia uniflora.

Formulações degermante a 2% (v/v) ou antisséptica a 0,5% (v/v): contendo os extratos de P. granatum e E. uniflora.

In vitro:

Em cepas de Staphylococcus aureusS. epidermidisPseudomonas aeruginosaEscherichia coli submetidas ao teste de disco-difusão em ágar, para determinar concentração inibitória (CIM) e a zona de inibição (mm).

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de infecção cutânea (dorso) por Staphylococcus aureus e S. epidermidis, tratados topicamente com as formulações contendo os extratos vegetais, com posterior análise do número de unidades formadoras de colônias (UFC) e a identificação bacteriana.

A associação dos extratos de P. granatum e E. uniflora apresenta atividade antisséptica, principalmente para S. epidermidis.

[ 126 ]

Antitumoral

Antitumoral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: 400 g de material vegetal (fresco) em 1550 mL de etanol e 480 mL de água. Rendimento: 45 g. Concentrações para ensaio: 0 a 200 mg/mL.

In vitro:

Em cultura de células de câncer de próstata humano (DU145 e PC3) e de camundongos (TRAMP-C1) incubadas com extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (MTT), formação de colônias, morfologia de núcleos, apoptose, potencial de membrana, espécies reativas ao oxigênio, migração e invasão celular, e expressão de proteínas.

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antitumoral promissora, demonstrando efetividade para o tratamento e prevenção da metástase.

[ 42 ]
Fruto (casca e mesocarpo/arilo)

Extrato: 100 a 200 g de material vegetal (fresco, imaturo e maduro) em 400 a 500 mL de solução hidroalcoólica acidificada. Concentrações para ensaio: 100 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de células humanas de adenocarcinoma de pulmão (H1299) e de carcinoma de colorretal (HCT116) incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise da viabilidade celular (cristal violeta), citotoxicidade (MTS) e morte celular (caspase 3).

 

Em cultura de células humanas de adenocarcinoma de pulmão (H1299) e de carcinoma de colorretal (HCT116) incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise da viabilidade celular (cristal violeta), citotoxicidade (MTS) e morte celular (caspase 3).

[ 74 ]
Semente

Nanoemulsão (O/A): contendo 1,5 ou 3,0% (p/v) de óleo vegetal. Concentrações para ensaio: 0,1 a 0,5 mg/mL; 0,87 a 8,7% (v/v).

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

Em células mononucleares de sangue periférico de humano (PBMC), incubadas com a nanoenulsão contendo o óleo vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT), danos no DNA (ensaio do Cometa), peroxidação lipídica (TBARS), atividade hemolítica, níveis de proteína carbonil e catalase (CAT).

Em cultura de células de glioma de rato (C6) e de astrócitos incubadas com o óleo vegetal, associado ou não a nanoemulsão, para determinar citotoxicidade (MTT).

 

O óleo essencial de P. granatum, associado ou não a nanoemulsão, apresenta atividade antitumoral promissora, além da ausência de toxicidade para células normais

[ 106 ]
Fruto e semente

Emulsão: extrato aquoso (fruto, exceto a semente) e óleo da semente. Doses para ensaio: 0,2 a 5,0 g/kg.

In vivo:

Em ratas Sprague-Dawley portadoras de carcinogênese mamária induzida por DMBA, pré-tratadas com a emulsão contendo o extrato e óleo vegetal, com posterior análise da expressão de ER-α, ER-β, β-catenina e ciclina D1 (imuno-histoquímica).

A emulsão contendo o extrato aquoso e o óleo de P. granatum apresenta atividade antiproliferativa, através da interrupção simultânea dos receptores de estrogênio e da via de sinalização Wnt/β-catenina.

[ 109 ]
Folha

Extrato (0,5 e 1%): infusão de 5 e 10 g do material vegetal (pó) em 1000 mL de água.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS.

Em camundongos transgênicos portadores de oncogenes do papilomavírus humanos (HPV), tratados com os extratos vegetais, com posterior análise do peso corporal, consumo de alimentos, parâmetros bioquímicos (creatinina, ureia, ALT e AST), histológicos e estresse oxidativo em homogenato hepático e renal.

 

O extrato aquoso a 0,5% de P. granatum apresenta atividade antitumoral mais potente, reduzindo as lesões hepáticas, renais e cutâneas, além da ausência de efeitos colaterais (distúrbios comportamentais e mortalidade).

[ 45 ]
Fruto (casca e pericarpo)

Extrato: material vegetal (pó) extraído por decocção, sonificação seguida de micro-ondas, micro-ondas ou banho-maria. Concentrações para ensaio: 2 a 100 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de células de câncer de rabdomiossarcoma humano (RD) e células Vero (macaco verde africano) incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise de viabilidade celular (MTT), atividade da lactato desidrogenase (LDH) e caspase 3 e 8, níveis de proteína, óxido nítrico, apoptose, fragmentação do DNA e expressão dos genes p21 e p53.

 

O extrato das cascas de P. granatum obtido por sonificação apresenta atividade antiproliferativa mais potente, além de baixa toxidade para células normais.

[ 79 ]
Fruto (casca)

Extrato: material vegetal (pó) em metanol. Concentrações para ensaio: 5 a 1000 µg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

Em cultura de células de humanos de câncer de mama (MCF-7), de ovário (SKOV3), da próstata (PC-3) e de pulmão (A549) incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (MTT).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antitumoral, principalmente, para as células MCF-7 e em baixas concentrações.

[ 82 ]
Fruto

Emulsão: extrato aquoso (fruto, exceto a semente) e óleo da semente. Doses para ensaio: 0,2 a 5,0 g/kg.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de câncer de mama induzido por DMBA, tratados com o fitoterápico, com posterior análise de parâmetros morfológicos, histopatológicos, imuno-histoquímicos e expressão gênica no tecido tumoral.

A emulsão contendo o extrato aquoso e o óleo de P. granatum apresenta atividade antitumoral, pois inibe a proliferação celular e induz a apoptose (Bcl2, Bax e caspases).

[ 117 ]
Fruto

Emulsão: extrato aquoso (fruto, exceto a semente) e óleo da semente. Doses para ensaio: 0,2 a 5,0 g/kg.

In vivo:

Em ratas Sprague-Dawley portadores de câncer de mama induzido por DMBA, tratadas com o fitoterápico, com posterior análise da expressão de COX-2, HSP90, IκBα, NF-κB-p65 e Nrf2 (imuno-histoquímica).

A emulsão contendo o extrato aquoso e o óleo de P. granatum apresenta atividade antitumoral, por mecanismos anti-inflamatórios através da sinalização das vias NF-κB e Nrf2.

[ 118 ]
Semente (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco).

In vitro:

Em células humanas de câncer gástrico (AGS) e fibroblastos dérmicos normais (HDF), incubados com os extratos vegetais, com posterior análise da viabilidade celular (MTT), apoptose (citometria de fluxo), cicatrização de feridas (“arranhão”), atividade de MMP-2 e 9 (zimografia de gelatina) e expressão de genes (RT-PCR).

 

In vivo:

Em camundongos C57BL/6 portadores de tumores gástricos humanos induzidos, tratados com os extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros histopatológicos.

O extrato metanólico de P. granatum apresenta atividade anticancerígena mais potente.

[ 23 ]
Fruto

Extrato: 15 g do material vegetal (pó) em 250 mL de etanol/água. Nanopartículas de platina: contendo 220 mL de extrato vegetal. Concentrações para ensaio: 2,5 a 100 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de células de adenocarcinoma da mama de humanos (MCF-7), incubadas com as nanopartículas contendo o extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade celular (ensaio MTT), parâmetros microscópicos (microscopia invertida), densidade nuclear e apoptose (iodeto de propídio), ciclo celular (citometria de fluxo) e degradação do DNA (ensaio Cometa).

 

As nanopartículas de platina contendo o extrato de P. granatum apresentam atividade antitumoral (CI50 = 17,84 μg/mL), devido as ações antiproliferativa e apoptose induzida.

[ 119 ]
Fruto (casca)

Extrato (casca liofilizada): a partir do material vegetal liofilizado em 10 mL de água.

Extrato (suco liofilizado): a partir do suco vegetal liofilizado em 10 mL de água.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da redução do íon férrico (FRAP).

Em cultura de células de câncer de próstata metastático humano (PC-3 e DU-145), incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise de proliferação e migração celular, formação de colônias e expressão de proteínas (Western blotting).

 

O extrato a partir das cascas de P. granatum apresenta atividade antitumoral mais potente, por modulação da via de sinalização mTOR/S6K.

[ 89 ]
Folha, Caule, Flor e fruto

Extrato (1:3 p/v): maceração do material vegetal (pó) em metanol a 70%. Concentrações para ensaio: 1 a 750 µg/mL.

In vitro:

Em culturas de células de mieloma múltiplo humano (U266) incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise da proliferação celular (MTT), potencial de membrana mitocondrial (ELISA), apoptótica (Anexina-V-FITC/PI) e ciclo celular (citometria de fluxo).

 

Os extratos das folhas e caule de P. granatum apresentam atividade antitumoral mais potente.

[ 63 ]

Antitumoral (pulmão)

Antitumoral (pulmão)
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: 150 g do material vegetal (fresco, fragmentado) em 800 mL de etanol e 1200 mL de água. Concentrações para ensaio: 6,25 a 200 µg/mL.

In vitro:

Em cultura de células humanas de rim embrionário (HEK293), de fígado normal (L02) e de câncer de pulmão (A549 e H1299), em células Vero (rim de macaco africano) e de câncer de pulmão Lewis de camundongos (LL/2), incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT) e formação de colônias.

Em cultura de células humanas de câncer de pulmão (A549 e H1299) e de câncer de pulmão Lewis de camundongos (LL/2), incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise do teste migração e invasão celular (cicatrização de feridas e câmara de Boyden), ciclo celular, apoptose, potencial de membrana mitocondrial, níveis de espécies reativas de oxigênio e expressão de MMP 2 e 9 (Western blotting).

 

O extrato de P. granatum apresenta efetividade para o tratamento de câncer de pulmão de células não pequena (NSCLC), concentração dependente, além de baixa toxicidade em células normais.

[ 34 ]

Antitumoral e Inibidora enzimática

Antitumoral e Inibidora enzimática
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: 10 g de material vegetal (pó) em 100 mL de hexano. Frações: diclorometano, acetato de etila, etanol e metanol.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS, inibitória de 5-lipoxigenase (5-LOX), acetilcolinesterase (AChE) e butirilcolinesterase (BuChE).

Em células de câncer de mama (MCF-7) incubadas com o extrato e frações vegetais, com posterior análise de citotoxicidade (MTT).

 

A fração metanólica de P. granatum apresenta atividades antioxidante e antiproliferativa mais potentes, enquanto que, a etanólica atua fortemente inibindo ação das enzimas 5-LOX, AChE e BuChE.

[ 129 ]

Antiviral

Antiviral
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Suco. Concentração para ensaio: 10 mL. Outras espécies em estudo: Aronia melanocarpae, Sambucus nigra e Camellia sinensis.

In vitro:

Em células renais de macacos (Vero E6), caninas (MDCK) e células epiteliais de adenocarcinoma alveolar basal de humanos (A549) infectadas por vírus MVA (teste, envelopado), IAV (influenza A), SARS-COV-2 (coronavírus 2) e ADY5 (adenovírus tipo 5), incubadas com os extratos vegetais, com posterior análise antiviral.

 

Os extratos vegetais em estudo apresentam efetividade para o tratamento de infecções virais do trato respiratório.

[ 65 ]
Casca e folha

Extrato: maceração do material vegetal (pó) em 500 mL de etanol. 25, 50 e 100 µg/mL.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH e redução do íon férrico (FRAP).

Em cultura de células Vero infectadas com vírus HSV-1 e incubadas com os extratos vegetais (pré e pós tratamento), com posterior análise de citotoxicidade, proliferação célula, expressão de genes e proteínas virais (Western blotting e PCR).

Em cultura de Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans submetidas ao teste de microdiluição em ágar para determinar a concentração inibitória mínima (CIM).

 

O extrato da casca de P. granatum apresenta atividade antiviral (HSV-1) mais potente, pois inibe a formação de placas e a adsorção virais, além de alterar os fatores genéticos virais, contudo, não demonstra ação antibacteriana.

[ 9 ]
Fruto (casca)

Extrato: maceração de 100 g de material vegetal (pó) em 400 mL de etanol. Frações: n-hexano, clorofórmio, acetato de etila e n-butanol.

In vitro:

Em células de carcinoma epidérmico laríngeo humano (Hep-2) incubadas com extrato e frações vegetais, com posterior análise de viabilidade celular (MTT).

Em células de carcinoma epidérmico laríngeo humano (Hep-2) infectadas por adenovírus, tratadas com o extrato e frações vegetais, com posterior análise da concentração inibitória media (CI50) e atividade inibitória da adsorção e pós-adsorção viral.

 

A fração n-butanol de P. granatum apresenta atividade antiviral mais potente.

[ 43 ]
Folha

Extrato: 500 g de material (pó) em 10 mL de etanol, posteriormente, em metanol/água (20:80 v/v).

In vitro:

Em cultura de fibroblastos renais isolados de macaco verde africano (células Vero), incubados como o extrato vegetal, com posterior análise de viabilidade (ensaio MTS).

Em cultura de células Vero infectadas por ZKV (MR766 e HPF2013), vírus da herpes 2 (HSV-2) e vírus vaccinia (VACV), incubadas com o extrato vegetal (pré e pós-infecção), com posterior análise redução de placa viral.

 

O extrato de P. gratanum apresenta atividade antiviral, contudo, não inibe a infectividade de VACV.

[ 13 ]
Fruto (casca

Extrato: maceração do material vegetal (moído) em etanol. Rendimento: 42,7 g.

In vitro:

Em cultura de células Vero incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (corante vermelho neutro).

Em cultura de células Vero infectadas com o vírus MAYV (febre Mayaro) e incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da ação virucida, microscopia viral e imunofluorescência celular.

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade antiviral (CI50 = 12,3 µg/mL), além de baixa citotoxicidade (CC50 = 588,9 µg/mL).

[ 21 ]

Aumenta os níveis de hormônios sexuais

Aumenta os níveis de hormônios sexuais
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Doses para ensaio: 0,4 a 8 mg/mL. Outra espécie em estudo: Citrus limon.

In vivo:

Em coelhas prenhes tratadas com extratos vegetais (associados ou não), com posterior análise de parâmetros bioquímicos (hormônio luteinizante, testosterona e hormônio folículo estimulante).

A combinação dos extratos de C. limon e P. granatum (0,4 + 5,0 mL/kg) aumenta os níveis de gonadotrofina e testosterona, significativamente, e consequentemente a capacidade sexual.

[ 27 ]

Cardioprotetora

Cardioprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo)

Extrato (suco liofilizado). Dose para ensaio: 2% (v/v).

In vitro:

Em coração isolados de ratos Wistar submetidos a isquemia global e reperfusão (Langendorff), associado ou não com L-NAME (inibe a síntese de NO) com posterior análise de parâmetros hemodinâmicos (FC, CPP, LVDP, RPP e taxa de aumento da pressão ventricular esquerda), parâmetros bioquímicos (Ck-MB, LDH, Tnl, SOD, GPx, CAT e proteínas totais) e tamanho de infarto.

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade cardioprotetora, devido as propriedades antioxidante e aumento dos níveis de óxido nítrico.

[ 120 ]

Cicatrizante

Cicatrizante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Fruto: 100 g do material vegetal (pó) em 500 mL de etanol a 70%. Rendimento: 40,8%. Gel de carboximetilcelulose (CMC) a 2%: contendo 50% do extrato vegetal.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de diabetes induzido por estreptozotocina e lesões cutâneas por excisão, tratados topicamente com o fitoterápico, com posterior análise de parâmetros morfológicos (índice de fechamento da ferida) e histopatológicos.

O gel de CMC a 2% sem adição do extrato de P. granatum apresenta atividade cicatrizante mais potente, sendo necessário novos estudos quanto as concentrações de CMC e extrato vegetal.

[ 64 ]
Fruto (casca)

Pó. Formulação tópica: vaselina e extrato vegetal (1:1). Dose para ensaio: 100 mg/kg.

In vitro:

Em culturas de Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella pneumoniae submetidas ao teste de disco-difusão em ágar, com posterior análise do halo de inibição (mm).

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de feridas dorsais por excisão, tratados topicamente com o fitoterápico, com posterior análise de parâmetros histológicos.

A formulação tópica contendo o extrato vegetal apresenta atividade cicatrizante, contudo, não demonstra ação antibacteriana.

[ 71 ]
Fruto (casca)

Extrato: 250 g do material vegetal (pó) em etanol a 75%. Frações: acetato de etila, butanol, etanol e água. Nanopartículas de prata (AgNP) associadas com hidrogel de quitosana metacrilada: contendo o extrato bruto e de acetato de etila. Concentrações para ensaio: 25 a 200 μg/mL.

In vitro:

Em culturas de Streptococcus pneumonia, Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumonia, Escherichia coli, Clostridium perfringens e Bacteroides incubadas com o extrato e fração vegetal contendo ou não o hidrogel, com posterior análise da concentração inibitória mínima (CIM).

Em cultura de células humanas normais (HFB4) incubadas com o hidrogel contendo ou não o extrato e fração vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (MTT).

 

In vivo:

Em ratos portadores de feridas dorsais por excisão, tratados com o extrato e fração de acetato de etila, incorporados ou não ao hidrogel, com posterior análise de parâmetros histológicos e imuno-histoquímicos (TGF-β1 e NF-kB).

As AgNP-associadas a quitosana e contendo a fração de acetato de etila de P. granatum apresentam atividade cicatrizante promissora

[ 93 ]

Citoprotetora

Citoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente

Óleo essencial. Rendimento: 19,21 mL. Concentrações para ensaio: 1 a 80 µg.

In vitro:

Em cultura de células PC12 incubadas com o óleo vegetal e metadona, com posterior análise da viabilidade célula (Azul de tripano), citotoxicidade (LDH), proliferação e morte celular (MTT e TUNEL), níveis de óxido nítrico (Griess), de citocinas (IL-1β, IL-6, INF-γ e TNF-α), potencial de membrana mitocondrial (rodamina-123) e atividade da caspase (ensaio colorimétrico).

 

O óleo essencial de P. granatum apresenta atividade citoprotetora, concentração dependente, reduzindo os danos celulares provocados pelo opioide metadona.

[ 58 ]
Semente

Óleo essencial. Rendimento: 19,21 mL. Concentrações para ensaio: 1 a 80 µg.

In vitro:

Em cultura de células PC12 incubadas com o óleo vegetal e metadona, com posterior análise da viabilidade célula (Azul de tripano), citotoxicidade (LDH), proliferação e morte celular (MTT e TUNEL), níveis de óxido nítrico (Griess), de citocinas (IL-1β, IL-6, INF-γ e TNF-α), potencial de membrana mitocondrial (rodamina-123) e atividade da caspase (ensaio colorimétrico).

 

O óleo essencial de P. granatum apresenta atividade citoprotetora, concentração dependente, reduzindo os danos celulares provocados pelo opioide metadona.

[ 58 ]

Espasmolítica e Espasmogênica

Espasmolítica e Espasmogênica
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: 1,5 kg do material vegetal (pó) em metanol a 80%. Rendimento: 20 g. Concentrações para ensaio: 0,01 a 10,0 mg/mL.

In vitro:

Em preparações jejunais isoladas de coelhos incubadas com o extrato vegetal, cloreto de potássio, cloreto de bário, atropina (antagonista colinérgico) e loratadina (antagonista da histamina), com posterior análise da contratilidade muscular.

 

O extrato de P. granatum apresenta atividades espasmogênica e espasmolítica, possivelmente por envolvimento dos receptores colinérgicos e histamínicos, e inibição dos canais de cálcio, respectivamente.

[ 11 ]

Hepatoprotetora

Hepatoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Dose para ensaio: 1 mL/kg.

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de lesões hepáticas induzidas por dietilnitrosamina e fenobarbital, tratados com o extrato vegetal (pré, simultâneo e pós-tratamento), com posterior análise de parâmetros bioquímicos (caspase 3, fragmentação do DNA, MDA, GSH, t-GPx, GSR, GST, SOD, AST e ALT) e histopatológicos hepáticos.

O extrato de P. granatum apresenta atividade hepatoprotetora, pois reduz o estresse oxidativo e apoptose, contudo, demonstra toxicidade em uso prologando (em animais saudáveis).

[ 32 ]
-

Extrato: decocção do material vegetal (desintegrado) de Punica granatum, Putranjiva roxburghii, Swertia chirata, Tinospora cordifolia e Trigonella corniculata (33, 27, 25, 10 e 5%, respectivamente). Doses para ensaio: 50 a 200 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões hepáticas agudas induzidas por paracetamol, pré-tratados com a associação dos extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (SGOT, SGPT, ALP, LDH, MDA, CAT, GSH, SOD, GPx, GR, bilirrubina, hidroperóxido lipídico e proteína), hematológicos (hematócrito, hemoglobina, glóbulos vermelhos e brancos e plaquetas) e histopatológicos, níveis enzimáticos em homogenato hepático (CPR, b5R, GST, DTD, Na+/K+-ATPase, Ca2+-ATPase e Mg2+-ATPase).

A combinação de ervas apresenta atividade hepatoprotetora, principalmente na dose de 200 mg/kg, devido as ações anti-inflamatória e antioxidante.

[ 72 ]
Fruto (casca e semente)

Extrato: material vegetal (casca, pó) em metanol. Dose para ensaio (in vivo): 2,0 mL/kg.

Óleo: material vegetal (semente, pó) em n-hexano (1:5 p/v). Dose para ensaio (in vivo): 0,2 mL/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através do nível de peroxidação lipídica (em homogenato hepático de ratos) e eliminação de óxido nítrico (reação de Griess).

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de lesões hepáticas induzidas por dietilmitrosamina e fenobarbital, tratados com extrato e óleo vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos em homogenato hepático (caspase-3, MDA, fragmentação do DNA, GSH, t-GPx, GSR, GST, SOD e PT) e histopatológicos.

O extrato de P. granatum apresenta atividade hepatoprotetora, pois reduz o estresse oxidativo e apoptose, contudo, demonstra toxicidade em uso prologando (em animais saudáveis).

[ 41 ]
Fruto (casca)

Extrato: 400 g de material vegetal (fresco) em etanol 1550 mL e água 480 mL. Rendimento: 45 g. Doses para ensaio: 125 a 250 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos C57BL/6 portadores de hepatite autoimune induzida por concanavalina A, pré-tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (AST e ALT) e histopatológicos, níveis de TNF-α, IFN-γ e IL-6 (ELISA) e de CD4, CD8 e CD69 (citometria de fluxo).

O extrato de P. granatum apresenta atividade hepatoprotetora, devido as ações anti-inflamatória e antioxidante, sendo promissor para o tratamento de lesões hepáticas autoimunes.

[ 73 ]
Fruto (casca)

Extrato: percolação de 100 g do material vegetal (pó) em metanol a 70%.

In vivo:

Em camundongos Swiss portadores de lesões hepáticas induzidas por Plasmodium chabaudi, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros histopatológicos, hematológicos (eritrócitos, leucócitos e hemoglobina) e bioquímicos hepáticos (GSH, NO, CAT, ALT, AST, ALP e bilirrubina) e apoptose.

O extrato de P. granatum apresenta atividade hepatoprotetora, além de restabelecer as concentrações de hemoglobina e eritrócitos.

[ 50 ]

Hepatoprotetora e Nefroprotetora

Hepatoprotetora e Nefroprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Casca

Extrato: material vegetal (pó) em etanol a 70%. Rendimento: 49,25 g/kg. Dose para ensaio: 100 mg/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação do radical DPPH.

 

In vivo:

Em ratos Sprague-Dawley portadores de lesões hepáticas e renais induzidas por vancomicina, tratados (pré ou simultâneo) com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros histopatológicos, bioquímicos (creatinina, ácido úrico, ureia, proteínas, globulina, AST, ALP, SOD, CAT, GSH e MDA) e imuno-histoquímicos (BcL-2 e caspase).

O pré-tratamento com o extrato de P. granatum apresenta atividades hepatoprotetora e nefroprotetora mais potentes, pois reduz o estresse oxidativo, a inflamação e a apoptose.

[ 33 ]

Hepatoprotetora e Renoprotetora

Hepatoprotetora e Renoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (arilo)

Extrato (suco): 10 kg de material vegetal (fresco), obtido por prensagem mecânica. Doses para ensaio: 1 e 3 mL/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões hepatorrenal induzidas por nanopartículas de óxido de cobre (CuO-NPs), tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (ALT, AST, BUN, CRE, MDA e GSH), histopatológicos renais e hepáticos e imuno-histoquímicos (caspase-3 e NF-kB), expressão de caspase-3 e Bcl-2 e acúmulo de CuO-NPs nos tecidos.

O extrato de P. granatum apresenta atividade hepatoprotetora e renoprotetora, devido as ações antiapoptótica, antioxidante e anti-inflamatória.

[ 103 ]

Hipoglicemiante

Hipoglicemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Folha

Extrato: 20 g de material vegetal (pó) em 100 mL de metanol a 80%. Doses para ensaio: 100 e 200 mg/kg. Outras espécies em estudo: Lepidium sativumFicus carica.

In vivo:

Em ratos albinos portadores de diabetes induzido por estreptozotocina e nicotinamida, tratados com os extratos vegetais, com posterior análise de parâmetros bioquímicos sérico, renal e hepático (HbA1c, CT, HDL, LDL, TG, AST, ALT, ALP, GSH, MDA, NO, CAT e proteínas) e histopatológicos do pâncreas.

O extrato de F. carica apresenta atividade hipoglicemiante mais potente (prevenção/tratamento), quando comparado aos extratos de P. granatum e L. sativum.

[ 30 ]

Hipoglicemiante e Citoprotetora

Hipoglicemiante e Citoprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca) In vitro:

Determinar a atividade inibitória das enzimas α-amilase, lipase e α-glucosidase, e antioxidante através da capacidade redutora (FeCl3).

Em cultura de células de carcinoma gástrico humano (AGS) incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise de citotoxicidade (MTT); e submetidas ao estresse oxidativo induzido por hiperglicemia (na presença de glicose) com posterior análise dos níveis intracelulares de espécies reativas ao oxigênio e glutationa.

 

O extrato de P. granatum apresenta atividades antioxidante, hipoglicemiante e citoprotetora.

[ 52 ]

Hipoglicemiante e Hipolipemiante

Hipoglicemiante e Hipolipemiante
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca e pericarpo)

Extrato: maceração do material vegetal em metanol a 80%.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da redução do fosfomolibdênio e inibitória das enzimas α-amilase, tirosinase e hialuronidase.

 

[ 67 ]
Fruto (casca)

Extrato: 500 g de material vegetal (pó) em 2,5 L de água/metanol (4:1, v/v). rendimento: 35,4%. Dose para ensaio: 200 mg/kg.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS.

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de diabetes e hiperlipidemia induzidos por aloxana e dieta hipercalórica, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise do peso corporal e parâmetros bioquímicos (LT, TG, CT, HDL, LDL, VLDL, ALT, AST, ALP, ureia, ácido úrico e creatinina).

O extrato de P. granatum apresenta atividade hipoglicemiante e hipolipemiante, devido ao potencial antioxidante.

[ 26 ]

Imunomoduladora

Imunomoduladora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato. Concentrações para ensaio: 0 a 2 mg/mL.

In vitro:

Em células tronco mesenquimais incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da viabilidade celular (MTT) e expressão de miRNAs (cDNA e bioinformática).

 

O extrato de P. granatum apresenta atividade imunomoduladora, pois regula positivamente a expressão de miRNA-23 e 126, e negativamente a expressão de miRNA-21 e 155, além de inibir a expressão dos genes PI3K/Akt/NF-kB.

[ 116 ]

Inibidora enzimática (α-amilase e α-glicosidase)

Inibidora enzimática (α-amilase e α-glicosidase)
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca e semente) e flor

Extrato: 30 g do material vegetal (flor, liofilizadas) em metanol. Rendimento: 36,4%. Frações: acetato de etila e água. Rendimento: 24,5 e 66,1%, respectivamente.

Extrato: 30 g do material vegetal (casca, liofilizadas) em metanol. Rendimento: 37,9%.

Extrato: 30 g do material vegetal (semente, liofilizada) em acetato de etila ou metanol. Rendimento: 12,5 e 29,5%, respectivamente.

In vitro:

Determinar a atividade inibitória das enzimas α-amilase pancreática (suína) e α-glicosidase intestinal (rato).

 

O extrato metanólico e a fração de acetato de etila das flores de P. granatum apresentam atividade inibitória mais potente, para as enzimas α-amilase e α-glicosidase.

[ 114 ]

Nefroprotetora

Nefroprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: 250 g do material vegetal (pó) em 1 L de etanol/água (4:1 v/v). Dose para ensaio: 5% da dieta.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através do poder redutor (FeCl3) e capacidade de quelação de metais (FeSO4).

 

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de nefrotoxicidade induzida por cloreto de bário, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise de níveis de parâmetros bioquímicos plasmático e renal (ureia, ácido úrico, creatinina, proteínas e metalotioneína, MDA, AOPP, H2O2, NPSH, GSH, LDH, CAT, GPx e SOD), expressão de MT-1 e MT-2 (RT-PCR) e parâmetros histopatológicos.

O extrato de P. granatum apresenta atividade nefroprotetora, reduzindo os danos renais induzidos por cloreto de bário.

[ 108 ]

Neuroprotetora

Neuroprotetora
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato (pó): padronizado com 30% de punicalagina e 2,3% de ácido elágico. Doses para ensaio: 100 e 200 mg/kg.

In vivo:

Em ratos transgênicos para a doença e Alzheimer, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise dos testes de labirinto aquático de Morris e labirinto em Y, expressão de APP e Aβ (Western blotting), níveis de peptídeos A42 e A40, e enzimas BACE1 e γ-secretase (ELISA).

O extrato de P. granatum apresenta atividade neuroprotetora, pois altera os níveis de peptídeos envolvidos na doença de Alzheimer.

[ 98 ]
Semente (arilo)

Suco: obtido por prensagem mecânica do material vegetal (fresco). Extrato (1:10 p/v): 500 g de sementes (pó) em etanol absoluto. Dose para ensaio: 500 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos albinos portadores de doença neurodegenerativa (Doença de Parkinson) induzida por paraquat, pré-tratados com o suco ou extrato vegetal, com posterior análise dos níveis de dopamina e ácido 3,4-di-hidroxifenilacético (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência), parâmetros bioquímicos (TH, ATP, MDA, SOD, CAT, GPx e GHS), fragmentação do DNA e expressão de TNF-α, IL-1β, IL-6, IL-10, NF-kB, TH, TGF-β, GDNF e CD11b (qPCR e Western blotting).

O suco e extrato de P. granatum apresentam atividade neuroprotetora contra a toxicidade induzida por paraquat.

[ 35 ]
Fruto (casca)

Extrato: percolação de 1 g do material vegetal em solução hidroalcoólica (80:20). Micropartículas: obtidas por spray-dried. Dose para ensaio: 800 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos C57Bl/6 portadores de lesões neurológicas induzidas por peptídeo β-amiloide, tratados com o extrato vegetal, com posterior análise da atividade locomotora e da memória espacial, parâmetros bioquímicos (proteínas totais, BDNF, AChE, TBARS, SOD, TNF-γ, OGT e GPT) e histológicos (quantificação de placas senis).

O extrato de P. granatum reduz o processo neurovegetativo através de múltiplos mecanismos, além da ausência de hepatotoxicidade.

[ 100 ]
Fruto (casca)

Extrato (suco): liofilizado. Padronizado com: 80 a 85% de punicalagina e 1,3% de ácido elágico. Concentrações para ensaio: 25 a 200 µg/mL.

In vitro:

Em células de neuroblastoma humano (SK-N-SH) estimuladas com IL-1β e incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise dos níveis de PGE2, COX-2, IkBα, IKKα, BACE-1 e Aβ (ELISA) e viabilidade celular (MTT).

Em células HEK293 estimuladas com TNF-α e incubadas com o extrato vegetal, com posterior análise da expressão de NF-kB (teste da Luciferase).

 

O extrato de P. granatum reduz a inflamação e a amiloidogênese, sendo promissor para o tratamento de doenças neurodegenerativas.

[ 88 ]
Semente

Óleo essencial: material vegetal (pó) em éter de petróleo. Concentrações para ensaio: 20 a 100 µg de ácido gálico.

In vitro:

Determinar a atividade antioxidante através da eliminação dos radicais DPPH e ABTS, branqueamento com β-caroteno.

Em células neuronais de feocromocitoma (PC12) portadores de toxicidade induzida por ácido 3-nitropropiônico (3-NP), incubadas com óleo essencial, com posterior análise da viabilidade celular (MTT), níveis de lactato desidrogenase (LDH), piruvato e lactato, óxido nítrico, peroxidação lipídica (MDA) e espécies reativas ao oxigênio (ERO's).

 

O óleo essencial de P. granatum apresenta atividade neuroprotetora, devido a ação antioxidante, principalmente na concentração de 40 µg de ácido gálico.

[ 122 ]

Protetora do sistema reprodutor masculino

Protetora do sistema reprodutor masculino
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Semente (arilo)

Suco (1 mL): 25 unidades do material vegetal (fresco) esmagados em pilão. Dose para ensaio: 1 mL.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos à radiação localizada no sistema reprodutor masculino, tratados com o suco vegetal, com posterior análise do peso corporal e dos órgãos (testículos, próstata e epidídimo), parâmetros histopatológicos, bioquímicos (SOD, GSH, MDA e CAT), do esperma (contagem de espermatozoides, morfologia e viabilidade) e níveis de espécies reativas ao oxigênio.

O suco de P. granatum apresenta atividade antioxidante, pois protege o sistema reprodutor masculino contra os danos oxidativos induzidos por radiação.

[ 75 ]
Fruto

Suco (1:3): a partir de 10 kg do material vegetal (fresco), diluído em água.

In vivo:

Em ratos Wistar portadores de lesões testiculares induzidas por tetracloreto de carbono, tratados com o suco vegetal, com posterior análise de peso dos testículos, parâmetros oxidativos (LPO, SOD, CAT, GPx, GST, GR, FSH, LH e testosterona) e histopatológicos.

O suco de P. granatum apresenta atividade antioxidante, reduzindo o estresse oxidativo e as lesões no tecido testicular.

[ 81 ]

Redutora de aderência peritoneal

Redutora de aderência peritoneal
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Flor

Extrato: percolação de 500 g do material vegetal (seco) em etanol/água (70:30). Rendimento: 100 g. Doses para ensaio: 100 a 400 mg/kg.

In vivo:

Em ratas Wistar portadoras de aderências peritoneais induzidas por processo cirúrgico, pré-tratadas com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros macroscópicos e microscópicos.

O extrato hidroalcoólico de P. granatum apresenta efetividade na redução (quanti e qualitativamente) de aderências peritoneais

[ 60 ]

Redutora dos sintomas da menopausa

Redutora dos sintomas da menopausa
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Cápsula: contendo 300 mg do extrato vegetal. Dose para ensaio: 30 mg/dia.

In vivo:

Em ratas Wistar submetidas à ovariectomia bilateral, tratadas com o extrato vegetal, com posterior análise de parâmetros bioquímicos (FSH, HDL, LDL, TG, CT e estradiol) e histológicos (espessura do córtex tibial e do epitélio vaginal).

O extrato de P. granatum apresenta resultados promissores no controle de sintomas provenientes da menopausa, como a atrofia vaginal e perda da densidade óssea.

[ 115 ]

Supressora da produção de melanina

Supressora da produção de melanina
Parte da planta
Extrato / RDD / Padronização
Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto

Extrato: material vegetal (fresco) em etanol a 75-80%. Rendimento: 10%. Outra espécie em estudo: Salvia hispanica.

In vitro:

Determinar a atividade inibitória da enzima tirosinase isoladas de melanomas B16.

Em cultura de melanócitos (Melan-a) incubados com os extratos vegetais (em associação ou não), com posterior análise da viabilidade celular (fluorescência), níveis de melanina (Ensaio de proteína BCA) e expressão de Tyr, Tyrp1 e Mc1r (RT-PCR).

 

Os extratos de P. granatum e S. hispanica apresentam sinergismo na redução da síntese de melanina em melanócitos.

[ 56 ]
Ensaios toxicológicos

Citotoxicidade

Citotoxicidade
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
-

Pó. Concentrações para ensaio: 0,19 a 100 mg/mL. Outras espécies em estudo: Equisetum arvenseGlycyrrhiza glabraStryphnodendron barbatimam.

In vitro:

Em macrófagos (RAW 264.7) incubados com os extratos vegetais, com posterior análise da citotoxicidade (MTT) e níveis de IL-1β e TNF-α (ELISA).

 

O extrato de P. granatum apresenta toxidade moderada (76%), enquanto que E. arvense demonstra maior toxicidade (48%).

[ 66 ]

Letalidade

Letalidade
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: 1,5 kg do material vegetal (pó) em 4 L de metanol a 80%. Rendimento: 20 g. concentrações para ensaio: 1 a 1000 µg/mL.

In vitro:

Determinar a letalidade em através do bioensaio em Artemia salina.

 

O extrato de P. granatum apresenta letalidade, com CL50 = 189,44 ± 24 µg/mL.

[ 51 ]

Toxicidade aguda

Toxicidade aguda
Parte da planta Extrato / RDD / Padronização Modelo de ensaio in vitro / in vivo Conclusão Referências
Fruto (casca)

Extrato: 1,5 kg do material vegetal (pó) em metanol a 80%. Rendimento: 20 g. Doses para ensaio: 10 a 1750 mg/kg.

In vivo:

Em camundongos submetidos ao teste de toxicidade aguda para determinar a dose letal média (DL50).

O extrato metanólico de P. granatum apresenta segurança até a dose de 100 mg/kg, com DL50 = 1305 mg/kg.

[ 11 ]
Semente

Extrato: material vegetal (pó) em etanol a 70% (v/v). Rendimento: 18,4 g. Doses para ensaio: 2 a 5 g/kg.

In vivo:

Em camundongos NMRI submetidos ao teste de toxicidade aguda.

O extrato de P. granatum não apresenta sinais de toxicidade nas doses em estudo.

[ 59 ]
Fruto (casca)

Extrato metanólico. Fração: butanol. Dose para ensaio: 500 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos ao teste de toxicidade aguda.

A fração butanólica de P. grantum não apresenta toxicidade na dose em estudo.

[ 85 ]
Fruto (pericarpo)

Formulação (Ya-Pit-Samut_Noi): associação dos extratos de Nigella sativa, Piper retrofractum, Punica granatum e Quercus infectoria (1:1:1:1), em solução etanólica ou aquosa. Rendimento: 10,27 e 7,95%, respectivamente. Dose para ensaio: 2000 mg/kg.

In vivo:

Em ratos Wistar submetidos ao teste de toxicidade aguda.

O fitoterápico em estudo não a apresenta sinais de toxicidade na dose de 2000 mg/kg.

[ 104 ]

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Referências bibliográficas

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2 - BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira 1ª edição. Brasília: Anvisa, p. 96, 2011.
3 - BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira 1ª edição – Primeiro Suplemento. Brasília: Anvisa, p. 80-81, 2018.
4 - BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira 2ª edição. Brasília: Anvisa, p. 174-176, 2021.

Farmácia da Natureza
[ 1 ]

Fórmula

Tintura

Alcoolatura

Componente

Quantidade

Componente

Quantidade*

Etanol/água 70%

1000 mL

Etanol/água 80%

1000 mL

Pericarpo seco

100 g

Pericarpo fresco

200 g

                                                                 * Após a filtragem ajustar o teor alcoólico da alcoolatura para 70%, com adição de etanol 98%, se necessário. 
Modo de preparo

Tintura: pesar 100 g de pericarpo seco rasurado e colocar em frasco de vidro âmbar; em seguida adicionar 1000 mL de etanol a 70%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.

Alcoolatura: pesar 200 g de pericarpo fresco, lavar, picar e colocar em frasco de vidro âmbar; em seguida adicionar 1000 mL de etanol a 80%, tampar bem o frasco e deixar a planta em maceração por 7 dias, agitando o frasco diariamente. Após esse período, filtrar em papel de filtro e envasar em frasco de vidro âmbar.
 
Principais indicações

Anti-inflamatório e antisséptico (BRASIL, 2018). Infecções das vias aéreas superiores e afecções da cavidade oral.

Posologia

Uso oral: tomar 1 gota por quilo de peso, divididas em 3 vezes ao dia, sempre diluídas em água (cerca de 50 mL ou meio copo). O tempo de uso não deve exceder uma semana.

Em diluição decimal (DH1), é indicada para tosse seca.

Farmácia da Natureza
[ 2 ]

Fórmula

Componente

Quantidade

Pericarpo do fruto maduro seco fragmentado

0,9 a 1,1 g ou uma colher de chá cheia

Água q.s.p.

150 mL

 
Modo de preparo

Preparar por infusão, por 5 a 10 minutos.

Principais indicações

Anti-inflamatório e antisséptico (BRASIL, 2018). Infecções das vias aéreas superiores e afecções da cavidade oral.

Posologia

Uso tópico: fazer bochechos ou gargarejos duas a três vezes ao dia com o infuso.

Uso tópico: fazer banhos de assento duas a três vezes ao dia com volume suficiente do infuso.

Referências bibliográficas

1 - PEREIRA, A. M. S. et al. Formulário Fitoterápico da Farmácia da Natureza. 3 ed. São Paulo: Bertolucci, 2020, p. 244-246.
2 - PEREIRA, A. M. S. (Org.). Formulário de Preparação Extemporânea: Farmácia da Natureza. 2 ed. São Paulo: Bertolucci, 2020, p. 160-162.

Dados Químicos
[ 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 , 9 , 10 , 11 , 12 , 13 , 14 , 15 , 16 , 17 ]
Marcador:
Principais substâncias:

Ácidos fenólicos

caféico, p-cumárico, clorogênico, gálico, elágico, salicílico, benzoico, cinâmico e vanílico.

Ácidos graxos

punícico, linoleico, oleico, eicosaenóico, esteárico, palmítico, araquídico, behênico, docosadienóico, eicosapentaenóico, erúcico, gondoico, lignocérico, linolelaídico, linolênico, mirístico, margárico, nervônico, palmitoleico, punícico, cis-vacênico e nanodecanóico.

Ácidos orgânicos

cítrico, málico, ascórbico, tartárico, succínico, fumárico, lático, oxálico, metilmalônico, oxálico, quínico, tartárico e urônico.

Alcaloides

peletierina, isopeletierina, metilpeletierina, pseudopeletierina, piperidina, tropinona, sedridina, piperideína, higrina, norigrina, metilisopeletierina e cafeína.

Aminoácidos

prolina, valina, metionina, ácido glutâmico e ácido aspártico.

Antocianinas/antocianidinas

cianidina, delfinidina, pelargonidina, malvidina, peonidina, vitisina A e crisanthemina.

Carboidratos

glicose, frutose, sacarose e maltose.

Cumarinas

urolitina B e D.

Elementos químicos

Al, Br, Ca, P, N, Cl, Cu, Fe, K, Mn, M g, Na, Pb e Zn.

Esteróis

estigmasterol, β-sitosterol, camesterol, colesterol, 17-α-estradiol, estrona, testosterona, estriol e daucosterol.

Flavonoides

quercetina, caempferol, luteolina, genisteína, miricetina, catequina, epicatequina, epigalactocatequina, apigenina, tricetina, rutina, naringerina, apigenina, diosmetina, datiscetina, hesperetina, hesperidina, galocatequina, naringina, florentina, floridzina, pinocembrina, taxifolina, isoquercetrina, naringenina, punicaflavona, biochanina A, tangeretina, eriodictiol, baicaleína, rpoifolina e morina.

Idolaminas

triptamina, serotonina e melantonia.

Isoflavonas

genisteína, diadzeína, gliciteína e daidzina.

Lignanas

furofurano, dibenzilbutirolactona, dibenzilburano, isolariciresinol, matairesinol, medioresinol, pinoresinol, secoisolariciresinol e siringaresinol.

Pectinas

Polissacarídeos

galactomanana.

Proteínas

Taninos

punicalina, punicalagina, punicafolina, granatina A e B, galagildilactona, casuarinina, pedunculagina, telimagrandina, corilagina, pelargonidina, punicacorteina A, B, C e D, punicacorteína A, B, C e D, estrictinina, castalagina, castalina, lagerstanino C, pedunculagina I, pentagaloilglucopiranose, punicatanino C, punigluconina, telimagrandina, tergalagico e ácido valoneico bilactona.

Terpenos

3-careno, α-terpineno, α-terpineol, eugenol, ácido asiático, betulinol, cicloarenol, esqualeno, cânfora, ácido maslínico, ácido oleanólico, α e β-pineno, limoneno, β-farneseno, β-cariofileno, bisaboleno, ácido betulínico, borneol, friedelina, ácido lantanólico, lupeol e ácido ursólico.

Vitaminas

tocoferol e ácido ascórbico.

Xantonoides

mangiferina.

Referências bibliográficas

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Propagação: 

realizada por sementes ou estacas de 30 cm de comprimento a partir de ramos finos. Primeiramente deve colocar a sementes em solução de água e açúcar (10:1) por 72 horas, para o processo de fermentação das mesmas. Posteriormente, é recomendado lavar as sementes com água corrente e planta-las imediatamente. Introduzir 3 sementes em sacos plásticos contendo substrato solo, areia e esterco (3:2:1) com profundidade de 1 cm. Transferir para viveiro (sombrite 50%) onde deverão permanecer por 90 dias. As mudas com 20 cm de altura devem ser transferidas para local definitivo (a pleno sol ou a meia sombra), em covas de 40x40 cm, contendo 2 kg de esterco/cova, com espaçamento de 2 m entre plantas e 2 m entre ruas ou ainda com espaçamento de 3 a 4 m [ 1 , 2 ] .

Punica granatum

Propagação por sementes

Punica granatum

Propagação por sementes

Tratos culturais & Manejo: 

prefere ambientes secos e úmidos, porém não encharcados. Desenvolve-se melhor em solo argiloso e arenoso. A irrigação deve ser realizada 1 vez/semana [ 2 ] .

Colheita: 

os frutos são colhidos quando se encontram bem desenvolvidos, porém não totalmente maduros, ou seja, quando o arilo que recobre as sementes apresentar coloração rosa clara. O fruto é aberto, as sementes e tegumentos são retirados, raspados com uma espátula até que o fruto fique completamente oco, restando somente a casca [ 2 ] .

Pós-colheita: 

o fitoterápico pode ser produzido com a casca fresca ou seca (em estufa de ar circulante a temperatura de 40° C/24 horas). A droga vegetal pode ser moída em moinho de faca (até 40 mesh), devendo ser armazenada em ambiente não úmido e ser utilizada no período máximo de 6 meses [ 2 ] .

Referências bibliográficas

1 - MATOS, F. J. A. Farmácias Vivas. 2 ed. Fortaleza: UFC, 1994, p. 144.
2 - PEREIRA, A. M. S. et al. (Org.). Manual Prático de Multiplicação e Colheita de Plantas Medicinais. Ribeirão Preto: Bertolucci, 2011, p. 202-203.

Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Medicamentos e Produtos de Saúde do Canadá
Ano de Publicação: 2018
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Organização Mundial de Saúde
Ano de Publicação: 2009
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Tipo: Internacional
Tipo de Monografia: Organização Mundial de Saúde
Ano de Publicação: 2009
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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Tipo: Nacional
Tipo de Monografia: Farmacopeia
Ano de Publicação: 1926
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